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terça-feira, 10 de abril de 2018

ENQUANTO VIVEM NA ESCURIDÃO


**INFORMAÇÃO ESPÍRITA**

CIÊNCIA

**ENQUANTO VIVEM NA ESCURIDÃO**


Rubens Santini Oliveira

O trato com os Espíritos desencarnados e desequilibrados requer preparo e sensibilidade para que os resultados sejam percebidos.

Não basta apenas a boa vontade. Necessário treinamento, como estamos observando nesta série.

Este mês, vamos nos enriquecer com uma abordagem interessante sobre o papel da prece nesses processos.

**XIV - O PODER DA PRECE**

Hermínio C. Miranda, em “DIÁLOGO COM AS SOMBRAS”, sempre nos alerta que a fé e o amor são os dois grandes instrumentos de trabalho do doutrinador. Associados a essas virtudes, a prece é de grande eficácia para levar os Irmãos sofredores à reflexão de suas dores. A prece envolve a Entidade em vibrações pacificadoras, lhe dando o carinho que há muito tempo não encontrava.

“No momento propício, e mais uma vez temos que recorrer à intuição e ao senso de oportunidade, convém dirigir-se ao próprio Espírito e propor-lhe a prece. Dificilmente ele recusará, e, ainda que recuse, devemos fazê-la, mesmo porque não devemos pedir-lhe permissão para orar, e sim comunicar-lhe que vamos fazê-lo. Basta dizer, por exemplo:

- Vamos orar?

Ou:

- Agora vou fazer uma prece.

Como disse, dificilmente ele se oporá. Poderá, no máximo, dar um muxoxo desinteressado, ou fazer um comentário condescendente:

- Pode orar, se quiser ...

(...) A prece deve ser dita de preferência de pé, ao lado do companheiro manifestado, com as mãos estendidas para ele, como que a concentrar nele as vibrações e as bênçãos que invocamos. Alguns informam depois, ou durante a prece, que se acham “defendidos”, “protegidos” por “couraças” e “capacetes” invioláveis, nos quais, esperam eles, as energias suscitadas pela prece não poderiam penetrar.

Dirija a sua prece a Deus, a Jesus ou a Maria, pedindo ajuda para o companheiro que sofre.

Se já dispõe de alguma informação sobre ele, fale especificamente de seu problema, como um intermediário entre ele e os poderes supremos que nos orientam e amparam. Eles se esqueceram, às vezes por séculos, e até milênios, de que esses canais de acesso estão abertos também a eles. Não têm mais vontade, ou interesse, de se dirigirem a Deus.

Ou lhes falta coragem, por julgarem-se além de toda recuperação, indignos e incapazes de projetarem o pensamento a tão elevadas Entidades.

Em alguns casos, costumo orar não apenas pelo Espírito manifestante, mas como se fosse ele próprio, com as palavras e as emoções que ele mesmo escolheria para dirigir-se ao Pai ou Jesus, se estivesse em condição de fazê-lo.”

“Em todos os casos de obsessão, a prece é o mais poderoso meio de que se dispõe para demover de seus propósitos maléficos o obsessor.” (“A GÊNESE” – Allan Kardec)

O hábito da prece

O hábito da prece mantém o médium em estado de vigilância, imprescindível ao bom êxito de sua tarefa.

Através da oração, isolamo-nos das influências negativas, sintonizando-nos com as forças espirituais que iluminam.

A prece não nos isenta das provas, mas dá-nos forças para suportá-las.

“Nos momentos de dificuldade e sacrifício, vamos lembrar de orar para Nosso Pai.

A oração é um santo remédio para os nossos males.

Não é só nas horas de aflição é que devemos recorrer a esse recurso maravilhoso.

Ela deve ser feita todos os dias. Pela manhã, agradecendo pelo descanso de nosso corpo físico, e pedir proteção para mais um dia de trabalho aqui na Terra. Ao anoitecer, antes de dormir, agradecendo pelo dia que tivemos, e pedindo para que nosso Espírito possa estar com nossos Amigos Espirituais, buscando novos esclarecimentos para nosso aprimoramento espiritual.

Lamentamos que muitas pessoas só recorrem à oração para pedir a conquista de bens materiais. Conquistas essas que são perecíveis com o tempo. Devemos pedir, sim, uma boa saúde para o nosso corpo físico, para que possamos ter a força e a energia necessária para cumprir com grande sucesso o que nos foi planejado pelo Plano Espiritual.

Devemos pedir a proteção, os bons conselhos e as inspirações de nossos Guias Protetores para a resolução de nossos problemas em que, por ventura, estejamos atravessando.

Mas, devemos orar não só para pedir, mas também para agradecer pelas nossas conquistas do dia a dia e pelas dádivas recebidas. Podemos orar para emitir vibrações positivas para aqueles entes queridos que estejam doentes ou em dificuldades.

Devemos orar, também, e isto mostra a nossa grandeza e elevação de nossa alma, para os nossos inimigos e por todos aqueles que nos desejam o mal. Vamos perdoar-lhes cada ato infeliz e impensado que tenha sido desferido contra nós. Vamos mostrar-lhes o nosso carinho, o nosso Amor, a nossa tolerância, e pedir à Deus para que façam rever seus gestos, suas posturas. E que as Entidades Benevolentes possam iluminá-los para a prática de atos mais elevados.

Lembrem-se: a oração é uma benção Divina.

Podemos recorrer a ela a todos os instantes.

A oração é um ato de Amor, um elo de ligação entre o Plano Espiritual e o Terreno.

Para orar, não há necessidade de palavras decoradas, ditas sem nenhum sentimento.

Mais valem dez palavras expressas com amor e devoção... Muitos falam que não sabem rezar. Basta humildemente, com suas próprias palavras, com uma devoção muito grande, acreditando naquilo que está sendo pedido, ser concretizado. Vamos lembrar o que o Nosso Mestre Jesus nos disse: “Pedi e se vos dará“. Acima de tudo, devemos orar com muita fé!”





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0 O Homem Integral 3

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Studied widely throughout the centuries, Pythagoras affirmed that he (man) is the measure of all things, while Socrates elucidated to be the most direct object of philosophical concern.

COMO MANTER A SAÚDE E PREVENIR DOENÇAS

HOW TO KEEP HEALTH AND PREVENT DISEASES - with the medium Isabel Salomão de Campos

segunda-feira, 9 de abril de 2018

0 O Homem Integral 2

0 The Integral Man 2

Encyclopedias define man as a "rational animal, moral and social, mammal, biped, bimonthly, capable of articulated language, which occupies the first place in the zoological scale, human being ..."


0 O Homem Integral 1

0 The Integral Man 1

Encyclopedias define man as a "rational animal, moral and social, mammal, biped, bimonthly, capable of articulated language, which occupies the first place in the zoological scale, human being ..."

CAPÍTULO 20 = JESUS E INIMIGOS 31 final


CAPÍTULO 20 = JESUS E INIMIGOS


O progresso tecnológico, favorecendo o conforto, implacavelmente nivela os homens em uma só faixa, produzindo um tipo de igualdade desumanizadora que o consumismo estabelece como logro social relevante.

Por efeito, uma comunidade é tida como feliz em razão dos instrumentos eletrônicos de que dispõe, dos automóveis, iates e até aviões que aguardam para serem utilizados.

Os modismos assolam, gerando um comportamento mesmista, em que os indivíduos se imitam, assumindo posturas idênticas, com enfraquecimento dos ideais, da ética, da família, da criatura em si mesma.

Reagindo a tal conduta, multiplicam-se aqueles que se apresentam originais, já não surpreendendo pelo exotismo e desprezo a tudo e todos, denominados como “reacionários por protestos”, de imediato aceitos, imitados e absorvidos, logo passada a novidade.

Tais posturas escondem os chamados complexos coletivos, que destroem a vida, instalando o clima de indiferença, quando não de instabilidade nas pessoas.

Há modelos para todos os nivelamentos de indivíduos com injustificável desprezo pela sua identidade humana.

Sufocado pela falta de humanidade, o homem busca refúgio nos partidos políticos, nos clubes sociais e desportivos, nos aglomerados, temendo enfrentar-se.

Permanece na multidão, sofrendo de insuportável soledade.

Vê inimigos em toda parte e busca afastá-los, usando artifícios segregacionistas de vários tipos, embora fantasiando-se de democrata e solidário.
*

Os inimigos mais cruéis, todavia, permanecem no imo das próprias criaturas, que os vitalizam com o orgulho, o egoísmo e o disfarce da acomodação social aparente.

Jesus soube identificá-los, como jamais alguém logrou fazê-lo em tal profundidade.

Ouvia os Seus interlocutores, que embora dissimulassem os motivos reais que os assinalavam, não conseguiram passar despercebidos.

Diante da Sua visão penetrante se desnudavam os hipócritas e enganadores.

A Sua posição moral impunha-se-lhes, no entanto, e Ele os enfrentava com amor ou energia, conforme a circunstância e a intenção de que se revestissem; sempre porém generoso.

Levava cada um a auscultar-se e adentrar-se, a fim de extirpar as matrizes do mal em desenvolvimento.

Logo depois, estimulava-os ao crescimento pessoal, desarticulando os mecanismos mentais e sociais que conspiravam para a decadência geral, pela queda do nível cultural e emocional que deve constituir a base da sociedade.
*


Em a negativa de Pedro, três vezes repetida, a respeito do amigo, temos uma lição de grande magnitude, porquanto, tão logo ele veio a cair em si, chorou amargamente”. (*)

(*) Mateus:26,75.

A explosão das lágrimas foi-lhe a oportuna catarse liberativa do arrependimento que o poderia neurotizar, levá-lo, como aconteceu a Judas, ao suicídio infame.

Reergueu-se da queda, venceu o medo inimigo e a pusilanimidade adversária, dando, a partir dali, todo o restante da vida ao serviço de reparação pelo bem.

Jesus, por Sua vez, aceitou-lhe a oferenda de amor, utilizando-o no ministério.

O Mestre conhecia-o. Por isso, anunciara-lhe a defecção porvindoura, as fragilidades, apontando-lhe os inimigos internos que deveria combater.
*

Não temas enfrentar as tuas sombras, esses inimigos que vigem em ti mesmo.

Fortalece o ânimo e concentra-te em Jesus, a própria terapia atuante.

Deixa que a tua emoção O alcance.

Não tenhas medo destes adversários com os quais convives sem saber.

Identifica-os, um a um, desembaraçando-te logo após da pressão que exercem sobre ti.

Recupera a tua humanidade, sendo tu mesmo.

Convive com todos no teu grupo social, mas preserva-te, sem seguir os modelos fabricados pelo consumismo devorador e neurotizante.

Permanece aberto à renovação, à diversidade, à tua identidade.

Desprovido de prevenções e precauções perturbadoras, gozarás de otimismo, fator essencial a uma vida sadia e a um inter-relacionamento social saudável.
Fim


JESUS E ATUALIDADE
DIVALDO PEREIRA FRANCO
DITADO PELO ESPÍRITO JOANNA DE ÂNGELIS

OBSESSÃO

👉🏿 *INFORMAÇÃO ESPÍRITA*


COMUNICAÇÃO




*SÉRIE ENCONTRO COM CHICO E DIVALDO*

OBSESSÃO


Quais os métodos terapêuticos ideais contra o processo obsessivo?

Chico Xavier - Os Bons Espíritos são unânimes em afirmar que quanto mais nos melhorarmos em Espírito, menores serão sempre as nossas possibilidades de ligação com as forças desequilibradas das sombras.

Há também um tema de grande importância no Movimento Doutrinário, O Espírita deve manter trabalhos de desobsessão? Como?

Divaldo - A função do Centro Espírita, é muito complexa: escola, hospital e lar. A escola não é somente o lugar em que se transmitem experiências orais, mas também experiências vividas e vívidas. Falando-se tanto da Psicoterapia aos alienados mentais, aos que sofrem de parasitose espiritual, é necessário que a Casa mantenha um departamento de desobsessão para pôr em prática os postulados que transmite. Faz-se imprescindível que toda Casa Espírita mantenha um trabalho de desobsessão, mas que não seja a desobsessão a função da Casa, única e exclusivamente. Que a desobsessão seja um passo adiantado da vivência da Casa Espírita, que deve iniciar os seus labores pelo estudo da Doutrina, para que se saiba, primeiro, o que é o Espiritismo, quais as suas metas, como aplicá-las no dia-a-dia da vida e depois começar a vivenciá-las, incluindo, como é lógico, o tratamento desobsessivo no seu programa de socorro aos necessitados. A sessão de desobsessão é de muita importância, não só para os que estão obsidiados, na alienação, como para aqueles que estão sob a injunção de entidades perversas e ainda não se deram conta — não podemos esquecer que estamos sob a alça-de-mira de adversários muito severos, inimigos pessoais de ontem, inimigos doutrinários de muito tempo e inimigos do progresso, porque há entidades no mundo espiritual, que são inimigas do progresso da Humanidade e que investem contra todos aqueles que se propõem mudar o comportamento da comunidade. É necessário que os trabalhadores da causa
espírita estejam vigilantes, porquanto o simples fato de aderir ao Cristo, significa romper os vínculos com a treva. E, como treva é violência, o fato de rompermos o vínculo com os seus famanazes não implica que eles vão deixar-nos tranqüilos.

A desobsessão é uma oportunidade também de lhes falarmos e de nos melhorarmos, desintoxicando-nos das viciações que eles insistentemente mantém conosco.

Sobre isto temos experiências pessoais e de outros companheiros, muito características.

Certa feita, fomos procurados por um moço que era portador de uma problemática muito grave. Ele nos pedia ajuda. Havia estado com um psicanalista e este mandou que ele assumisse o problema. Porque agora está na moda assumir a loucura, mas nunca assumir o Bem. Quando é para assumir o Bem, diz-se: “tenha cuidado, hem? Não vá meter-se nisso.

Não se engaje nessa coisa! Fique na periferia!”

Como me referiu uma senhora: “Eu quero entrar no Espiritismo, mas não quero entrar muito, porque, se eu entrar muito, posso desequilibrar-me”. Quando é de referência às paixões negativas, às tendências infelizes, aos desvios de comportamento, estimula-se: 

“Assuma, porque isto é muito bom para nós”.

Infelizmente, o indivíduo que assumir os problemas terá mais conflito: vai jogá-los nos outros. O psicanalista estimulou-o dizendo:

“Agora é assim mesmo: a gente tem que assumir, tem que ser por fora o que é por dentro”.

Mais amargurado, o moço me disse: “Eu não posso. A minha formação não me permite. O Sr. me poderia ajudar de alguma forma, através do Espiritismo?” Respondi-lhe: “Como não, meu filho! Você deve assumir os valores positivos da vida; assumir esta luta; conscientizar-se e lutar frontalmente. Não arranje anestésicos, desvios. Examine em profundidade o problema, veja como você poderá superá-lo e você irá vencendo. Eu me proponho a colaborar com você. Em de terminados momentos, você vem conversar comigo, faremos psicoterapia verbal. Você vem aqui e como temos sempre pessoas doentes, pessoas que estão precisando tomar banho, cortar unhas, cabelos, fazer sopa. Durante o tempo em que você estiver auxiliando nestes misteres, não lembrará do problema. Você está na monoidéia. Nós lhe vamos dar uma polivalência de idéias e, à medida em que
essas idéias forem tomando conta da sua mente, irá diminuindo a força da monoidéia.

Simultaneamente, faremos a terapia espírita, a fluidoterapia. Pediremos a amigos para lhe aplicarem passes, como também o aplicaremos Você irá ler, compreender as causas, etc.”.

Interessei-me muito pelo problema do jovem. Era uma pessoa tão honesta, tão desejosa de melhorar-se, que procuramos auxiliar com os ensinos espíritas.

O moço começou a ir à nossa casa, passamos a dialogar. Fui notando uma coisa curiosa: à medida em que eu me ia aprofundando no problema dele, passei a sentir um inexplicável mal-estar psíquico e físico. Quando ele chegava, dava-me uma sensação de desagrado pela sua pessoa.

Quando ele começava a narrar-me as dificuldades, eu reflexionava: “Meu Deus, o que é que está havendo?” Passei a viver uma dicotomia emocional. Aquela boa-vontade e o mal-estar, prazer e desestímulo em atendê-lo. Depois que ele saía, eu ficava com uma certa indisposição. Orava, então:

“Meu Deus, não estou bem de saúde”. (A gente arranja logo uma desculpa: eu não estava bem era de espírito e não de saúde física.) Fui lutando, lutando.
Ao fim de duas semanas, eu estava realmente indisposto, mesmo sem a
presença do moço: Então dei-me conta: isto aqui tem um sinal vermelho, chamando-me a atenção. Recolhi-me à oração, orei demoradamente, procurei fazer uma avaliação, meditei bastante. Por fim, quando eu estava orando, apareceu-me um Espírito, que me disse: “Bom, já que você insiste tanto em querer saber a causa, eu lhe vou dizer: é você mesmo!” Retruquei: Eu sei, sim, que a causa está em mim, porque se eu não sintonizasse, não teria a comunicação.

Mas, por que o irmão disse que a causa sou eu? Ele respondeu-me: “Porque aquele sujeito é meu escravo. Eu me locupleto com ele, dele me utilizo, como você se utiliza de uma máquina para conseguir determinados objetivos. Sou eu quem o leva a delinquir, porque ele me pertence”. E narrou-me a história da vida pregressa (da encarnação anterior do jovem). “Como ele me traiu, quando vivíamos juntos, eu agora lhe cobro a dívida.

Vou levá-lo a uma situação insuportável, porque o que eu espero dele é o suicídio. Se ele se matar, eu o terei do lado de cá.

Enquanto ele estiver escondido no corpo, eu o terei, apenas, parcialmente. Mas eu não vou matá-lo! Vou induzi-lo a que se mate! Vou tornar a sua situação tão insuportável, que ele terá idéia de fugir como solução. E a melhor porta que lhe sugerirei, será esta, para que ele venha cair nos meus braços. Aí é que eu irei cobrar a dívida”. Eu interpus: “Mas, meu irmão, eu não estou entendendo: você quer matá-lo e me atrapalha? Por quê?” Ele respondeu-me:

“Porque você me está atrapalhando. Para que você entenda: eu morava numa ilha com um escravo que me entendia e nós ambos gozávamos. De repente, foi colocada uma ponte. Alguém chegou e disse: ‘Venha, saia daí, você vai ter um continente, ao invés de uma ilha. Venha para a liberdade’, O meu escravo parte. Eu o vejo evadir-se, O que deverei fazer?” Respondi-lhe: “Deixar-se ir”.

Ele ripostou: “É, por que o escravo não é seu; ele é meu e eu não o vou deixar. Mas, como ele está sendo atraído por uma voz carinhosa e mais forte do que a minha...” Interrompi-o, inquirindo: “Que voz é esta?” Ele reagiu, informando: “A do outro”. “Quem?” indaguei, e ele: “O tal do Cordeiro. Como eu não posso matar o Cordeiro, que já foi sacrificado, eu vou quebrar a ponte e a ponte é você. O Cordeiro chama; se ele se for, se afoga. Mas eu quebrando a ponte, ele não sai. Prepare--se, porque eu vou atacar você. Mas meu escravo não sairá das minhas mãos”. Tentei pedir-lhe que atacasse ao meu patrão, porque eu também sou escravo d’Ele. Como estava agindo não era justo. “Por que é que você não vai quebrar o Chefe? Quebrar a mim é covardia”. Ele sorriu, cínico, e arengou: “Covardia ou não, cada um pega o que está mais fácil e eu vou pegar você!”

Silenciei, vigiando e orando. Posteriormente, eu disse ao rapaz: “Meu filho, você terá que fazer um esforço dobrado, por que seu caso me está afetando, tal a gravidade de que se reveste. Através de um trabalho continuado, e largo esforço do paciente, fomos tentando conquistar esse Espírito, até que ficamos amigos os três. Hoje o moço está tranqüilo, o Espírito resolveu colaborar com ele e tudo vai bem. Mas tudo logramos, através das sessões de desobsessão. 

😆

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CAPÍTULO 20 = JESUS E INIMIGOS 30

CHAPTER 20 = JESUS AND ENEMIES 30


Devoid of disturbing precautions and precautions, you will enjoy optimism, an essential factor in a healthy life and a healthy social interrelationship.

OBSESSÃO


**INFORMAÇÃO ESPÍRITA**



COMUNICAÇÃO

**SÉRIE ENCONTRO COM CHICO E DIVALDO**

OBSESSÃO




Os espíritos obsessores agem com mais facilidade durante o período de sono de suas vítimas? Qual a arma ideal para nos defender contra semelhante influência?

Chico Xavier - Tanto no sono quanto na vigília pelo que nos é facultado saber, a melhor vacina contra a incursão de processos obsessivos é a nossa permanência no trabalho do bem ao próximo, até que venhamos a adquirir a sublimação espiritual que nos tornará invulneráveis ao assédio de nossos irmãos menos felizes.



A epilepsia será sempre resultado de processo obsessivo?

Divaldo - As vezes sim, de outras vezes não; entendendo-se, porém, que o problema nervoso está presente em todos os fenômenos considerados epileptóides, porquanto o próprio traumatismo da criatura, no campo emocional, pode gerar determinadas manifestações epileptóides, sem a presença de espírito obsessor.



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COMO CONSTRUIR UM REINO DE PAZ AQUI NA TERRA

HOW TO BUILD A KINGDOM OF PEACE HERE ON THE EARTH - with the medium Isabel Salomão de Campos

domingo, 8 de abril de 2018

OBSESSÃO


**INFORMAÇÃO ESPÍRITA**



COMUNICAÇÃO

**SÉRIE ENCONTRO COM CHICO E DIVALDO**

OBSESSÃO



Como podemos distinguir um surto psicótico de uma obsessão? Quais “sintomas” identificam uma ou outra ocorrência?

Chico Xavier - Os sintomas são muito próximos uns dos outros. A grosso modo, não se pode diferenciar. Somente com o acompanhamento sistemático persistente e acuidade clínico-doutrinária pode-se chegar a um diagnóstico.

O fato é que se sabe somente que era obsessão depois do tratamento por meio de passes e orações.

Fora isso ficam nossos irmãos nas internações sucessivas. Muitos dos chamados loucos sofrem é uma possessão como cobrança de um passado tenebroso.


Como funciona a hipnose inicial e obsessiva de Espíritos desencarnados atuando sobre determinada pessoa no plano físico? Como conseguem eles resultados de tão profundo e corrosivo alcance, sem que a criatura se aperceba do abismo em que lentamente afunda?


Divaldo - Inicialmente por inspiração, eles passam a transmitir clichês mentais e fluidos facilmente assimiláveis pela vítima. Tais Entidades não ignoram que todos nós sintonizamos em vários tipos de ondas. É uma questão de aguardar o momento de alegria, de doença, de ira, revolta ou satisfação dos instintos para, sempre vigilantes em relação àqueles que pretendem perturbar, se utilizarem desses momentos de fraqueza ou invigilância. E o clichê mental que emitem chega muitas vezes de forma agradável, como que adocicado, principalmente se o indivíduo está deprimido. Se a criatura visada tem estruturação receptiva às coisas negativas, começa aí o comércio mental. Tudo principia como se o paciente estivesse monologando, cultivando a idéia central até que sobrevenha a fixação. A mente emissora do desencarnado, em fase mais adiantada, consegue fixar as matrizes da obsessão em sua vítima, aprofundando o caminho largo da subjugação. Os Espíritos levam sobre nós a vantagem de serem invisíveis. Daí por que a invigilância oferece perigos múltiplos, e o motivo pelo qual devemos não agasalhar pensamentos ociosos ou volúveis nem avassalar-nos na busca de um paraíso de prazer na realidade inexistente. As aberrações, o ódio, a mentira e a vindita são sempre inspiradas por mentes que se comprazem no mal.




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para onde iremos após a morte

Suely Caldas рассказывает о том, куда мы отправимся после смерти - Amiga # 22 - Feemt Play

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Além da mediunidade, a outra grande contribuição oferecida à cultura humana pelo Espiritismo é a idéia de obsessão.

Estudiosos afirmam, alias, tratar-se de um dos mais graves problemas da atualidade, visto que todos estão suscetíveis de receber influências espirituais.

Este o assunto dessa parte de nossa série com os dois mensageiros que tem nos levado a refletir nos últimos meses.

“Até onde e até quando um ou mais espíritos obsessores podem causar danos no plano físico a indivíduos desprovidos de certo amparo no Plano Espiritual?

Chico Xavier — Nossos amigos espirituais observam sempre que não há desamparo no Universo. A misericórdia de Deus nos alcança em todos os setores e em todas as situações, e desde que tenhamos já algum conhecimento para ensaiar os nossos passos nas estradas evolutivas, por nós mesmos, vamos criando em nós recursos de auto-proteção.

Então, nós podemos observar: se temos cuidados especiais para com os nascituros, para com aqueles que ainda não chegaram à vida física e que estão em trânsito para o nosso campo de trabalho, com o concurso das nossas grandes benfeitoras que são as nossas mães, se temos cuidados especiais para com aqueles que vão chegando, organizando casas especializadas de socorro, de assistência, se o nosso próprio lar é um ninho de amor e de proteção para a criança, quando a criança demanda esse auxílio pela fraqueza em que ela se encontra na obra de Deus, também os espíritos que se encontram ainda muito insipientes no conhecimento próprio merecem considerações e bênçãos especiais dos Espíritos Superiores.

Então, devemos catalogar os assuntos de obsessão, encarando esses assuntos de acordo com a nossa própria natureza. Um espírito obsessor terá tanto poder sobre nós quanto seja o poder que facultamos a esse espírito de nos obsedar. O obsessor tem sobre nós a influência do tamanho da nossa capacidade de atraí-lo para o nosso campo de ação. Poder-se-á observar, por exemplo, que muitas vezes, encontramos, nos sanatórios, irmãos nossos em condições precárias da mente, do cérebro, e que já não podem mais criar qualquer fibra de resistência, mas aí o assunto já transcendeu à nossa possibilidade de estudar, porque nós estamos estudando o caso conosco que
estamos conscientes das nossas responsabilidades. Se nós não guardarmos, se não nos defendermos, se não nos liberarmos antes do complexo de culpa, dessa calamidade que nós chamamos remorso - nós vamos atravessando as linhas fronteiriças da perturbação e depois o império das forças inferiores sobre nós, então o assunto já é pertinente a considerações outras que não as desta hora em que estamos estudando o problema da obsessão com a nossa inteireza de conhecimentos para sabermos mui to bem discernir o que é o bom e o que não serve para nós.

Nós sabemos, que o vício do fumo e das drogas prejudica muito o organismo,
mas, ao que se refere ao plano espiritual o vício do fumo e dos tóxicos, ele atinge negativamente tanto o Espírito, como o perispírlto, e esta pergunta seria formulada da seguinte maneira: se após a morte, o fumante continuaria desejoso, embora sem conseguir satisfazer, o habito de fumar ou de ingerir drogas?

Divaldo — Indubitavelmente. Os hábitos que se nos arraigam durante a vida física prosseguem na vida espiritual. As obsessões aí estão demonstrando esse fenômeno, à saciedade.

Na alcoolofilia, no alcoolismo inveterado, há, invariavelmente, um processo em que Espíritos de ex-alcoólatras se utilizam de pessoas irresponsáveis ou invigilantes para continuarem a ingerir o tóxico que as vitimou.

O mesmo processo se dá com o tabagismo.

Espíritos de ex-fumantes induzem e exploram pessoas invigilantes ou em estado de desequilíbrio a fim de que prossigam no vício.

Rogaríamos permissão ao nosso jornalista, para nos adentrarmos mais nesta questão.

A sexualidade mal conduzida, também impõe condicionamentos ao Espírito, que continua abastardado no além-túmulo e se utiliza de pessoas licenciosas, na Terra, para prosseguir no comércio carnal. O mesmo se dá com outros maus hábitos, quaisquer que sejam: a mentira, a calúnia, a infâmia, a inveja, o ódio são cânceres morais que se escondem no Espírito aturdido que, desejando saciar-se, sintoniza com Espíritos desencarnados semelhantes e conseguindo com aqueles um consórcio infeliz.

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CAPÍTULO 20 = JESUS E INIMIGOS 29

CHAPTER 20 = JESUS AND ENEMIES 29


Remain open to renewal, to diversity, to your i

ÉTICA NA COMUNICAÇÃO

ETHICS IN COMMUNICATION - with Daniela Arbex, journalist and spiritist writer - acasadocaminho

sábado, 7 de abril de 2018

sexta-feira, 6 de abril de 2018

ACONTECEU COM ELE*


**INFORMAÇÃO ESPÍRITA**



**ACONTECEU COM ELE**

Aquele que realmente conhecia a si mesmo, passando entre os homens, nunca perdeu de vista o esquecimento incondicional, diante da injúria e da violência.

Repelido - desculpava.

Ironizado - compreendia.

Desprezado - auxiliava sempre.

Aprisionado sem razão - não recorreu à justiça.

Espancado - abençoava os próprios verdugos.

Escarnecido - orava em silêncio pedindo ao Céu a paz dos perseguidores.

Condenado à morte sem culpa - esqueceu a suprema afronta.

E içado à cruz entre salteadores - estendeu o perdão puro e simples, rogando ao Pai Celeste amparasse aos que se lhe erigiam no monte da crucificação em frios carrascos.

Tudo isso aconteceu com Ele, o Cristo de Deus e Governador Espiritual do Mundo, coroado de espinhos.

Entretanto, por Sua serenidade, ensinou aos aprendizes do Seu Evangelho de Redenção, a viverem no mundo com a bênção do amor, a fim de que todos nós, aprendamos, por fim, a ressurgir da morte, não possuídos pela estreiteza de existência nos planos inferiores da carne, mas, sim, possuindo, além-túmulo, a alegria triunfante da vida vitoriosa.

EMMANUEL

A EQUIPE

ATENÇÃO!
Todas as citações reproduzidas foram psicografadas pelo médium Francisco Cândido Xavier.


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CAPÍTULO 20 = JESUS E INIMIGOS 28

CHAPTER 20 = JESUS AND ENEMIES 28


Live with everyone in your social group, but preserve yourself, without following the models manufactured by devouring and neurotizing consumerism.

CAPÍTULO 20 = JESUS E INIMIGOS 27

CHAPTER 20 = JESUS AND ENEMIES 27

Restore your humanity, being yourself.