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sexta-feira, 20 de abril de 2018

**EDUCAÇÃO - O APRENDIZADO DA VIDA**



**INFORMAÇÃO ESPÍRITA**




EDUCAÇÃO 1/2

**EDUCAÇÃO - O APRENDIZADO DA VIDA**




Hermínio C. Miranda

Os modelos até agora desenvolvidos e implementados partem todos da premissa de que para cada Ser humano que nasce é criado um Espírito, sem nenhuma experiência anterior. Isto na melhor hipótese, porque são muitos os educadores que sequer cogitam da possibilidade da existência da alma. Para eles, o Ser humano não passa de um engenhoso mecanismo cibernético montado no campo da Biologia pelo processo da seleção natural.

Não faz muito tempo dizia um professor universitário americano aos seus alunos: “Aqueles que acharem que têm alma, deixem-na no estacionamento lá fora.”

E era professor de Psicologia, ciência que, supostamente, deve cogitar dos problemas do psiquismo. Se nos lembrarmos de que a palavra grega psyché quer dizer alma, percebemos, no mínimo, a contradição semântica da incongruente postura didática de abstrair o conceito de alma de uma ciência criada precisamente para estudar a alma! São esses, contudo, os critérios predominantes desde que a própria educação se deixou contaminar por princípios de inspiração dogmático-religiosos por longo tempo e materialistas como alternativa mais recente.

— A educação começa com a vida — escreveu Franklin.

A Doutrina Espírita não tem, pois, fórmulas mágicas para os problemas humanos em geral e para os da educação em particular. Tem, contudo, uma estrutura de princípios lógicos, racionais e testados na vivência espírita, segundo os quais são aferidos e avaliados os métodos empregados, identificando os que conduzem a soluções adequadas e desejáveis e os que levam à esterilidade ou aniquilamento do esforço educacional.

Não é de seu propósito ou interesse disciplinar rigidamente os mecanismos sociais, prevendo situações e regulamentando comportamentos, como tentou empreender o Positivismo. O clima propício ao funcionamento adequado do processo evolutivo — uma das premissas básicas da Doutrina — é o da liberdade responsável e consciente, isto é, o exercício do livre arbítrio, mesmo porque — e aqui voltamos a Deolindo Amorim — “a reforma social deve partir da reforma moral do homem”. O Reino de Deus está em vós, disse o Cristo. Não está aqui ou ali, não é um acontecimento cósmico, ou a resultante de uma ordenação vertical, de cima para baixo e sim uma conseqüência da própria ordenação íntima do Ser humano. É, portanto, meta a ser alcançada por esforço consciente, livre e voluntário, a partir de um entendimento individual da realidade espiritual.

Tal realidade pode ser resumida em uns poucos conceitos fundamentais, entre os quais destaque especial merecem os seguintes:

O Ser humano é um Espírito imortal, temporariamente revestido de um corpo físico perecível. — “Tem assim o homem duas naturezas — escreveu Kardec na Introdução a O LIVRO DOS ESPÍRITOS — pelo corpo, participa da natureza dos animais, cujos instintos lhe são comuns; pela alma, participa da natureza dos Espíritos”.

Na impraticabilidade de realizar toda a sua programação evolutiva numa só existência, o    Espírito só poderá alcançar os extremos limites da perfeição através do mecanismo das vidas sucessivas, ou seja, da reencarnação.

“Os Espíritos — diz ainda Kardec — pertencem a diferentes classes e não são iguais, nem em poder, nem em inteligência, nem em saber, nem em moralidade”. O Espírito é responsável por todos os seus atos, tendo o mérito de suas virtudes e ônus de seus erros, que lhe cumpre reparar. Ante essa realidade, assume vital importância a educação do Ser humano, de vez que é através dela que se viabiliza o processo evolutivo. O Espiritismo, contudo, não preconiza esta ou aquela fórmula, este ou aquele modelo, mesmo porque fórmulas e modelos são necessariamente transitórios e precisam ser flexíveis, não apenas para atendimento de condições locais e temporais específicas, como porque também a metodologia é categoria evolutiva, como o próprio Ser humano. Haverá sempre espaço adiante e acima para conceber, testar e melhorar qualquer metodologia educacional. A Doutrina prefere mostrar os valores permanentes da vida para que, no âmbito deles, se movimentem com liberdade e criatividade responsáveis os educadores.

Uma advertência, contudo, impõe-se aqui: a de que continua fazendo falta ao correto equacionamento dos problemas educacionais o conceito da reencarnação.

— A educação da mente humana começa no berço — afirmou Cogan, médico inglês.

Já Hosea Ballon, pastor americano, declarava que a educação começava no colo das mães.

Até agora, somente o Espiritismo sabe que a educação não começa com a vida, no berço ou junto das mães, ela continua, prossegue, avança para um novo ciclo de experiências em cada existência na carne, mesmo porque também no intervalo entre uma vida e outra o Espírito (desencarnado) aprende e, portanto, educa-se.

As estruturas doutrinárias do Espiritismo oferecem espaço suficiente para acomodar qualquer procedimento que promova o desenvolvimento harmonioso da interação conhecimento/moral, conjugada com os cuidados adequados com o corpo físico do Ser humano encarnado, visando à sua melhor integração na comunidade. Lembra, contudo, a Doutrina, insistentemente, não apenas a responsabilidade inalienável de cada um, mas
também as desigualdades de inteligência, saber e moral entre os seres.

Em minha opinião pessoal — e aqui não falo necessariamente em nome do Espiritismo — sou por um modelo educacional que não apenas leve em conta os parâmetros doutrinários, mas que seja suficientemente flexível para comportar adaptações a condições específicas. Acho que a exagerada rigidez de currículos e de métodos pode levar à sufocação de importantes potencialidades em indivíduos bem dotados. Reconheço necessário um mínimo de formação básica indispensável, senão compulsória, especialmente nas matérias fundamentais. No momento em que escrevemos este estudo assistimos, por exemplo, a um impressionante processo de degradação do poder de comunicação do indivíduo, paradoxalmente numa época em que os meios de comunicação atingem elevados índices de diversificação, eficiência e expansão. São muitos os que não conseguem expressar em nível satisfatório aquilo que pensam e desejam transmitir.

Degradou-se a qualidade dos textos escritos, tanto quanto a da palavra falada.

Testemunhamos uma tendência de retorno ao pictograma, à figurinha, à imagem gráfica, em lugar da inteligente manipulação da palavra, refinado e destilado produto de milênios e milênios de aperfeiçoamento da instrumentação veiculadora do pensamento.

Daí, dizem alguns, o sucesso crescente das histórias em quadrinhos ou da imagem falante na televisão ou no cinema. Preguiça mental? Retrocesso intelectual? Bloqueios resultantes das práticas de múltipla escolha?

Que pesquisem e falem os técnicos no assunto, certos, porém, de que é de suma importância para a comunidade humana como um todo — e isto inclui seres encarnados e desencarnados — um bom e eficiente mecanismo de comunicação, enquanto não atingirmos os elevados patamares da evolução nos quais o pensamento se transmite ao vivo, in natura, direto, sem necessidade de recorrer a símbolos, imagens ou sons. Dizia H. G. WeIls que a primeira obrigação do educador está em levar o aluno a “entender, falar, ler e escrever sua língua materna”.

Seja como for, um mínimo de conhecimento básico é indispensável, senão mandatório.

Nesse mínimo, estaria incluído um adequado treinamento visando à inteligente utilização dos mecanismos de comunicação.

À margem disso, contudo, além e acima, deverá estar sempre reservado certo espaço para as peculiaridades e opções individuais.

Há alguns exemplos realmente dramáticos de que algo nesse sentido seria oportuno e aconselhável, como podemos ver.

O primeiro que me ocorre é o de Alberto Santos Dumont. Pouco mais que um adolescente, o jovem Alberto foi emancipado pelo pai e enviado, sozinho, a Paris para estudar. Lá chegando, em vez de procurar uma das excelentes universidades francesas, adotou o inusitado procedimento de escolher suas próprias matérias e, mais do que isso, seus professores e instrutores. Ele é que entrevistou os candidatos a professor, em lugar de deixar-se entrevistar por eles. Só ele sabia o que desejava aprender.

Se em lugar disso, resolvesse matricular-se numa faculdade tradicional, estaria sujeito a um currículo inadequado aos sonhos e objetivos que trazia no Espírito. Teria que aceitar matérias que não lhe interessavam, ao passo que nas de seu interesse imediato, iria ser alimentado com bloqueios que talvez inviabilizassem os seus propósitos. Em Física, por exemplo, uma importante noção bloqueadora era a de que o mais pesado do que o ar não podia voar. Pois não era isso mesmo o que ele queria? Quando se interessou pelos balões, foi informado enfaticamente de que nada mais havia a fazer com eles, pois já haviam alcançado o máximo em tecnologia. A questão é que, no fundo, talvez de maneira até não articulada ou consciente, ele sabia, como Espírito, que o sonho de fazer o homem voar estava apenas em princípio de realização e não na terminal do impossível.

E foi assim e por isso que Alberto Santos Dumont conseguiu voar em aparelhos mais pesados do que o ar, uma das “impossibilidades” da física no início do século.

Algum tempo depois o físico e astrônomo alemão Friedrich Zoellner realizaria com o concurso do médium Slade outra “impossibilidade” física — a interpenetralidade da matéria.





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1 – Fatores de perturbação 2

FIRST PART
DISTORTION FACTORS

1 Disturbance factors 2


The admirable achievements of science that rely on technology fail to harmonize the bellicose and dissatisfied man, who is allowed to dominate the wave of utilitarian materialism, which turns him into an organic heap that thinks, on the way to annihilation in the tomb.

Embora os problemas, DEUS não nos abandona jamais

Although problems, GOD never leaves us - With the medium Isabel Salomão de Campos

quinta-feira, 19 de abril de 2018

A DOR DOS ANIMAIS*

👉🏿 *INFORMAÇÃO ESPÍRITA*



JUVENTUDE

O JOVEM E SEUS PROBLEMAS


*A DOR DOS ANIMAIS*

"Eu tive um cachorro que morreu de câncer, depois de sofrer muito. Um ser humano com câncer demonstra que ele está pagando dívidas do passado e, por isso, sofre. Mas, como é que isso pode acontecer com um animal? Será que ele também tem dívida para pagar como nós? (IZAURA MENDONÇA DA SILVA - Campos Novos Paulista - SP)

Não. O animal não tem nada a pagar, simplesmente porque ele não é um ser moral, não tem consciência, mérito ou culpa de seus "atos". Segue apenas o curso da natureza, agindo por impulso do instinto ou por simples adestramento.

Resgate, pagamento, ressarcimento, expiação, só acontece com os humanos, que são inteligentes e conscientes em suas ações: estes têm mérito e culpa, porque têm livre-arbítrio, isto é, sabem diferenciar o bem do mal.

Os espíritas, devemos tomar cuidado para não generalizarmos conceitos, como é costume acontecer, quando afirmamos que todo sofrimento decorre de um resgate ou de um pagamento de dívida do passado. Não é bem assim. A idéia de que há uma relação direta entre o erro e o sofrimento é correta e deve ser sempre lembrada. Mas disso não resulta que todo sofrimento é resgate. Há várias causas para o sofrimento, e uma delas é a que decorre de nossas necessidades evolutivas. A esse tipo de sofrimento André Luiz chama de dor-evolução. Os animais, que nada têm a "pagar", sofrem em decorrência de sua evolução, aceitam naturalmente a morte, e sua dor é muito menor que a dor humana, porque eles não são atormentados pelos sofrimentos morais ou problemas conscienciais, os que mais nos torturam aqui e no além.



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1 Fatores de perturbação 1

PRIMEIRA PARTE
FATORES DE PERTURBAÇÃO

1 Fatores de perturbação 1

FIRST PART
DISTORTION FACTORS

1 Disturbance factors 1

The second half of the nineteenth century takes place in an Eurasia shaken by the continuous calamities of war, which succeed each other, truanesque, decimating lives and peoples.

O Homem Integral


O Homem Integral


As enciclopédias definem o homem como um “animal racional, moral e social, mamífero, bípede, bímano, capaz de linguagem articulada, que ocupa o primeiro lugar na escala zoológica; ser humano...”
                                                                 
O momento mais eloquente do seu processo evolutivo deu-se quando adquiriu a consciência para discernir o bem do mal, a verdade da impostura, o certo do errado, prosseguindo na marcha ascensional que o conduzirá às culminâncias da angelitude.

Estudado largamente através dos séculos, Pitágoras afirmava que ele (o homem) é a medida de todas as coisas, enquanto Sócrates elucidava ser o objeto mais direto da preocupação filosófica.

Durante o estoicismo e o neoplatonismo houve uma preocupação para que ocorresse a “dissolução do homem em a Natureza”, mesmo aí revelando a grande preocupação de ambas as escolas com este ser admirável.

Na conceituação cristã ele “transcende o mundo”, em uma dimensão totalmente diferente desta.

Já o racionalismo o considera, desde Descartes, como o “ser pensante por excelência, como a razão que compreende e explica o mundo e a si mesma.”

No espiritualismo idealista o “espírito tem a primazia em tudo que se relaciona com o mundo e a vida humana”, enquanto que para o materialismo o “espírito não é mais que uma forma de atividade da matéria que, em determinada fase de sua evolução, de formas simples para outras mais complexas, adquiriu consciência...”

Mivart, o célebre naturalista inglês, analisando, psicologicamente, o homem, esclarece que ele “difere dos outros animais pelas características da abstração, da percepção intelectual, da consciência de si mesmo, da reflexão, da memória racional, do julgamento, da síntese e indução intelectual, do raciocínio, da intuição intelectual, das emoções e sentimentos superiores, da linguagem racional, do verdadeiro poder de vontade.”

Sócrates e Platão estabeleceram que o homem era o resultado do ser ou Espírito imortal e do não ser ou sua matéria que, unidos, lhe facultavam o processo de evolução.

Os filósofos atomistas reduziam-no ao capricho das partículas que, em se desarticulando, aniquilavam se através do fenômeno biológico da morte.

Jesus, superando todos os limites do conhecimento, fez se o biótipo do Homem Integral, por haver desenvolvido todas as aptidões herdadas de Deus, na condição de ser mais perfeito de que se tem notícia. Toda a Sua vida é modelar, tornando se o exemplo a ser seguido, para o logro da plenitude, de quem deseja libertação real.

A Filosofia, mediante as suas diversas escolas, tem procurado oferecer ao homem caminhos que o felicitem em contínuas tentativas de interpretar a vida e entendê-lo.

A Psicologia, que inicialmente se confundia com a estrutura filosófica, de passo em passo libertou-se de seu jugo e, buscando estudar a psique, alcançou, na atualidade, expressão de relevo para a compreensão do homem, dos seus problemas e seus desafios psicológicos.

A multiplicidade de tendências ora vigentes, nessa área, comprova o interesse dos estudiosos desta e de outras disciplinas do conhecimento, buscando a libertação do indivíduo em relação aos desafios e dificuldades que o afligem.

Algo recentemente (1966) surgiu, nos Estados Unidos, a quarta força em Psicologia, que é a Transpessoal, ampliando o campo de investigação além do Behaviorismo, da Psicanálise e da Psicologia Humanista, fornecendo mais amplos esclarecimentos sobre o homem integral... Os seus pioneiros vieram dos quadros da Psicologia Humanista, facultando a introdução de alguns ensinamentos e experiências orientais, graças aos quais abrem espaços para uma visão espiritualista do ser humano em maior profundidade.

O Espiritismo, por sua vez, sintetizando diversas correntes de pensamento psicológico e estudando o homem na sua condição de Espírito eterno, apresenta a proposta de um comportamento filosófico idealista, imortalista, auxiliando-o na equação dos seus problemas, sem violência e com base na reencarnação, apontando lhe os rumos felizes que deve seguir.

Na presente Obra fazemos um estudo de diversos fatores de perturbação psicológica, procurando oferecer terapias de fácil aplicação, fundamentadas na análise do homem à luz do Evangelho e do Espiritismo, de forma a auxiliá-lo no equilíbrio e no amadurecimento emocional, tendo sempre como ser ideal Jesus, o Homem Integral de todos os tempos.

Embora reconheçamos singela a nossa contribuição, esperamos de alguma forma auxiliar aqueles que nos leiam com real desejo de renovação e de aquisição de saúde psicológica, consciente de havermos feito o máximo ao nosso alcance, neste grave momento da Humanidade.

Joanna de Ângelis
Salvador, 20 de fevereiro de 1990.

O Homem Integral
DIVALDO PEREIRA FRANCO
DITADO PELO ESPÍRITO JOANNA DE ÂNGELIS


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0 O Homem Integral 17

0 The Integral Man 17

In the present work we study a number of factors of psychological disturbance, seeking to offer therapies that are easy to apply, based on the analysis of man in the light of the Gospel and Spiritism, in order to assist him in balance and emotional maturation, ideal Jesus, the Integral Man of all time.

CAUSAS DO ABORTO


**INFORMAÇÃO ESPÍRITA**



JUVENTUDE

O JOVEM E SEUS PROBLEMAS


**CAUSAS DO ABORTO**


“Quando uma mulher sofre um aborto espontâneo ou mesmo uma ameaça de aborto é porque o bebê está em dúvida ou com medo de vir à Terra? Ou porque não gosta dos pais por algum problema em alguma outra encarnação?” (JULIANA, VIÇOSA-AL)


Em casos assim, não podemos precisar com exatidão a causa que determina o aborto. Se há causas físicas, certamente há causas espirituais ligadas ao Espírito reencarnante, que podem ser várias. Nas obras de André Luiz, pelo médium Francisco Cândido Xavier, especialmente OS MENSAGEIROS e MISSIONÁRIOS DA LUZ, podemos encontrar referências a respeito. Mas também não podemos descartar a existência de causas relacionadas com a ignorância, negligência ou imprudência da mulher e que podem provocar problemas relacionados com o aborto, resultando em reencarnações frustradas. Cada caso é um caso.


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0 O Homem Integral 16

0 The Integral Man 16


Spiritism, in turn, synthesizing diverse currents of psychological thought and studying man in his condition of eternal Spirit, presents the proposal of an idealistic, immortalistic philosophical behavior, aiding him in the equation of his problems, without violence and based on the reincarnation, pointing you to the happy paths you must follow

0 O Homem Integral 15

0 The Integral Man 15

Something recently (1966) emerged in the United States, the fourth force in Psychology, which is the Transpersonal, extending the field of investigation beyond Behaviorism, Psychoanalysis and Humanistic Psychology, providing further clarification on integral man ... its pioneers came from the frames of Humanistic Psychology, allowing the introduction of some Eastern teachings and experiences, thanks to which open spaces for a spiritual vision of the human being in greater depth.

TOP 10 LIVROS PRA ENTENDER O ESPIRITISMO

TOP 10 BOOKS TO UNDERSTAND SPIRITIST

A Renovação da Humanidade com a Terceira Revelação de Deus

The Renewal of Humanity with the Third Revelation of God - with the medium Isabel Salomão de Campos

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Dor e Confiança - Allan Filho Música - Clube de Arte

Pain and Confidence - Allan Filho Music - Art Club

0 O Homem Integral 14

0 The Integral Man 14


The multiplicity of tendencies now in force in this area of Psychology, proves the interest of scholars in this and other disciplines of knowledge, seeking the liberation of the individual in relation to the challenges and difficulties that afflict him.

QUESTIONANDO A BÍBLIA - O JOVEM E SEUS PROBLEMAS


**INFORMAÇÃO ESPÍRITA**

JUVENTUDE

O JOVEM E SEUS PROBLEMAS


**QUESTIONANDO A BÍBLIA**

Lendo a Bíblia, constata-se que Noé tinha 950 anos de idade, Adão morreu com 930 anos de idade. Ouvindo um pastor falar, ele dizia que Adão tinha 4 metros de altura. Mais impressionante é ver pessoas esclarecidas – como médicos, advogados, promotores de justiça – acreditarem piamente no que está escrito. Qual livro espírita vem esclarecendo esses pontos e muitos outros? (ANÔNIMO, São Paulo-SP)

A princípio, parece que as pessoas com mais escolaridade, especialmente as que obtiveram formação universitária, estão mais propensas ao pensamento crítico em relação a todos os campos do conhecimento humano. Mas essa posição pode ser facilmente contestada, quando deparamos com universitários e profissionais, detentores de títulos de graduação e pós-graduação, estudiosos e até cientistas, que utilizam o pensamento racional para algumas coisas e o pensamento mágico para outras, numa flagrante contradição de que não se dão conta, talvez porque não estejam emocionalmente preparados para compreender os grandes problemas da vida.

Por atavismo religioso impregnado no inconsciente coletivo, separam acintosamente a fé da razão, o divino do humano. A fé eles colocam apenas no campo do sagrado, onde não prevalece a racionalidade e onde tudo é possível, porquanto incompreensível, justamente onde se encontram os dogmas ou verdades intocáveis. O pensamento religioso tradicional, desde suas raízes mitológicas mais antigas, sempre estabeleceu a dicotomia sagrado-profano, humano-divino. No terreno do sagrado, todo questionamento é proibido, porque nele impera a fé passiva e ingênua; somente no domínio do profano ( ou seja, no mundo que nada teria a ver com Deus, mas somente com o homem) se pode raciocinar com lógica e objetividade. A teologia, que etimologicamente quer dizer “estudo de Deus”, difere da filosofia porque, embora use a razão, parte de princípios de fé ( ainda que absurdos), onde a racionalidade não participa, erigindo um edifício sem base crítica, diferentemente do Espiritismo que edificou sua doutrina sobre princípios de racionalidade. Portanto, é comum se deparar com leitores que tomam a Bíblia por verdade absoluta e inquestionável, não sabendo diferenciar a realidade da alegoria, e que preferem fechar os olhos à ciência quando se trata de alimentar a fé: é a forma como se sentem seguros diante de tanta insegurança.

Mas, felizmente, nos meios religiosos comuns, vamos encontrar também pessoas que já se libertaram dessas amarras culturais arcaicas, que já questionam e buscam suas respostas com objetividade e lógica. Existem, no meio espírita, algumas obras que tratam do aspecto lendário da Bíblia e que procuram analisá-la com base em estudos sérios, embora a quase totalidade esteja voltada para o estudo do Novo Testamento, que contém o aspecto moral dos ensinos de Jesus, realçados por Allan Kardec. Que abordam a problemática do Velho Testamento, podemos citar “ A BÍBLIA E SEUS ABSURDOS” de Carlos Bernardo Loureiro e “O ESPIRITISMO E AS IGREJAS REFORMADAS” de Jayme Andrade. Devem existir outras obras.



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0 O Homem Integral 13

0 The Integral Man 13


Psychology, which was initially confused with the philosophical structure, step by step freed itself from its yoke and, seeking to study the psyche, attained, today, an important expression for the understanding of man, his problems and his psychological challenges .

0 O Homem Integral 12

0 The Integral Man 12


Philosophy, through its various schools, has sought to offer man ways to congratulate him on his continual attempts to interpret life and understand

Entrevista com Richard Simonetti sobre o boato de sua desencarnação - Jornal Nova Era

Interview with Richard Simonetti on the rumor of his disincarnation - Jornal Nova Era

segunda-feira, 16 de abril de 2018

0 O Homem Integral 11

0 The Integral Man 11

Jesus, surpassing all the limits of knowledge, made himself the biotype of the Integral Man, having developed all the aptitudes inherited from God, in the condition of being more perfect than is known. All His life is to model, becoming the example to be followed, for the attainment of the fullness, of who wants real deliverance.

0 O Homem Integral 10

0 The Integral Man 10


The atomistic philosophers reduced it to the caprice of the particles that, in disarticulating, annihilated themselves through the biological phenomenon of the death.

O PÚBLICO DO CENTRO ESPÍRITA


**INFORMAÇÃO ESPÍRITA**



PANORAMA

**O PÚBLICO DO CENTRO ESPÍRITA**

Orson Peter Carrera~

Você já parou para observar o público do Centro Espírita? Já refletiu sobre seu comportamento?

Experimente utilizar dinâmicas de grupo, nos estudos e mesmo nas palestras, que estimulem a participação. Haverá grande surpresa ao constatar o quanto o público gosta de participar e reage aos estímulos.

O expositor espírita deve fugir daqueles ares de distanciamento do público. O incentivo da integração sempre deve estar presente. Pequenos fatos do cotidiano, aliado às lições, tornam o estudo ou a palestra extremamente agradável. Esta integração favorece o aprendizado, prende a atenção e aproxima o orador ou o expositor do público.

Uma palestra ou estudo jamais deve ser cansativo. Há que ter um perfil que conquiste a atenção seja pela profundidade da abordagem ou pela descontração com que é apresentado.

Considere-se que o primeiro não é sinônimo de mesmice ou cansaço. Os participantes ou ouvintes devem sentir vontade de voltar sempre.

Deixar aquela pontinha de expectativa sobre qual será a forma com que o coordenador ou palestrante prenderá atenção do público... A este, cabe ao expositor ou coordenador de estudos o compromisso de apresentar o melhor que possa de seus esforços. Aí, entra sua criatividade e interesse em mostrar a beleza que a Doutrina Espírita possui em seus fundamentos.

Podemos extrair muito dos ensinamentos espíritas, mas tudo depende da forma como o fazemos. Qualquer tema pode ser estudado ou apresentado com profundidade sem perder-se com o desinteresse do público.

Basta observar como apresentá-lo. O segredo é a dinâmica a ser utilizada. E isto pode ser usado, sem desvirtuamentos, desde que estejamos compromissados com os objetivos maiores — o estudo e a divulgação da Doutrina Espírita.

Quando coordenamos reuniões de estudo, ouvimos ou fazemos palestras, ficamos a observar o público. Ele sempre reage aos estímulos. Há muito já se foi o tempo em que alguém lia na frente do salão e o público... dormia...

Hoje, um expositor ou coordena dor de grupos de estudos que procura interagir com o público alcança muito mais resultados atingindo o raciocínio e o coração do ouvinte.

Há vários exemplos de companheiros do movimento que utilizando dessa integração com o público realizam excelente trabalho de estudo e divulgação espírita.

Observe que uma história bem contada, com argumentação doutrinária, facilita o raciocínio do ouvinte. A experiência dos expositores dá lhes a visão do tipo de estímulo que cada público recebe nas Casas a que estão vinculados. Em algumas, as situações mais engraçadas ou emocionantes não provocam qualquer reação, como a demonstrar que se trata de um público sem hábitos com esta integração expositor/ouvinte, indiferente mesmo, que ali está como que cumprindo penosa obrigação. Em outras Casas, percebe-se claramente a descontração do público, participativo, atento, bebendo as palavras, em vivo testemunho das didáticas da instituição. Tudo isso é algo para pensar, indicando-nos caminhos que melhorem as Casas Espíritas, para que elas valorizem seu público, ofereçam-lhes o melhor, ao invés de ficarmos apenas com a obrigação de abrir o Centro, realizar as atividades com entusiasmo, ir embora e esperar a hora de recomeçar tudo de novo. Com tanto que a Doutrina tem a oferecer, como conciliar a mesmice com a dinâmica de nosso tempo?

Mera perda de oportunidade.

FONTE
JORNAL “O ESPÍRITA FLUMINENSE”  



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0 O Homem Integral 9

0 The Integral Man 9


Socrates and Plato established that man was the result of being or immortal Spirit and non-being or his matter that, together, empowered the process of evolution.

0 O Homem Integral 8

0 The Integral Man 8


Mivart, the celebrated English naturalist, psychologically analyzing man, clarifies that he "differs from other animals by the characteristics of abstraction, intellectual perception, self-consciousness, reflection, rational memory, judgment, synthesis, and intellectual induction, of reasoning, of intellectual intuition, of higher emotions and feelings, of rational language, of true willpower. "

Como conviver com a morte de entes queridos

How to live with the death of loved ones - Orientations of the medium Isabel Salomão de Campos

quarta-feira, 11 de abril de 2018

Abandono do Lar pelo Pai de Família

Abandonment of the Home by the Father of the Family - guidelines of the medium Isabel Salomão de Campos

terça-feira, 10 de abril de 2018

0 O Homem Integral 7

0 The Integral Man 7


During Stoicism and Neoplatonism there was a concern for the "dissolution of man in Nature," even there revealing the great concern of both schools with this admirable being.

In idealistic spiritualism "spirit has primacy in everything that relates to the world and human life," whereas for materialism the "spirit is no more than a form of activity of matter which, at a certain stage of its evolution, from simple forms to more complex ones, has acquired consciousness ... "

0 O Homem Integral 6

0 The Integral Man 6


During Stoicism and Neoplatonism there was a concern for the "dissolution of man in Nature," even there revealing the great concern of both schools with this admirable being.

Already, since Descartes, rationalism has considered it the "thinking being par excellence, as the reason that understands and explains the world and itself."

0 O Homem Integral 5

0 The Integral Man 5


During Stoicism and Neoplatonism there was a concern for the "dissolution of man in Nature," even there revealing the great concern of both schools with this admirable being.

In Christian conceptualization it "transcends the world," in a dimension totally different from this.

0 O Homem Integral 4

0 The Integral Man 4


During Stoicism and Neoplatonism there was a concern for the "dissolution of man in Nature," even there revealing the great concern of both schools with this admirable being.