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sexta-feira, 6 de abril de 2018

17. O pensamento de João


**INFORMAÇÃO ESPÍRITA**


A fé sem obras está morta


**17. O pensamento de João**

Iniciamos a análise do pensamento de João, com os comentários dos que aceitam a graça pela fé apenas que “a sua primeira carta já mostra a quem são as exortações às boas obras. Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifesto o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é, o veremos”. Citam ainda os que aceitam a graça pela fé apenas que: “Se alguém é tido como filho de Deus, como diz João, não ama de palavra, mas de obras e em verdade (I Jo 3:18)”. Concordamos, pois não somente pela fé, mas ao texto aludido que apresentamos de I Jo 3:17-18 encontramos que não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade. Com efeito, se é através das boas obras que devemos amar verdadeiramente, nem é preciso dizer mais nada, João Evangelista já encerrou o princípio de que a fé sem obras é morta e os demais apóstolos e o próprio Jesus institui o caráter de julgamento como sendo “a cada um segundo as suas obras”. De tudo isso, não há como fugir.

**Considerações Finais**

Caro Leitor, pudemos apresentar-vos e entendemos que conseguimos firmar a tese em bases profundas na pedra angular de que verdadeiramente “a fé sem obras é morta”, que o caráter de julgamento é “a cada um segundo as suas obras”, e somente se pegarmos versículos isolados de seu contexto, poderemos provar que a fé somente é suficiente. Todavia, faz-se necessário buscar a essência dos ensinamentos do Mestre e dos demais apóstolos em conjunto de que será através da prática das boas obras de “amor ao próximo” que iremos alcançar a perfeição e o nosso galardão para com o Pai.

Esta é a conclusão que chegamos, os que aceitam a graça pela fé apenas chegam à seguinte conclusão de que a “fé sem obras é morta, mas apenas as obras não são suficientes para termos a Salvação”. E a fé sem obras é suficiente para angariarmos a salvação? Enfim, o que efetivamente nos salva? A resposta é sintomática: A PRÁTICA DOS ENSINAMENTOS DE JESUS.

Entretanto, ainda encerram os que aceitam a graça pela fé apenas em dizer que: “não adianta pinçar da Bíblia mandamentos de Cristo para que façamos boas obras como se elas nos garantissem a salvação”. E se não praticarmos as boas obras, a nossa fé será viva? Cremos que não, muitos que aceitam a graça pela fé apenas se furtam do direito de fundamentar algo sobre tal ensinamento (Mt 25:31-46), se desviou para o dogma das penas eternas. Resumindo, a fé sem obras está morta, e o que fundamentamos é que seremos julgados pelas obras, e não pela fé. Se sem fé é impossível agradar a Deus, mas se esta fé não tiver as boas obras, será morta. Ou seja, é preciso crer em Jesus, mas só provaremos a nossa crença Nele através de nossas atitudes (boas obras). Assim como nos disse Ele: Porque o Filho do Homem há de vir na glória de seu Pai, com os seus anjos, e, então, retribuirá a cada um conforme as suas obras. (Mt 16:27). Não serei eu que vou contestar Jesus, pois estou com Ele e não abro, creio que será dado “a cada um segundo as suas obras”. A separação que haverá, não será através da fé, mas sobre justos e injustos (Mt 25:31-46).


________________________

Referências bibliográficas:

Bíblia Sagrada, São Paulo: SBB, 2000.

Bíblia Sagrada, Editora Ave Maria, São Paulo, SP, 68ª edição, 1989.

Bíblia de Jerusalém, nova edição. São Paulo: Paulus, 2002.

Bíblia Sagrada, Edição Pastoral, Paulus, São Paulo, SP, 43ª edição, 2001.

KARDEC, A. O Evangelho Segundo o Espiritismo, São Paulo: PETIT, 2004.

KARDEC, A. O Livro dos Espíritos, São Paulo: PETIT, 2004.

KARDEC, A. A Gênese, Editora, São Paulo: PETIT, 2004.

PALHANO JR, L. Aos Gálatas – a carta da redenção. Niterói, RJ: Lachâtre, 1999.

SOBRINHO, P. S. N. O que efetivamente nos salva? Belo Horizonte, 2003,
http://www.apologiaespirita.org/apologia/artigos/025_O_que_efetivamente_nos_salva.pdf, acesso em 04.2006.

Internet:

[1] http://pt.wikipedia.org/wiki/95_teses_de_Lutero, consultada julho 2006.         


Thiago Toscano Ferrari


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CAPÍTULO 20 = JESUS E INIMIGOS 26

CHAPTER 20 = JESUS AND ENEMIES 26

Do not be afraid to face your shadows, those enemies who watch over yourself.

Identify them, one by one, unraveling soon after the pressure they put on you.

CAPÍTULO 20 = JESUS E INIMIGOS 25

CHAPTER 20 = JESUS AND ENEMIES 25

Do not be afraid to face your shadows, those enemies who watch over yourself.

Do not be afraid of these adversaries with whom you live without knowing.

Voltar a Viver

Return to Living - with the medium Isabel Salomão de Campos

quinta-feira, 5 de abril de 2018

CAPÍTULO 20 = JESUS E INIMIGOS 24

CHAPTER 20 = JESUS AND ENEMIES 24

Let your emotion reach you.

CAPÍTULO 20 = JESUS E INIMIGOS 23

CHAPTER 20 = JESUS AND ENEMIES 23

Strengthen the mood and focus on Jesus, the acting therapy itself ..

Canto Catalão

Canto Catalão - interpretation of the Cantores do Caminho and guest musicians

CAPÍTULO 20 = JESUS E INIMIGOS 22

CHAPTER 20 = JESUS AND ENEMIES 22

Do not be afraid to face your shadows, those enemies who watch over yourself.

CAPÍTULO 20 = JESUS E INIMIGOS 21

CHAPTER 20 = JESUS AND ENEMIES 21

In Peter's refusal three times repeated concerning his friend, we have a lesson of great magnitude, for as soon as he came to fall upon himself, he wept bitterly. " (*)

(*) Matthew: 26.75.

The Master knew him. So he had announced to him the defection that had come, the weaknesses, pointing to the internal enemies he was to fight.

Abandono do lar na visão espírita

Abandonment of the home in the spiritist vision - with the medium Isabel Salomão de Campos

quarta-feira, 4 de abril de 2018

CANTA BRASIL - Encontro de Corais - acasadocaminho

CANTA BRASIL - Encounter of Corals - acasadocaminho

CAPÍTULO 20 = JESUS E INIMIGOS 20

CHAPTER 20 = JESUS AND ENEMIES 20

In Peter's refusal three times repeated concerning his friend, we have a lesson of great magnitude, for as soon as he came to fall upon himself, he wept bitterly. " (*)

(*) Matthew: 26.75.

Jesus, for his part, accepted the offering of love, using it in the ministry.

16. O pensamento de Pedro


**INFORMAÇÃO ESPÍRITA**


A fé sem obras está morta

**16. O pensamento de Pedro**

Partindo da premissa dos esclarecimentos que realizamos sobre o pensamento de Paulo, separamos o conceito que este apóstolo dava às obras da legalidade judaica e às boas obras de amor ao próximo, pregadas pelo Mestre Jesus. Assim como realizamos as explanações acima, enfatizamos que os que aceitam a graça pela fé apenas afirmaram o pensamento de Paulo voltados apenas a fé que outorga a salvação, entretanto, aponta para uma séria advertência do apóstolo Pedro:

É o que, aliás, ele ensina em todas as suas cartas. Nelas existem passagens de difícil compreensão; e existem pessoas ignorantes e inconstantes que lhes deformam o sentido, como aliás o fazem com outras partes das Escrituras, para a sua própria ruína. (II Pe 3, 26).

Dizem os que aceitam a graça pela fé apenas que as duas epístolas de Pedro são universais e que são dirigidas aos primeiros cristãos. Não há como negar tal evidência textual, porém, como aos primeiros cristãos que foram dirigidas tais epístolas, este apóstolo não poderia deixar de exortá-los a prática da caridade e ratificar o caráter de julgamento, sendo que Deus julga segundo a obra de cada um. Mesmo estes primeiros cristãos que alcançaram fé igualmente preciosa na justiça do nosso Deus e salvador Jesus Cristo, porém, vemos que ainda era necessário acrescentar à vossa fé a virtude que é o amor fraternal, e ao amor fraternal a caridade, provando que a “fé sem obras está morta” e que, porventura nada gera, nem muito menos a salvação, já que sem as boas obras, ela é morta. Deixaremos para tratar da Transubstanciação para análise no texto “Seremos salvos ou temos que nos salvar?”, subseqüente a nossa argumentação sobre aspersão do sangue de Jesus Cristo e o sangue de Cristo com o seu real significado simbólico e não literal.

Partindo para a análise dos que aceitam a graça pela fé apenas, acerca do pensamento de Pedro, assim o vemos em escrutínio a passagem de I Pe 1:17, com os seguintes comentários de que “o termo “Deus não faz acepção de pessoas” não é um termo que designe ‘salvação pelas obras’, muito pelo contrário, apenas denota que Deus aceita e aceitará a todos aqueles que vierem ao conhecimento de Cristo e O aceitarem como Salvador”. Todavia, tal passagem distorcida pelos que aceitam a graça pela fé apenas não se resume apenas em que “Deus não faz acepção de pessoas”. Em sentido de que seja “salvação pelas obras”. Ocorre que para Deus todos nós somos iguais perante a sua lei, portanto, todos nós seremos julgados por ela e segundo a obra de cada um. Tendo suprimido este princípio de julgamento através das obras, inverteu-se o entendimento, corrompendo o sentido deste caráter de julgamento. Destarte, a passagem prossegue em testificar este princípio:

E, se invocais por Pai aquele que, sem acepção de pessoas, julga segundo a obra de cada um, andai em temor, durante o tempo da vossa peregrinação. (I Pe 1:17).

Após fundamentarmos, segundo Pedro, o caráter de julgamento ser segundo a obra de cada um, mesmo não tendo nenhum comentário acerca deste princípio, ainda alegam os que aceitam a graça pela fé apenas que: “segundo o Pedro, este próprio apóstolo ensina, assim como Paulo, a fé para a Salvação, conforme vemos no versículo 5: ... que pelo poder de Deus sois guardados, mediante a fé, para a salvação que está preparada para se revelar no último tempo; e 9 alcançando o fim da vossa fé, a salvação das vossas almas”. Entretanto, fica claro que acreditar em Jesus somente não era suficiente, pois, segundo o Mestre é necessário em colocar todos os Seus ensinamentos em prática através das boas obras de amor ao próximo, já que a fé sem obras está morta, tão logo não poderá gerar a salvação e por este motivo que o Pai julga segundo a obra de cada um. Destarte, segundo os que aceitam a graça pela fé apenas, “as obras como resultado desta mesma fé, no versículo 15 do mesmo capítulo: sede vós também santos em todo o vosso procedimento”. Mas a fé sem obras está morta e não havendo este procedimento para as boas obras de amor ao próximo, certamente não estará sobre a rocha.

Sobre o texto aludido de I Pe 3:8-12 e segundo os que aceitam a graça pela fé apenas este “não altera em nada o entendimento fartamente exposto sobre as boas obras como resultado de alguém já salvo”, ou seja, não está implícito a exortação de obras de um já salvo, por que o Pai julga segundo a obra de cada um? É pelo simples fato de que qualquer um, crendo ou não em Jesus é capaz de realizar o mal e assim sendo, todos iremos ser pesados pelas nossas atitudes expressas em nossas obras.

Certamente que se a fé sem obras está morta, tão logo, vemos que todos de um mesmo sentimento, compassivos, amando os irmãos, entranhavelmente misericordiosos e afáveis, através das obras e não da fé somente. Com efeito, chegamos a conclusão à mesma conclusão de Pedro, de que “A caridade cobre uma multidão de pecados”, é por isso que o lema do Espiritismo é: “Fora da caridade não há salvação”.

Para finalizar o pensamento de Pedro, as que aceitam a graça pela fé apenas citam o texto de II Pe 1:2-10, onde também acreditamos que é precioso, tanto que realmente é mais uma exortação aos crentes. Se Pedro foi é duro com aqueles que se dizem salvos e não agem como tal como este recomenda:

E vós também, pondo nisto mesmo toda a diligência, acrescentai à vossa fé a virtude, e à virtude a ciência, e à ciência a temperança, e à temperança a paciência, e à paciência a piedade, e à piedade o amor fraternal, e ao amor fraternal a caridade. Porque, se em vós houver e abundarem estas coisas, não vos deixarão ociosos nem estéreis no conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo. Pois aquele em quem não há estas coisas é cego, (II Pe 1:2-10)

Encerram ainda os que aceitam a graça pela fé apenas em salientar que “vendo somente o que está perto, havendo-se esquecido da purificação dos seus antigos pecados”, onde infelizmente, distorcem o sentido e não frisaram em enfatizar: “ociosos e estéreis no conhecimento de Cristo”. Ou seja, segundo Pedro é necessário acrescentar à vossa fé a virtude que é o amor fraternal a caridade, já que a fé sem obras está morta.

Thiago Toscano Ferrari




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CAPÍTULO 20 = JESUS E INIMIGOS 19

CHAPTER 20 = JESUS AND ENEMIES 19

In Peter's refusal three times repeated concerning his friend, we have a lesson of great magnitude, for as soon as he came to fall upon himself, he wept bitterly. " (*)

(*) Matthew: 26.75.

He rose from the fall, overcame enemy fear and oppressive pusillanimity, giving from there all the rest of his life to the service of reparation for good.

#076 Ademar Gevaerd - O desabafo de um ufólogo - Pozati Filmes

# 076 Ademar Gevaerd - The outburst of an ufologist - Pozati Movies

CAPÍTULO 20 = JESUS E INIMIGOS 18

CHAPTER 20 = JESUS AND ENEMIES 18

In Peter's refusal three times repeated concerning his friend, we have a lesson of great magnitude, for as soon as he came to fall upon himself, he wept bitterly. " (*)

(*) Matthew: 26.75.

The burst of tears was the timely catharsis liberating of the regret that could neurotize him, take him, as it happened to Judas, to the infamous suicide.

CAPÍTULO 20 = JESUS E INIMIGOS 17

CHAPTER 20 = JESUS AND ENEMIES 17

In Peter's refusal three times repeated concerning his friend, we have a lesson of great magnitude, for as soon as he came to fall upon himself, he wept bitterly. " (*)

(*) Matthew: 26.75.

CAPÍTULO 20 = JESUS E INIMIGOS 16

605/5000
CHAPTER 20 = JESUS AND ENEMIES 15

The most cruel enemies, however, remain in the imo of the creatures themselves, who vitalize them with pride, selfishness and the disguise of apparent social accommodation.

Jesus knew how to identify them, as no one ever managed to do it in such depth.

It took each one to listen and to enter, in order to extirpate the matrices of the developing evil.

Subsequently, he encouraged them to personal growth, dismantling the mental and social mechanisms that conspired for general decay, for the collapse of the cultural and emotional level that should form the basis of society.

COMO EVITAR DOENÇAS DA ALMA

HOW TO AVOID DISEASES OF THE SOUL - with the medium Isabel Salomão de Campos - acasadocaminho

segunda-feira, 2 de abril de 2018

CAPÍTULO 20 = JESUS E INIMIGOS 15

CHAPTER 20 = JESUS AND ENEMIES 15

The most cruel enemies, however, remain in the imo of the creatures themselves, who vitalize them with pride, selfishness and the disguise of apparent social accommodation.

Jesus knew how to identify them, as no one ever managed to do it in such depth.

It took each one to listen and to enter, in order to extirpate the matrices of the developing evil.

Olhai por Nós - Grupo Q Atua Música -

Look For Us - Grupo Q Atua Música -

CAPÍTULO 20 = JESUS E INIMIGOS 14

CHAPTER 20 = JESUS AND ENEMIES 14

The most cruel enemies, however, remain in the imo of the creatures themselves, who vitalize them with pride, selfishness and the disguise of apparent social accommodation.

His moral position was imposed on them, however, and He confronted them with love or energy, according to the circumstance and intention of their being; always but generous.

15. As Obras da Lei e as Boas Obras segundo Paulo - PARTE 4 final

 **INFORMAÇÃO ESPÍRITA**


A fé sem obras está morta


**15. As Obras da Lei e as Boas Obras segundo Paulo**

PARTE 4

Acerca da passagem de Rm 8:28-30, entendemos que:

“O projeto eterno de Deus é predestinar, chamar, tornar justo e glorificar a cada um e a todos os homens, fazendo com que todos se tornem imagem do seu Filho e reúnam como a grande família de Deus. O projeto não exclui ninguém. Mas o homem é livre: pode aceitar ou recusar tal projeto, pode escolher a vida ou a morte, salvar-se ou condenar-se” (Bíblia Sagrada, Ed. Pastoral, em nota de rodapé).

Pela vontade de Deus todos nós estaremos um dia na mesma evolução que Jesus. Seremos justificados em Jesus, quando aplicarmos, no dia a dia, os seus ensinamentos sintetizados no amor incondicional. Sobre o texto de Rm 10:4-13, segundo os que aceitam a graça pela fé apenas “é mais do que claro de como o ensino da fé para a salvação é tema contínuo das cartas de Paulo”. É claro que se apegarmos isoladamente a poucos versos que pregam a salvação pela fé em Jesus, acima das “obras da lei” como já explanamos amplamente neste tópico. Paulo citando “Isaías ousou dizer: Fui achado pelos que não me buscavam, manifestei-me aos que por mim não perguntavam. (Rm 20:20)” e ainda que aos que foram apresentados à verdade “Quanto a Israel, porém, diz: Todo o dia estendi as minhas mãos a um povo rebelde e contradizente. (Rm 20:21)”.

Ainda sobre tal epístola, mas sobre a passagem de Rm 13:8-11, segundo os que aceitam a graça pela fé apenas “apenas prova o ensino de que primeiro vem a fé para a Salvação e, depois, as obras como resultado da fé”. Como sempre, aventa-se ao texto que a fé é para a salvação, segundo o contexto de Paulo, este apóstolo afirma que ameis uns aos outros que é segundo a essência do ensinamento de Jesus, ainda que convergindo o ensinamento entre ambos, temos que Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Ou seja, em consonância com o que foi amplamente versado neste estudo e no que há no Evangelho é que De sorte que o cumprimento da lei é o amor. Tendo em vista tal fundamento, entendemos que realmente aceitar a fé seja o começo, mas não um fim, porque a nossa salvação está agora mais perto de nós do que quando aceitamos a fé. Certamente, se a fé fosse mais importante do que a prática das boas obras de “amor ao próximo”, porém, sabemos que a nossa salvação está mais próxima pela prática do “amor ao próximo” do que quando aceitamos a fé. Ter a fé apenas, ainda nos mantém inoperantes, necessário é pratica o Evangelho para nos aproximarmos da salvação, segundo Paulo e principalmente como disse Jesus (Mt 25:31-46).

Sobre a passagem de Ef 1:3-4, alegam os que aceitam a graça pela fé apenas que “é mais uma exortação aos crentes”. Alegando concordar que devemos nos tornar santo e irrepreensível diante de Cristo em amor, mas segundo os que aceitam a graça pela fé apenas “isto não é para a salvação e, sim, demonstrar para o que fomos predestinados (v. 5), nós, crentes, que obtivemos a redenção não por estas obras, mas sim, ”...pelo seu sangue, a redenção dos nossos delitos” (versículo 7 do mesmo capítulo de Ef). Todavia, segundo Jesus, será dado “a cada um segundo as suas obras”, ao qual não implica no aceite apenas do sacrifício vicário Dele, antes que coloque seus ensinamentos em prática. Destarte, este é o caráter de julgamento e todos que praticam tal lei para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em amor uns para com os outros, através do “amor ao próximo”.

Iremos esclarecer ainda mais amplamente sobre o significado da Transubstanciação, onde entendo que muitos têm colocado o amor pelo seu sangue acima da prática de Seus ensinamentos de “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”. Destarte, eis o perigo de voltar-se a pratica de legalidades evangélicas nos dias de hoje, assim como outrora.

No que tange aos textos aludidos de Col 3:12-14 e 15-17, no qual o acreditamos que as boas obras sejam apenas para Glorificar a Deus! Mas também, com efeito, foi pelas obras que a fé se consumou, (Tg 2:22). Se as boas obras, e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus, certamente não é através da fé que resplandecerá a nossa luz e sim através das nossas boas obras, não para alimentar o nosso orgulho diante dos homens, mas para exortar o Evangelho vivo em nossas atitudes, do contrário, “a fé sem obras está morta”.

Finalizando o pensamento de Paulo com o texto de I Tm 2:1-4, os que aceitam a graça pela fé apenas explicam exatamente o motivo de fazerem “deprecações, orações, intercessões, e ações de graças, por todos os homens; pelos reis, e por todos os que estão em eminência, para que, além de termos uma vida quieta e sossegada, em toda a piedade e honestidade, as pessoas venham ao pleno conhecimento da verdade e sejam salvos por aquele que se deu a si mesmo em resgate por todos (v. 6 do mesmo capítulo)”. Apenas uma parte suprimida, pois para Deus nosso Salvador, que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade. E outro questionamento que deixamos para meditação:

Paulo exorta a Timóteo a praticar boas obras a favor de todos: amor altruísta e se Deus quer que todos os homens se salvem, quem poderá ser contra a vontade de Deus?

Ademais, para efetuar a nossa conclusão ao pensamento de Paulo sobre as “obras da lei”, não sendo estas como um caráter universal de obras. Fica um tanto que claro quando Paulo distinguiu as “obras da lei” pelas “boas obras” de Jesus:

Porque, sendo livre de todos, fiz-me escravo de todos, a fim de ganhar o maior número possível. Procedi, para com os judeus, como judeu, a fim de ganhar os judeus; para os que vivem sob o regime da lei, como se eu mesmo assim vivesse, para ganhar os que vivem debaixo da lei, embora não esteja eu debaixo da lei. Aos sem lei, como se eu mesmo o fosse, não estando sem lei para com Deus, mas debaixo da lei de Cristo, para ganhar os que vivem fora do regime da lei. (I Co 9:19-21).

Assim como Paulo deixa claro que não estivesse debaixo da lei, representando as obras da legalidade judaizante de sua época, mas debaixo da lei de Cristo. Seria estranho Paulo não estar debaixo da lei do “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”, sendo esta a lei de Jesus. Destarte, Paulo estava debaixo desta lei e não daquela, assim como nos evidencia na parábola dos cabritos e ovelhas já analisadas, evidenciando que “a cada um segundo as suas obras” é o fundamento de julgamento que o mesmo Paulo pregou.


Thiago Toscano Ferrari


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CAPÍTULO 20 = JESUS E INIMIGOS 13

CHAPTER 20 = JESUS AND ENEMIES 13

The most cruel enemies, however, remain in the imo of the creatures themselves, who vitalize them with pride, selfishness and the disguise of apparent social accommodation.

Before their pervasive vision they stripped the hypocrites and deceivers.

CAPÍTULO 20 = JESUS E INIMIGOS 12

CHAPTER 20 = JESUS AND ENEMIES 12

The most cruel enemies, however, remain in the imo of the creatures themselves, who vitalize them with pride, selfishness and the disguise of apparent social accommodation.

He listened to His interlocutors, who, although they concealed their real motives, could not go unnoticed.

CAPÍTULO 20 = JESUS E INIMIGOS 11

CHAPTER 20 = JESUS AND ENEMIES 11

The most cruel enemies, however, remain in the imo of the creatures themselves, who vitalize them with pride, selfishness and the disguise of apparent social accommodation.

Jesus knew how to identify them, as no one ever managed to do it in such depth.

Autismo

Autism - Spiritist Vision - TV Mundo Maior

Céu e inferno no Mundo Espiritual .

Heaven and Hell in the Spiritual World - Orientations of the medium Isabel Salomão de Campos.

domingo, 1 de abril de 2018

CAPÍTULO 20 = JESUS E INIMIGOS 10

CHAPTER 20 = JESUS AND ENEMIES 10

The most cruel enemies, however, remain in the imo of the creatures themselves, who vitalize them with pride, selfishness and the disguise of apparent social accommodation.

CAPÍTULO 20 = JESUS E INIMIGOS 9

CHAPTER 20 = JESUS AND ENEMIES 9

The fads devastate, generating a mesmista behavior, in which the individuals imitate, assuming identical positions, with weakening of the ideals, of the ethics, of the family, of the creature in itself.

He sees enemies everywhere and seeks to drive them apart, using segregationist devices of various sorts, though he fancies himself a Democrat and supportive.

15. As Obras da Lei e as Boas Obras segundo Paulo - PARTE 3


**INFORMAÇÃO ESPÍRITA**


A fé sem obras está morta


**15. As Obras da Lei e as Boas Obras segundo Paulo**

PARTE 3

Adentrando no texto de Gl 6:2 segundo os que aceitam a graça pela fé apenas esta passagem não “passa de exortações aos já salvos, integrantes da igreja na Galácia, alvo das cartas do apóstolo”. Todavia, quando os que aceitam a graça pela fé apenas não vêem brechas para sobrepor a fé, como o simples acreditar fosse o suficiente, diz-nos que esta epístola era dedicada aos já salvos e, segundo Paulo, Levai as cargas uns dos outros, e assim cumprireis a lei de Cristo. Cumprir a lei de Cristo é para com todos, pois Jesus não instituiu o “amar ao próximo como a si mesmo” como sendo o que acreditassem Nele, mas principalmente por aqueles que os perseguiam, caluniavam e odiavam-nos. Esta é a lei de Cristo e a sua prática é universal. (Mt 25: 31-46). O apóstolo Paulo nos dá ainda uma pista desta lei:

Então, enquanto temos oportunidade, façamos bem a TODOS, mas principalmente aos domésticos da fé. (v. 10 do mesmo capítulo).

Um entendimento paralelo a inferência de Paulo em realizarmos o ato de amor ao próximo, principalmente por aqueles que são domésticos da fé, é simplesmente pelo fato de, parafraseando Emmanuel que “amem os que estão ao seu lado, pois se não formos capazes de amarmos e suportamos as cargas dos que nos rodeiam, muito menos faríamos pelos que estão foram de nosso dia a dia“.

Tentando ainda nos apresentar outro entendimento ao texto em análise, os que aceitam a graça pela fé apenas nos remetem “a lei da semeadura como que Paulo, aqui em Gálatas, simplesmente aplica a mesma parábola contada por Jesus em Mt 13, pois quem conhece a lei da semeadura sabe que, apenas os que germinarem permanecerão”. Após esta sugestão dos que aceitam a graça pela fé apenas, ao contrário de querer dar o braço a torcer pelo que realmente está implícito no texto, prefere levá-lo a uma parábola que não tem nada a ver com o contexto de tal passagem que reprisamos:

Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará. Porque o que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna. E não nos cansemos de fazer bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido. (Gl 6:7-9).

O próprio apóstolo Paulo nos dá a entender anteriormente a esta citação, nesta mesma epístola que o que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção. Ou seja, os que praticam:

Ora as obras da carne são manifestas, as quais são: a prostituição, a impureza, a lascívia, a idolatria, a feitiçaria, as inimizades, as contendas, os ciúmes, as iras, as facções, as dissensões, os partidos, as invejas, as bebedices, as orgias, e coisas semelhantes a estas, contra as quais vos previno, como já antes vos preveni, que os que tais coisas praticam não herdarão o reino de Deus. (Gl 5:19-21).

E os que praticam as atitudes de “amor ao próximo”, sendo:

o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna como o fruto do Espírito é: o amor, o gozo, a paz, a longanimidade, a benignidade, a bondade, a fidelidade, a mansidão, o domínio próprio; contra estas coisas não há lei. (Gl 5:22-23).

Por este motivo o outro Paulo (o Neto) apresentou uma análise mais sólida, quando disse que É o que chamamos de Lei de Ação e Reação, vulgarmente denominada Carma. Não há como se iludir, tudo o que fizermos voltará contra nós ou a nosso favor. Se semearmos ódio, colheremos exatamente o ódio, se ao contrário, plantarmos amor; ceifaremos amor. Por isso, Paulo adverte para não nos cansarmos de fazer o bem, pois na colheita é isso que iremos colher. Querer apontar em outra direção é não querer ao menos explanar sobre o que diz o texto, tão claramente.

Deparamos com a análise sobre o texto de Rm 2:5-8; 9-11 e 13. O primeiro paradigma que nos compete quebrar, é que segundo os que aceitam a graça pela fé apenas dizemos que “Paulo ensina que ninguém será salvo por praticar as ‘obras da lei’ como se os ensinos do apóstolo se referissem às da lei de Moisés”. Esclarecemos que o caráter de julgamento que o Paulo (apóstolo) institui, como sendo o juízo de Deus; o qual recompensará cada um segundo as suas obras. Assim, fica claro que os que aceitam a graça pela fé apenas começaram ignorando este fundamento.

Segundo, para Deus não há distinção entre as demais pessoas, já que todos são iguais perante Ele e a Sua lei, bem como nos diz Paulo: glória, porém, e honra e paz a qualquer que pratica o bem; primeiramente ao judeu e também ao grego; porque, para com Deus, não há acepção de pessoas. Ademais, faltou aos que aceitam a graça pela fé apenas dizer neste texto que Paulo se referia aos de mesma fé como vinha afirmando, porém, vemos que para Deus, não há acepção de pessoas. Ou seja, nenhum comentário, pois as pessoas se referem à humanidade.

Concluem os que aceitam a graça pela fé apenas que “as obras a que Paulo, o apóstolo, se refere são, exatamente, obras da lei de Moisés”. Enfim, para os que aceitam a graça pela fé apenas “o apóstolo Paulo afirma, no contexto, versículos 14 e 15: porque, quando os gentios, que não têm lei, fazem por natureza as coisas da lei, eles, embora não tendo lei, para si mesmos são lei. pois mostram a obra da lei escrita em seus corações, testificando juntamente a sua consciência e os seus pensamentos, quer acusando-os, quer defendendo-os”.

O que apresenta o apóstolo Paulo é justamente a pratica da lei encontrada nos oráculos mais adiante, assim como mais importante quem as pratica, do que os que apenas creem, bem como podemos verificar:

Mas se tu és chamado judeu, e repousas na lei, e te glorias em Deus; e conheces a sua vontade e aprovas as coisas excelentes, sendo instruído na lei; e confias que és guia dos cegos, luz dos que estão em trevas, instruidor dos néscios, mestre de crianças, que tens na lei a forma da ciência e da verdade; tu, pois, que ensinas a outrem, não te ensinas a ti mesmo? Tu, que pregas que não se deve furtar, furtas? Tu, que dizes que não se deve cometer adultério, adúlteras? Tu, que abominas os ídolos, roubas os templos? Tu, que te glorias na lei, desonras a Deus pela transgressão da lei? Assim pois, por vossa causa, o nome de Deus é blasfemado entre os gentios, como está escrito. Porque a circuncisão é, na verdade, proveitosa, se guardares a lei; mas se tu és transgressor da lei, a tua circuncisão tem-se tornado em incircuncisão. Se, pois, a incircuncisão guardar os preceitos da lei, porventura a incircuncisão não será reputada como circuncisão? E a incircuncisão que por natureza o é, se cumpre a lei, julgará a ti, que com a letra e a circuncisão és transgressor da lei. Porque não é judeu o que o é exteriormente, nem é circuncisão a que o é exteriormente na carne. Mas é judeu aquele que o é interiormente, e circuncisão é a do coração, no espírito, e não na letra; cujo louvor não provém dos homens, mas de Deus. (Rm 2 17-29).

Ou seja, Paulo combate a hipocrisia farisaica, assim como Jesus o fizera e ficou comprovado no princípio deste tópico, em nossa introdução. E como se pratica a Lei e os Profetas? “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo com a si mesmo” tal é a lei. Agora, dizer que erramos em identificar o combate do apóstolo Paulo em relação ao farisaísmo, é inverter o ônus da prova e querer mostrar o oposto do que os textos não apresentam como sendo ambas as mesmas coisas as “obras da legalidade religiosa” com “as boas obras”.

Partindo desta epístola, analisaremos Rm 3:21-28 e chegamos ao princípio de que a fé sem obras está morta mais uma vez. Entretanto, entendemos que por não comentar nada do que há no texto pelos que aceitam a graça pela fé apenas, ratificamos que todos os que procuravam a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo, vemos que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei. Agora, o grande dilema em que se encontram os que aceitam a graça pela fé apenas, pois se para ele as “obras da lei” e “boas obras” são a mesma coisa, vemos que a fé sem obras não está morta e inverte até mesmo a proposta deste estudo de que “a fé sem obras está morta”. Nem é preciso dizer quem está se contradizendo, já que está mais claro do que a alva.

Fica evidente em tal texto, segundo o apóstolo Paulo, o homem é justificado pela fé sem as obras da lei, está querendo dizer que o homem se torna justo ao aderir ao evangelho de Jesus, não sendo mais necessário cumprir as “obras da Lei”, ou seja, a legislação mosaica, assim como a circuncisão, por exemplo.

Thiago Toscano Ferrari




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CAPÍTULO 20 = JESUS E INIMIGOS 8

CHAPTER 20 = JESUS AND ENEMIES 8

The fads devastate, generating a mesmista behavior, in which the individuals imitate, assuming identical positions, with weakening of the ideals, of the ethics, of the family, of the creature in itself.

He remains in the crowd, suffering from unbearable solitude.

A VISITA DE JESUS

THE VISIT OF JESUS - with the medium Isabel Salomão de Campos