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domingo, 2 de abril de 2017

*Livro: “PALAVRAS DE VIDA ETERNA”* 10 - VENCER O MAL

*Livro: “PALAVRAS DE VIDA ETERNA”*

F. C. Xavier/Emmanuel


10 - VENCER O MAL

“Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem.” – Paulo.
(Romanos, 12:21.)

Comumente empregamos a expressão “guerrear o mal”, como se bastassem nossas atitudes mais fortes para exterminá-lo e vencê-lo.

Sem dúvida, semelhante conceituação não é de todo imprópria, porque, em muitas circunstâncias, para limitá-lo não podemos dispensar vigilância e firmeza.

Ainda assim, muitas vezes, zurzindo-lhe as manifestações com violência, criamos outros males a se expressarem através de feridas que apenas o bálsamo do tempo consegue cicatrizar.

O apóstolo, contudo, é claro na fórmula precisa ao verdadeiro triunfo.

“Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem”.

Perseguir, quase sempre, é fomentar.

O melhor processo de extinguir a calúnia e a maledicência é confiar nosso próprio verbo à desculpa e à bondade. O recurso mais eficiente contra a preguiça é o nosso exemplo firme no trabalho constante. O meio mais seguro de reajustar aqueles que desajudam ao próximo é ajudar incessantemente. O remédio contra a maldição é a bênção. Os antídotos para o veneno da injúria são a paz do silêncio e o socorro da prece.

Por isso mesmo, Jesus ensinou:

“Amai os vossos inimigos.

Bendizei os que vos maldizem.

Orai por aqueles que vos maltratam e caluniam.

Perdoai setenta vezes sete.

Ofertai amor aos que vos odeiam”.

Podemos, pois, muitas vezes, combater o mal para circunscrever-lhe a órbita de ação, mas a única maneira de alcançar a perfeita vitória sobre ele será sempre a nossa perfeita consagração ao bem irrestrito.




Significado de zurzir
Maltratar, açoitar, vergastar; fustigar. Bater, espancar. Castigar; molestar, fazer mal a.


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sábado, 1 de abril de 2017

CAÇA TALENTOS ESPIRITUAIS Humor e Espiritismo

*FONTE VIVA* *11 – GLORIFIQUEMOS*

*FONTE VIVA*

FRANCISCO CANDIDO XAVIER

DITADO PELO ESPÍRITO EMMANUEL

12a Edição Federação Espírita Brasileira




*11 – GLORIFIQUEMOS*

Ora, a nosso Deus e Pai seja dada glória para todo o sempre. – Paulo FILIPENSES 4:20

Quando o vaso se retirou da cerâmica, dizia sem palavras:

- Bendito seja o fogo que me proporcionou a solidez.

Quando o arado se ausentou da forja, afirmava em silêncio:

- Bendito seja o malho que me deu forma.

Quando a madeira aprimorada passou a brilhar no palácio, exclamava, sem voz:

- Bendita seja a lâmina que me cortou cruelmente, preparando-me a beleza.

Quando a seda luziu, formosa. No templo, asseverava no íntimo:

- Bendita seja a feia lagarta que me deu vida.

Quando a flor se entreabriu, veludosa e sublime, agradeceu, apressada:

- Bendita a terra escura que me encheu de perfume.

Quando o enfermo recuperou a saúde, gritou, feliz:

- Bendita seja a dor que me trouxe a lição do equilíbrio.

Tudo é belo, tudo é grande, tudo é santo na casa de Deus.

Agradeçamos a tempestade que renova, a luta que aperfeiçoa, o sofrimento que ilumina.

A alvorada é maravilha do céu que vem após a noite na Terra.

Que em todas as nossas dificuldades e sombras seja nosso Pai glorificado para sempre.





sexta-feira, 31 de março de 2017

Em Busca do Equilíbrio׃ Doenças Emocionais do Século XXI Ercília Zilli

Em Busca do Equilíbrio׃ Depressão Ercília Zilli

Documentário Olho de hórus 01 Escola de Mistérios re editado

Divaldo Pereira Franco Humanista e Médium Espírita Documentário Completo

Rossandro Klinjey Frustração e Maturidade Emocional

Recordando Chico Xavier Documentário o Mensageiro do Amor Chico Xavier

Quem morre vai para o umbral؟ ¦ Sem Dúvida

Minha Nada Mole Encarnação Pressentimento

O que o espiritismo diz a respeito da Operação Lava Jato؟

quinta-feira, 30 de março de 2017

Estudo Evangélico

Livro: “PALAVRAS DE VIDA ETERNA”

Francisco C. Xavier / Emmanuel

Estudo n. 9

TEMA: “SOCORRO E CONCURSO”

"Quantos pães tendes? "- Jesus (Marcos, 8:5)

Havia grande multidão, Jesus sentia compaixão por todos aqueles que há tanto tempo ali estavam acompanhando-o sem ter o que comer. Se os deixasse ir em jejum poderiam desfalecer no caminho, porque alguns moravam longe.

Os discípulos, falam-lhe que não dispunham de alimentos. Como satisfazê-los de pão.

É quando Jesus faz a pergunta: quantos pães tendes?

Jesus não perguntou, de quantos pães necessitavam, mas, "quantos pães tendes? ", demonstrando a precaução em alertar para a necessidade de se apresentar algo como base para o auxílio que suplicamos.

Quando solicitamos amparo, socorro para alguém, pensemos primeiro na cooperação que podemos ofertar.

Invigilantes, quase sempre, fazemos rogativas e relacionamos diversas situações, onde poderíamos exercitar nossas próprias forças, no entanto, transferimos responsabilidades nossas para os Benfeitores Espirituais, esquecidos de que os trabalhadores da Espiritualidade, estão sempre se movimentando, ajudando, prontos para nos fortalecer tão logo ofereçamos nossas disposições firmes no Bem.

Quanto auxílio, quanto socorro poderiam ser prestados se fossemos mais atentos, despertos para essa realidade de que acontecerá ou não esse auxílio, dependente do campo mental aberto, receptivo.

Esta lição fala a Espíritos mais amadurecidos, que já conseguiram substituir o peditório pelo ofertório.

Quem se oferece em trabalho, em nome de Jesus, tem muito a fazer, qualquer que seja o meio em que lhe foi ofertado viver.

Quem se interessa pelo trabalho, se encanta com ele, e faz dele a oração em essência. É feliz com o que aprende e quer repartir, precisa mesmo distribuir.

"Quantos pães tendes?" pergunta Jesus.

"O ensinamento é precioso para a nossa experiência de oração", esclarece Emmanuel.

Oração pobre é a do acomodado que só quer receber, pedindo sempre carente, "alongando mãos vazias".
Oração rica é a daquele que busca em si recursos para ofertar, que quer ser grande para ser mais gente e que, desenvolvendo-se promove o meio em que está. Este oferece o que pode e vai ser sempre mais. Agradece muito e recebe em abundância, cento por um, segundo Jesus.

Em síntese, as respostas às nossas rogativas dependerão sempre de condições, embora mínimas, que ofereçamos. Em essência, não é o Senhor que precisa de nossas orações, mas cada qual que precisa aproveitar a essa oportunidade, através da qual, acima de tudo, nos fortalecemos na direção à renovação espiritual.

Assim, antes de orar - se erramos sob qualquer aspecto - retifiquemo-nos antes. Se ofendemos alguém, se nos desviamos do melhor caminho, se abrigamos a revolta ou qualquer outra posição de desequilíbrio, temos antes que tomar a iniciativa do reequilíbrio, uma vez que a súplica da ajuda, por não mais atender a convencionalismos e palavras bonitas, deve nascer nas condições íntimas de retorno ao Bem.

Citações bíblicas
MARCOS 8
5 Perguntou-lhes Jesus: Quantos pães tendes? Responderam: Sete.

Idalina Magro / Maria Ap. Ferreira Lovo




*Livro: “PALAVRAS DE VIDA ETERNA”**9 - SOCORRO E CONCURSO*

*Livro: “PALAVRAS DE VIDA ETERNA”*

F. C. Xavier/Emmanuel


*9 - SOCORRO E CONCURSO*

“Quantos pães tendes?” – Jesus.
(Marcos, 8:5.)

Observemos que o Senhor, diante da multidão faminta, não pergunta aos companheiros: - " de quantos pães necessitamos?" mas, sim, "quantos pães tendes?".

A passagem denota a precaução de Jesus no sentido de alertar as discípulos para a necessidade de algo apresentar a Providência Divina como base para o socorro que suplicamos.

Em verdade, o Mestre conseguiu alimentar milhares de pessoas, mas não prescindiu das migalhas que os apóstolos lhe ofereciam.

O ensinamento é precioso para a nossa experiência de oração.

Não vale rogar as concessões do Céu, alongando mãos vazias, com palavras brilhantes e comoventes, mas sim pedir a proteção de que carecemos, apresentando, em nosso favor, as possibilidades ainda que diminutas de nosso esforço próprio.

Não adianta solicitar as bênçãos do pão imobilizando os braços no gelo da preguiça, como é de todo Impróprio rogar aos talentos do amor, calcinando o coração no fogo do ódio.

Decerto, o Senhor operara maravilhas, no amparo a todos aqueles que te partilham a marcha...

Dispensará socorro aos que amas, transformará o quadro social em que te situas e exaltará o templo doméstico em que respiras...

Contudo, para isso, e necessário lhe ofereças os recursos que já conseguiste amontoar em ti mesmo para a extensão do progresso e para a vitória do bem.

Não te esqueças, pois, de que no auxílio aos outros não prescindirá o Senhor do uxilio, pequenino embora, que deve encontrar em ti.


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terça-feira, 21 de março de 2017

*Livro: “PALAVRAS DE VIDA ETERNA”* 8 - VIDA E POSSE

*Livro: “PALAVRAS DE VIDA ETERNA”*

F. C. Xavier/Emmanuel


8 - VIDA E POSSE

"Não é a vida mais que o alimento?" – Jesus –
(Mateus, 6:25.)

Aconselha-te com a prudência para que teu passo não ceda à loucura.

Há milhares de pessoas que efetuam a ramagem carnal, amontoando posses exteriores, à gana de ilusória evidência.

Senhoreiam terras que não cultivam.

Acumulam ouro sem proveito.

Guardam larga cópia de vestimenta sem qualquer utilidade.

Retém grandes arcas de pão que os vermes devoram.

Disputam remunerações e vantagens de que não necessitam.

E imobilizam-se no medo ou no tédio, no capricho maligno ou nas doenças imaginárias, até que a morte lhes reclama a devolução do próprio corpo.

Não olvides, assim, a tua condição de usufrutuário do mundo, e aprende a conservar no próprio íntimo os valores da grande vida.

Vale-te dos bens passageiros para estender o bem eterno.

Aproveita os obstáculos para incorporar a riqueza da experiência Não retenhas recursos externos de que não careças.

Não desprezes lição alguma.

Começa a luta de cada dia, com o deslumbramento de quem observa a beleza pela primeira vez e agradece a paz da noite como quem se despede do mundo para transferir-se de residência.

Ama pela glória de amar.

Serve sem prender-te.

Lembra-te de que amanhã restituirás à vida o que a vida te emprestou, em nome de DEUS, e que os tesouros de teu espírito serão apenas aqueles que houveres amealhado em ti próprio, no campo da educação e das boas obras.



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MENTOR ESPIRITUAL

*FONTE VIVA* 9 - ESTEJAMOS CONTENTES

*FONTE VIVA*

FRANCISCO CANDIDO XAVIER

DITADO PELO ESPÍRITO EMMANUEL

12a Edição Federação Espírita Brasileira



9 - ESTEJAMOS CONTENTES

"Tendo, porém, sustento e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes. - Paulo. (1 TIMOTEO, 6:8.)

O monopolizador de trigo não poderá abastecer-se à mesa senão de algumas fatias de pão, para saciar as exigências da sua fome.

O proprietário da fábrica de tecidos não despenderá senão alguns metros de pano para a confecção de um costume, destinado ao próprio uso.

Ninguém deve alimentar-se ou vestir-se pelos padrões da gula e da vaidade, mas sim de conformidade com os princípios que regem a vida em seus fundamentos naturais.

Por que esperas o banquete, a fim de ofereceres algumas migalhas ao companheiro que passa faminto?

Por que reclamas um tesouro de moedas na retaguarda, para seres útil ao necessitado?

A caridade não depende da bolsa. É fonte nascida no coração.

É sempre respeitável o desejo de algo possuir no mealheiro para socorro do próximo ou de si mesmo, nos dias de borrasca e insegurança, entretanto, é deplorável a subordinação da prática do bem ao cofre recheado.

Descerra, antes de tudo, as portas da tua alma e deixa que o teu sentimento fulgure para todos, à maneira de um astro cujos raios iluminem, balsamizem, alimentem e aqueçam. . .

A chuva, derramando-se em gotas, fertiliza o solo e sustenta bilhões de vidas.

Dividamos o pouco, e a insignificância da boa-vontade, amparada pelo amor, se converterá com o tempo em prosperidade comum.

Algumas sementes, atendidas com carinho, no curso dos anos, podem dominar glebas imensas.

Estejamos alegres e auxiliemos a todos os que nos partilhem a marcha, porque, segundo a sábia palavra do apóstolo, se possuímos a graça de contar com o pão e com o agasalho para cada dia, cabe-nos a obrigação de viver e servir em paz e contentamento.






segunda-feira, 20 de março de 2017

26 Formação da Humanidade ESM 07⁄03⁄2017

A Explosão de Pentecostes Palestra de Shirley Milagres

Pedofilia׃ este distúrbio pode ser de outras vidas؟

Pedofilia׃ este distúrbio pode ser de outras vidas؟

*Livro: “PALAVRAS DE VIDA ETERNA”**7 - MELHORAR PARA PROGREDIR*

*Livro: “PALAVRAS DE VIDA ETERNA”*

F. C. Xavier/Emmanuel


*7 - MELHORAR PARA PROGREDIR*

"E a um deu cinco talentos e a outro dois e a outro um, a cada um segundo a sua capacidade..." - Jesus.
(MATEUS, 25:15.)

Melhorar para progredir - eis a senha da evolução.

Passa o rio dos dons divinos em todos os continentes da vida, contudo, cada ser lhe recolhe as águas, segundo o recipiente de que se faz portador.

Não olvides que os talentos de Deus são iguais para todos, competindo a nós outros a solução do problema alusivo à capacidade de recebê-los.

Não te percas, desse modo, na lamentação indébita.

Uma hora anulada na queixa é vasto patrimônio perdido no preparo da justa habilitação para a meta a alcançar.

Muitos suspiram por tarefas de amor, confiando-se à aversão e à discórdia, enquanto que muitos outros sonham servir à luz, sustentando-se nas trevas da ociosidade e da ignorância.

A alegria e o fulgor dos cimos jazem abertos a todos aqueles que se disponham à jornada da ascensão.

Se te afeiçoas, assim, aos ideais de aprimoramento e progresso, não te afastes do trabalho que renova, do estudo que aperfeiçoa, do perdão que ilumina, do sacrifício que enobrece e da bondade que santifica...

Lembra-te de que o Senhor nos concede tudo aquilo de que necessitamos para comungar-Lhe a glória divina, entretanto, não te esqueças de que as dádivas do Criador se fixam, nos seres da Criação, conforme a capacidade de cada um.



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*FONTE VIVA* *8-OBREIROS ATENTOS*

*FONTE VIVA*

FRANCISCO CANDIDO XAVIER

DITADO PELO ESPÍRITO EMMANUEL

12a Edição Federação Espírita Brasileira



*8-OBREIROS ATENTOS*

Aquele, porém, que atenta bem para a lei perfeita da liberdade e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecido, mas fazedor da obra, esse tal será bem-aventurado em seus feitos." - TIAGO, 1 :25.

O discípulo da Boa Nova, que realmente comunga com o Mestre, antes de tudo compreende as obrigações que lhe estão afetas e rende sincero culto à lei de liberdade, ciente de que ele mesmo recolherá nas leiras do mundo o que houver semeado. Sabe que o juiz dará conta do tribunal, que o administrador responderá pela mordomia e que o servo se fará responsabilizado pelo trabalho que lhe foi conferido. E, respeitando cada tarefeiro do progresso e da ordem, da luz e do bem, no lugar que lhe é próprio, persevera no aproveitamento das possibilidades que recebeu da Providência Divina, atencioso para com as lições da verdade e aplicado às boas obras de que se sente encarregado pelos Poderes Superiores da Terra.

Caracterizando-se por semelhante atitude, o colaborador do Cristo, seja estadista ou varredor, está integrado com o dever que lhe cabe, na posição de agir e servir, tão naturalmente quanto comunga com o oxigênio no ato de respirar.

Se dirige, não espera que outros lhe recordem os empreendimentos que lhe competem. Se obedece, não reclama instruções reiteradas, quanto às atribuições que lhe são deferidas na disposição regimental dos trabalhos de qualquer natureza. Não exige que o governo do seu distrito lhe mande adubar a horta, nem aguarda decretos para instruir-se ou melhorar-se.

Fortalecendo a sua própria liberdade de aprender, aprimorar-se e ajudar a todos, através da inteira consagração aos nobres deveres que o mundo lhe confere, faz-se bem-aventurado em todas as suas ações, que passam a produzir vantagens substanciais na prosperidade e elevação da vida comum.

Semelhante seguidor do Evangelho, de aprendiz do Mestre passa à categoria dos obreiros atentos, penetrando em glorioso silêncio nas reservas sublimes do Celeste Apostolado.


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sexta-feira, 17 de março de 2017

*FONTE VIVA* 7 - PELOS FRUTOS

*FONTE VIVA*

FRANCISCO CANDIDO XAVIER

DITADO PELO ESPÍRITO EMMANUEL

12a Edição Federação Espírita Brasileira



7 - PELOS FRUTOS

Por seus frutos os conhecereis.. - Jesus. MATEUS, 7:16

Nem pelo tamanho.

Nem pela configuração.

Nem pelas ramagens.

Nem pela imponência da copa.

Nem pelos rebentos verdes.

Nem pelas pontas ressequidas.

Nem pelo aspecto brilhante.

Nem pela apresentação desagradável.

Nem pela antiguidade do tronco.

Nem pela fragilidade das folhas.

Nem pela casca rústica ou delicada.

Nem pelas flores perfumadas ou inodoras.

Nem pelo aroma atraente.

Nem pelas emanações repulsivas.

Árvore alguma será conhecida ou amada pelas aparências exteriores, mas sim pelos frutos, peja utilidade, pela produção.

Assim também nosso espírito em plena jornada...

Ninguém que se consagre realmente à verdade dará testemunho de nós pelo que parecemos, pela superficialidade de nossa vida, pela epiderme de nossas atitudes ou expressões individuais percebidas ou apreciadas de passagem, mas sim pela substância de nossa colaboração no progresso comum, pela importância de nosso concurso no bem geral.

- "Pelos frutos os conhecereis" - disse o Mestre.

- "Pelas nossas ações seremos conhecidos"

- repetiremos nós.



quarta-feira, 15 de março de 2017

*Livro: “PALAVRAS DE VIDA ETERNA”* 5 - FÉ E OBRAS

*Livro: “PALAVRAS DE VIDA ETERNA”*

F. C. Xavier/Emmanuel


5 - FÉ E OBRAS


“A fé se não tiver obras, é morta em si mesma”.
TIAGO 2:l7

Imaginemos o mundo transformado num templo vasto, respeitável sem dúvida, mas plenamente superlotado de criaturas em perene adoração ao Céu.

Por dentro, a fé reinando sublime: Orações primorosas...

Discursos admiráveis... Louvores e cânticos...

Mas, por fora, o trabalho esquecido: Campos ao desamparo...

Enxadas ao abandono... Lareiras em cinza...

De que teria valido a exaltação exclusiva da fé, senão para estender a morte no mundo que o SENHOR nos confiou para a glória da vida?

Não te creias, desse modo, em comunhão com a Divina Majestade, simplesmente porque te faças cuidadoso no culto externo da religião a que te afeiçoas.

Conhecimento nobre exige atividade nobre.

Elevação espiritual é também dever de servir ao Eterno Pai na pessoa dos semelhantes.

É por isso que fé e obras se completam no sistema de nossas relações com a vida superior.

Prece e trabalho.

Santuário e oficina.

Cultura e caridade.

Ideal e realização.

Nesse sentido, Jesus é o nosso exemplo indiscutível.

Não se limitou o Senhor a simples glorificação de DEUS nos Paços Divinos, quanto à edificação dos homens. Por amor infinitamente a Deus, na Sublime Tarefa que lhe foi cometida, desceu à esfera dos homens e entregou-se à obra do Amor infatigável, levantando-nos da sombra terrestre para a Luz Espiritual.



Medida Salvadora - Início às 10h - 15.03.2017

terça-feira, 14 de março de 2017

*Livro: “PALAVRAS DE VIDA ETERNA”*4 - AMOR E TEMOR

*Livro: “PALAVRAS DE VIDA ETERNA”*

F. C. Xavier/Emmanuel


4 - AMOR E TEMOR

"O perfeito amor lança fora o temor".
(I JOÃO, 4:18.)

Para que nossa alma se expanda sem receio, através das realizações que o Senhor nos confia, não basta o imperfeito Amor que estipula salários de gratidão ou que se isola na estufa do carinho particular, reclamando entendimento alheio.

É necessário rendamos culto ao perfeito amor que tudo ilumina e a todos se estende sem distinção.

O imperfeito Amor, procurando o gozo próprio no concurso dos outros, é quase sempre o egoísmo em disfarce brilhante, buscando a si mesmo nas almas afins para atormentá-las sob múltiplas formas de temor, quais sejam a exigência e o ciúme, a crueldade e o desespero, acabando ele próprio no inferno da amargura e da frustração.

O perfeito Amor, contudo, compreende que o Pai Celeste traçou caminhos infinitos para a evolução e aprimoramento das almas, que a felicidade não é a mesma para todos e que amar significa entender e ajudar, abençoar e sustentar sempre os corações queridos, no degrau de luta que lhes é próprio.

Para que te libertes, assim, das algemas do medo, não basta te acolhas no anseio de ser ardentemente querido e auxiliado pelos outros, segundo as disposições do Amor incompleto.

É indispensável saibas amar, com abnegação e ternura, entre a esperança incansável e o serviço incessante pela vitória do bem, sob a tutela dos quais viverás sempre amando, segundo o Amor equilibrado e perfeito pela força Divina que nos ergue triunfante, dos abismos da sombra para os cimos da luz.


CAROL RESPONDE #3 ALMA, REGRESSÃO E CURIOSIDADES ESPÍRITAS

FONTE VIVA - 5-CONSEGUES IR

*FONTE VIVA*

FRANCISCO CANDIDO XAVIER

DITADO PELO ESPÍRITO EMMANUEL

12a Edição Federação Espírita Brasileira



*5-CONSEGUES IR?*

"Vinde a mim..." - Jesus. (MATEUS, 11 :28.)

O crente escuta o apelo do Mestre, anotando abençoadas consolações. O doutrinador repete-o para comunicar vibrações de conforto espiritual aos ouvintes.

Todos ouvem as palavras do Cristo, as quais insistem para que a mente inquieta e o coração atormentado lhe procurem o regaço refrigerante...

Contudo, se é fácil ouvir e repetir o "vinde a mim" do Senhor, quão difícil é ir para Ele!

Aqui, as palavras do Mestre se derramam por vitalizante bálsamo, entretanto, os laços da conveniência imediatista são demasiado fortes; além, assinala-se o convite divino, entre promessas de renovação para a jornada redentora, todavia, o cárcere do desânimo isola o espírito, através de grades resistentes; acolá, o chamamento do Alto ameniza as penas da alma desiludida, mas é quase impraticável a libertação dos impedimentos constituídos por pessoas e coisas, situações e interesses individuais, aparentemente inadiáveis.

Jesus, o nosso Salvador, estende-nos os braços amoráveis e compassivos. Com ele, a vida enriquecer-se-á de valores imperecíveis e à sombra dos seus ensinamentos celestes seguiremos, pelo trabalho santificante, na direção da Pátria Universal...

Todos os crentes registram-lhe o apelo consolador, mas raros se revelam suficientemente valorosos na fé para lhe buscarem a companhia. Em suma, é muito doce escutar o vinde a mim....

Entretanto, para falar com verdade, já consegues ir?


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Gênese 013 Existência De Deus (itens 1 A 7)

*Gênese 013 Existência De Deus (itens 1 A 7)*

1.-  Deus é a causa primária de todas as coisas, a origem de tudo que existe e a base de toda a criação.

2.-  Constitui princípio elementar que pelos efeitos é que se julga uma causa, mesmo quando ela se conserva oculta. Em tudo, observando os efeitos é que se chega ao conhecimento da causa.

3.-  Outro princípio que se tornou axioma é o de que todo efeito inteligente tem que decorrer  de  uma  causa inteligente. Quando se contempla uma obra de arte ou da indústria, diz-se que produzida por um homem, por se verificar que não está acima da capacidade humana. A ninguém ocorrerá dizer que saiu do cérebro de um idiota ou de um ignorante, nem, ainda menos, que é trabalho de um animal ou produto do acaso.

4.-  Em toda a parte, reconhece-se a presença do homem pelas suas obras.  Observando-se  as  obras  da da Natureza, por sua providência, sabedoria e harmonia verifica-se que ultrapassam o limite da mais portentosa inteligência humana. Se o homem não as pode produzir, conclui-se que elas são produto de uma inteligência superior à Humanidade, a menos que se sustente que há efeitos sem causa.

5.-  Opõem alguns que as obras da Natureza são produzidas por forças materiais que atuam mecanicamente.
Assim com as moléculas do corpo, as plantas, os animais, os astros, tudo, enfim,  se  rege  pelas  leis  de
atração e repulsão. Por esse raciocínio, as forças orgânicas da Natureza são puramente automáticas.

6.-  Entretanto, não consideram os que assim pensam que, embora essas forças sejam materiais e mecânicas, não são inteligentes de si mesmas. São efeito de uma causa e não podem se constituir a Divindade. A aplicação útil dessas forças é um efeito inteligente, que denota uma causa inteligente.

7.-  Kardec exemplifica citando um pêndulo, que se move com automática regularidade, movida  por  uma  força material. Nessa regularidade é que está o seu mérito. Mas que seria esse pêndulo, se uma inteligência não  o houvesse distribuído inteligentemente essa força, indaga o Codificador? Do fato de não estar essa inteligência no pêndulo e de ninguém a ver pode-se deduzir que ela não existe? A existência do relógio atesta a existência do relojoeiro e a engenhosidade do mecanismo lhe atesta a inteligência e o saber.

8.-  Quando um relógio dá a hora precisa, nunca ocorreu a alguém dizer: aí está um relógio inteligente. E conclui:

Allan Kardec: " o mesmo ocorre com o mecanismo do Universo: Deus não se mostra, mas se revela pelas suas obras."

9.-  A existência de Deus é, pois, uma realidade comprovada não só pela revelação como pela evidência material dos fatos. Os povos selvagens, que nenhuma revelação tiveram, creem, instintivamente, na existência de um poder sobre-humano. Vendo coisas que estão acima das possibilidades do homem, deduzem que provêm de um  ente superior à Humanidade. Demonstram, portanto, mais lógica do que os que pretendem que tais coisas se fizeram a si mesmas.

                                               *QUESTÕES PARA ESTUDO*

a) De que princípio utilizou-se Kardec para demonstrar a existência de Deus?

b) E para demonstrar a sua ação inteligente?

c) Como Kardec refuta o argumento de que as obras da Natureza são produto de forças puramente mecânicas?

*C  O  N  C  L  U  S  Ã  O*

Não existe efeito sem causa, este é um axioma da ciência. Nem sempre, porém, essa causa nos é visível, o que não implica dizer que ela não existe. Sendo esse efeito inteligente, a causa que o origina somente pode ser igualmente inteligente. Em toda parte se reconhece a presença do homem pelas suas obras. Pela grandiosidade das obras da Natureza, porém, há que se concluir que a sua causa não pode ser a inteligência humana. Somente uma inteligência muito superior à do homem poderia dar causa a um efeito de tamanha magnitude.

*QUESTÕES PROPOSTAS PARA ESTUDO*

a) De que princípio utilizou-se Kardec para demonstrar a existência de Deus?
   
R - Kardec se utilizou de um axioma utilizado pela ciência, segundo o qual não há efeito sem causa. É princípio elementar da ciência que pelos seus efeitos é que se julga de uma causa, ainda que essa causa se conserve oculta. Cita, como exemplo,  um pássaro que, ao voar, é atingido por um tiro. Ainda que o atirador não seja visto, é de se deduzir a sua existência. Conclui-se,  pois, que nem sempre se faz necessário vejamos uma coisa para sabermos que ela existe e que, observando-se o efeito, conhece-se a causa.

b) E para demonstrar a sua ação inteligente?
   
R - Kardec parte de outro princípio  elementar igualmente utilizado pela ciência e que também se tornou axioma para comprovar  a inteligência de Deus: todo efeito inteligente resulta de uma causa inteligente. Em toda parte se reconhece a presença do homem pelas suas obras. Uma obra de arte, por exemplo, não pode se fazer por si mesma. Reconhece-se, nela, a atuação de uma inteligência, pois somente uma inteligência poderia concebê-la. Ninguém admitiria ser obra de um animal ou produto do acaso. Verificando-se que não está acima da capacidade humana, conclui-se ser ela obra de um homem.

Pela perfeição ou imperfeição da obra, poder-se-á reconhecer o grau de inteligência ou de adiantamento do seu autor. A existência do homem pre-histórico prova-se não apenas pelos fósseis encontrados, mas, também, por objetos daquela época trabalhados pelo homem. Uma pedra talhada, por exemplo, pode atestar a presença do homem pouco adiantado; um obra de arte, no entanto, prova que, não sendo ele capaz de produzi-la, somente pode ser obra de uma inteligência superior. O mesmo acontece com a obra da Criação. Observando-se a perfeita harmonia que move toda a Natureza, somos forçados a reconhecer que ela ultrapassa o limite da inteligência humana. Não podendo o homem produzí-la, somente pode ser fruto de uma inteligência superior à da Humanidade. Apenas uma inteligência superior à mais luminosa sabedoria de um homem de gênio seria capaz de produzí-la, a menos que se admita possa haver inteligência sem causa. Logo, essa inteligência somente pode provir da Divindade.                                                                                                                                                                              
c) Como Kardec refuta o argumento de que as obras da Natureza são produto de forças puramente mecânicas?
   
R - Os que se recusam a aceitar a existência de Deus argumentam que as obras da Natureza são efeito de forças puramente materiais, que atuam mecanicamente, em virtude de leis e forças que se põem em ação através de um automatismo. Kardec demonstra que essas leis e forças são materiais e mecânicas e não inteligentes. Sendo a sua aplicação útil um efeito inteligente, é irrefutável a existência de uma causa inteligente por trás delas. Exemplifica com a existência do relógio, que não se pode conceber sem a existência do relojoeiro. A "engenhosidade do mecanismo lhe atesta a inteligência e o saber. Quando um relógio vos dá, no momento preciso, a indicação de que necessitais, já vos terá vindo à mente dizer: aí está um relógio bem inteligente? Outro tanto ocorre com o mecanismo do Universo: Deus não se mostra, mas se revela pelas suas obras", conclui o Codificador.