CHAPTER 20 = JESUS AND ENEMIES 2
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In effect, a community is considered to be happy because of the electronic instruments it has, automobiles, yachts and even planes waiting to be used.
segunda-feira, 26 de março de 2018
12. A fé está acima das obras?
**INFORMAÇÃO ESPÍRITA**
A
fé sem obras está morta
**12.
A fé está acima das obras?**
Esclarecemos acima o princípio
básico de “amar a Deus sobre todas as
coisas e ao próximo como a si mesmo”. Destarte, entendemos que este
princípio esteve ligado à mensagem, tanto de Paulo quanto de Tiago e
principalmente na mensagem do Mestre Jesus que instituiu este princípio no NT,
demonstrando que toda a lei e os profetas dependem desta moral universal.
Portanto, caro leitor, se para alguns que aceitam a graça pela fé apenas
dizerem que “sou salvo, e não me aplicar às boas obras, tanto as com amor ao
próximo como a Deus (exemplo de Abraão), revelarão que a minha fé é apenas
teórica” e, por conseguinte, uma fé
morta e incapaz de gerar frutos, conforme apresentamos, inclusive no
segundo capítulo da epístola de Tiago este princípio fundamental do grande
mandamento, somos impelidos a compreender que só poderemos “amar a Deus sobre todas as coisas e ao
próximo como a nós mesmos” através daquilo que se chama AÇÃO.
Com o fito de nos questionar
novamente, alguns que aceitam a graça pela fé apenas, tentando incutir a ideia
de a fé esta acima das obras, nos apresentam mais uma pergunta para meditar, conforme
havíamos dito que verdadeiramente a fé
sem obras é morta, nos questionam: “se, conforme dizem, o que seriam as
obras sem fé?” Assim sendo, nos convidam os que aceitam a graça pela fé apenas
a meditarmos em Hb 11:6 antes de respondermos. O mais curioso, na pergunta, é
querer enfatizar que possa haver efeito
sem causa e pior, se há obras, invariavelmente existe a fé interior em
algo superior e que se traduz nas obras de amor ao próximo.
O texto aludido pelos que aceitam
a graça pela fé apenas no contexto do capítulo 11 da epístola aos Hebreus, esta
passagem até o desfecho da epístola nos traz a fé em Deus como perseveraram os
patriarcas e os profetas; tendo em vista na consumação da obra pela vinda do
Messias, sendo este, Jesus que aperfeiçoou a Lei e suportou aos que O negaram e
lhe tiraram a própria vida, mesmo assim perseverou o Mestre em permanecer no
Amor por aqueles que o odiavam, sem esperar o retorno. É isto que depreendemos
do texto resumidamente, Hb 13:1-6. Não há nada no texto que dê a inferência de
que a fé está acima das obras.
Não há como fugir a questão de que a fé
sem obras está morta, pois, se a fé está acima das obras, segundo os que
aceitam a graça pela fé apenas e defensores da fé somente, por si só ela
subsistia e é isso não é verdade, portanto, nem uma e nem outra está acima,
ambas estão no mesmo patamar, mas que sem obras, a fé é morta e não há boas
obras sem a fé em algo transcendental – Deus.
Os que aceitam a graça pela fé
apenas, na tentativa de enfatizarem a ideia de que Cornélio, pelo relato em
Atos nos aponta para a fé como algo que era suficiente para que ele tivesse a
sua salvação, esquecem-se de que as orações e esmolas de Cornélio subiram a
Deus. Tendo em vista esta atitude de Cornélio, poderiam apenas as suas orações
subir a Deus? É claro que não, pois era necessária esta sua fé em algo
transcendental e à abnegação da prática das boas obras, simbolizadas pelas
esmolas, bem como podemos constatar:
eis que se apresentou diante de
mim um varão de vestes resplandecentes e disse: Cornélio, a tua oração foi ouvida, e as tuas esmolas,
lembradas na presença de Deus. (At 10:30-31).
Nesta passagem, ocorre que o
Cornélio tinha sido ouvido apenas pelo ouvir segundo o que defendem os que
aceitam a graça pela fé apenas, sem entrever o merecimento de Cornélio pelas
orações (fé) e esmolas (obras). Deixamos a simples pergunta: Se Cornélio fosse
apenas um homem que fizesse orações a Deus, ele teria a oportunidade de que
estas subissem até Ele e de que um Anjo lhe visitasse? Creio que não, este caso
também confirma que a fé sem obras é
morta.
O que enfatizamos, na resposta
anterior, é que se Cornélio não aperfeiçoasse a fé (orações) e obras (esmolas),
tão pouco seria recompensado. Em vista disso, não entendemos onde ele encontrou
que a fé está acima das obras, pois, se assim o fosse, a fé sem obras não estaria morta e seria como inverter a ordem
proposta na própria Escritura (Tg 2:26). Ademais, se para o apóstolo Pedro:
Acima
de tudo, porém, tende amor intenso uns para com os outros,
porque o amor cobre multidão de pecados. (I Pe 4:8)
Não será nenhum que aceitam a
graça pela fé apenas que nos induzirá a crer de outro modo. Se a prática das
boas obras de amor para com o próximo está Acima de tudo, estaria a
fé acima das obras? Cremos que não!
Thiago Toscano Ferrari
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CAPÍTULO 20 = JESUS E INIMIGOS 1
CHAPTER 20 = JESUS AND ENEMIES 1
Technological progress, favoring comfort, relentlessly levels men in a single lane, producing a kind of dehumanizing equality that consumerism establishes as a relevant social achievement.
Technological progress, favoring comfort, relentlessly levels men in a single lane, producing a kind of dehumanizing equality that consumerism establishes as a relevant social achievement.
CAPÍTULO 19 = JESUS E INGRATIDÃO
CAPÍTULO 19 = JESUS E INGRATIDÃO
Os sentimentos de amor, justiça, caridade e gratidão são inerentes à
natureza humana, herdeira natural do bom, do nobre, do belo. Todavia, porque ainda
se demora em crescimento de valores, mais vinculada atavicamente aos instintos
primitivos, não se manifestam essas qualidades, que devem ser cultivadas com
esforço até que se expressem por automatismos defluentes da sua elevação
interior.
Em razão disso, são mais comuns as manifestações agressivas, as rebeldias,
as ingratidões que aturdem, mantendo um clima mental e emocional belicoso entre
os homens.
A ingratidão, que é desapreço, apresenta-se como grave imperfeição
da alma, que deve ser corrigida.
O ingrato é enfermo que se combure nas chamas do orgulho mal dissimulado,
da insatisfação perversa. A si todos os direitos e méritos se atribui, negando
ao benfeitor a mínima consideração, nenhum reconhecimento.
Olvidando-se, rapidamente, do bem que lhe foi dispensado,
silencia-o, mesmo quando não pensa que o recebido não passou de um dever para
com ele, insuficiente para o seu grau de importância.
A ingratidão é chaga moral purulenta no indivíduo, que debilita o organismo
social onde se encontra.
Assim, os ingratos são numerosos, sempre soberbos, e
auto-suficientes, em dependência mórbida, porém, dos sacrifícios dos outros.
*
Jesus sempre admoestava os ingratos que lhe cruzavam o caminho.
Nunca lhe faltaram no ministério estes infelizes.
No admirável fenômeno de cura orgânica dos dez leprosos,
patenteiam-se a ingratidão dos beneficiados e a interrogação do Mestre, diante
daquele que havia retornado para agradecer: “Onde estão os outros? Não foram
dez os curados?”
Nove se haviam ido, apressados, para o gozo e a algaravia,
recuperados por fora, sem liberação da doença interna, que desapareceria
somente a partir do momento em que fossem agradecer, modificando-se psicológica
e moralmente.
Na tragédia do Calvário, não se encontrava presente nenhum dos que foram
beneficiados pelas Suas mãos, e estes haviam sido muitos.
Ele iluminara olhos apagados; abrira ouvidos moucos; ofertara som
aos lábios silenciosos; equilíbrio a mentes tresvariadas; movimentos a membros mortos;
vida a catalépticos; recuperação orgânica a portadores de males inumeráveis e,
no entanto, ficou esquecido por todos eles. Não obstante o bem que receberam,
fugindo do reconhecimento, os ingratos viram-se diante de si mesmos, das
consciências molestadas pelos remorsos, tornando a enfermar e morrendo, pois
que deste fenômeno biológico ninguém escapa.
*
O Mestre conhecia as debilidades morais do homem e sempre se preocupava
em alcançá-las, a fim de que as pretendidas curas alcançassem as matrizes das
doenças, onde as mesmas se originam, erradicando-as, de modo que não voltassem
a produzir miasmas e males perturbadores.
A Sua era uma constante proposta de renovação de metas, de atitudes,
de pensamentos.
Sendo o exemplo máximo, pedia que O vissem, isto é, que Lhe tomassem
a conduta de desapego das paixões cáusticas e cuidassem de uma só coisa necessária,
que é o “reino de Deus” embutido no coração.
Na busca do mais importante, o seu encontro elimina o secundário,
que deixa de ter valor, para ceder lugar ao essencial, que é o necessário.
Os homens, porém, na superficialidade dos seus interesses, anelam apenas
pelo imediato, que lhes satisfaz num momento, deixando-os ansiosos outra vez.
Por imaturidade espiritual, ceifam a árvore de onde retiram os
frutos de hoje, acreditando, com ingenuidade, que não terão fome amanhã. E
quando esta se apresenta novamente, não têm onde recolher o alimento.
Assim agem os ingratos.
Toldam a água da fonte que os dessedentou; queimam o trigal que lhes
deu o pão; cortam a planta frutífera que os alimentou; afastam o amigo generoso
que os socorreu.
Em contrapartida, vivem a sós, amesquinhados, em si mesmos por conhecerem
o íntimo.
Desconfiados, neurotizam-se; arbitrários, são desamados; soberbos, passam
ignorados.
*
Não te preocupes com os ingratos dos teus caminhos de amor.
Prossegue, ofertando luz, sem te inquietares com a teimosia da
treva.
Onde acendas uma lâmpada, a claridade aí derramará dádivas.
Os teus beneficiários que te abandonaram, esqueceram ou se voltaram contra
ti, aprenderão com a vida e compreenderão, mais tarde, o que fizeram.
Recordarão das tuas atitudes e buscarão passar adiante o que de ti receberam.
Não é, portanto, importante, o tratamento que te dêem em
retribuição, mas sim, o que prossigas fazendo por eles.
JESUS E ATUALIDADE
DIVALDO PEREIRA FRANCO
DITADO PELO ESPÍRITO JOANNA DE ÂNGELIS
CAPÍTULO 19 = JESUS E INGRATIDÃO 28
CHAPTER 19 = JESUS AND INGRATITUDE 28
Your beneficiaries who have abandoned you, forgotten or turned against you, will learn from life and will understand, later, what they did.
It is not, therefore, important, the treatment you are given in retribution, but rather what you continue to do for them.
Your beneficiaries who have abandoned you, forgotten or turned against you, will learn from life and will understand, later, what they did.
It is not, therefore, important, the treatment you are given in retribution, but rather what you continue to do for them.
domingo, 25 de março de 2018
11. I Coríntios 13, o conhecimento pleno e a prática do Amor
**INFORMAÇÃO ESPÍRITA**
A
fé sem obras está morta
**11.
I Coríntios 13, o conhecimento pleno e a
prática do Amor
Neste tópico,
existe a tão alegada tentativa de se desassociar a caridade do amor e
vice-versa, como se a caridade pregada no Espiritismo fosse esse espantalho,
engendrado pelos contraditores. Devido a isso, iremos ao cerne da questão, a
fim de dirimir as dúvidas decorrentes. Todavia, sabemos através de Lc 17:21,
que sobre “o Reino de Deus está em cada um de nós”, cuja explanação realizada e
amplamente comentada está no tópico "Seremos salvos ou temos que nos
salvar?". Adentrando neste quesito, sabemos que, segundo versão da Bíblia
Anotada:
Agape é mais
que afeição mútua; expressa a valorização altruísta no objeto amado. (Bíblia
Anotada)
O Amor é mais
do que a afeição mútua em amar aqueles que nos amam, ou seja, das pessoas, umas
para com as outras, já que o Amor expressa a valorização altruísta no objeto
amado indistintamente. Em outras palavras, altruísta é o próprio altruísmo a
quem amamos e vamos ao significado desta palavra para entender melhor:
Altruísta s. 2
gén.,
pessoa que
pratica o altruismo;
pessoa cheia de
filantropia;
adj. 2 gén.,
relativo ao
altruísmo;
filantropo.
Altruísmo do Fr. Altruisme
s. m.,
disposição para
se interessar e dedicar ao próximo;
amor ao
próximo;
abnegação;
filantropia.
Como foi dito na nota de rodapé da Bíblia Anotada que o Amor expressa a
valorização altruísta no objeto amado. Recorremos ao significado da palavra
altruísta e altruísmo, onde este nos deu a certeza de que não basta ter uma
afeição mútua, é preciso ser filantropos, ou seja, não esperar retorno do que
realizamos em favor daqueles que amamos (Mt 6:2-3) e dos que nos perseguem, é
ainda preciso ter a disposição para se interessar e dedicar ao próximo, e esta
postura só será possível através da abnegação em favor daqueles que amamos e
mais, daqueles que estão fora do nosso circulo de afeição e até por aqueles que
nos odeiam.
Após a versão
da nota de rodapé da Bíblia de Jerusalém, ela vem a nos esclarecer ainda mais o
que estamos descortinando:
À diferença do
amor passional e egoísta é a caridade (agape) é um amor de dileção, que quer o
bem do próximo (Bíblia de Jerusalém).
Vemos que
somente a prática da caridade (agape) que se pode opor ao amor passional e
egoísta e foi isto que demonstramos. Este é o que Paulo realmente enfatiza,
sobre este amor que não espera retorno, se interessa e dedica-se ao próximo
através da abnegação, realizando tudo o que gostaria que vos fizesse e isso
será possível somente através das boas obras, ou obras de Amor (caridade) pela
qual realmente iremos chegar à plenitude do amor ao próximo, assim como o
Mestre nos amou e vivenciou esta realidade em seus atos.
Após estes
esclarecimentos acima, vemos o seguinte questionamento dos que aceitam a graça
pela fé apenas: “não há nenhuma inferência de que seja o Amor de Deus para com
conosco e sim o nosso sentimento para como o próximo?” Diante do contexto de I
Co 13 não há realmente a inferência de que seja o amor de Deus para conosco, e
sim do nosso amor como um dom supremo e que leva a perfeição. Voltando ao texto
de Paulo, os que aceitam a graça pela fé apenas dizem que “este texto de 1 Co
13 fala somente do agape como o amor de Deus, texto e contexto analisados”.
Após esta afirmação de que o texto e contexto afirmam o amor (agape) de Deus.
Se nesta trata do amor de Deus, como poderíamos exercer este amor então?
Através das obras? Ou da fé? A lógica do texto nos mostra que iremos exercer
este sentimento somente através das obras de amor (ágape / caridade).
Conforme
explanado anteriormente que o sentido do amor nesta passagem é amplo, geral e
irrestrito, numa alusão ao Amor de Deus, segundo este amor, o que apontamos é
que neste contexto este amor se reflete sobre a caridade (agape) é um amor de
dileção, que quer o bem do próximo (Bíblia de Jerusalém). Segundo os que
aceitam a graça pela fé apenas, nos questionam: “como explicar o versículo 3 do
referido capítulo? E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento
dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse
amor, nada disso me aproveitaria”. Ocorre que o amor (ágape / caridade) não é
somente doar todos seus bens materiais aos mais necessitados, é preciso ter a
disposição para se interessar e dedicar ao próximo, e esta postura só será
possível através da abnegação em favor deles. É isto o que Paulo quis dizer e
que viria a ser o pleno conhecimento e a perfeição, para o que era ainda
imperfeito. O verso 5 explica isso: "...não busca os seus
interesses...". Espero que também não esqueça o verso 2.
Agora, dentro
deste mesmo contexto e defesa da alegação dos que aceitam a graça pela fé
apenas, não haveria lógica em “distribuir todos os meus bens para sustento dos
pobres (= caridade) e... não ter caridade?” O que mencionamos é que a caridade
não é somente isso e foi o que demonstramos acima. No entanto, o agape de Deus
por nós em nos entregar Jesus (Jo 3:16) para que por meio Dele fôssemos salvos,
devido a direção das atitudes que devemos ter, a fim de alcançar o grau de
pureza dos espíritos de escol, disso não duvidamos, mas como seria o nosso amor
ao próximo? Somente se nos entregarmos por ele através do agape com a abnegação
e a dedicação a cada um de nosso semelhante indistintamente. Por este motivo
que acreditamos que somente através das obras de amor (agape) é que poderemos
chegar ao conhecimento pleno e por isso que elas estão acima da fé, bem como:
Agora, pois,
permanecem a fé, a esperança, o amor, estes três; mas o maior destes é o amor
(ágape / caridade). (I Co 13:13)
Ter apenas fé
em Jesus, sem por os seus ensinamentos em prática, é fé morta e sem capacidade
de nos dar a condição de chegar à perfeição. Assim sendo, somente através das
obras de amor que estaremos em condições de atingir o conhecimento pleno.
Thiago Toscano Ferrari
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CAPÍTULO 19 = JESUS E INGRATIDÃO 27
CHAPTER 19 = JESUS AND INGRATITUDE 27
Your beneficiaries who have abandoned you, forgotten or turned against you, will learn from life and will understand, later, what they did.
They will remember your actions and seek to pass on what they have received from you.
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sábado, 24 de março de 2018
CAPÍTULO 19 = JESUS E INGRATIDÃO 26
CHAPTER 19 = JESUS AND INGRATITUDE 26
Your beneficiaries who have abandoned you, forgotten or turned against you, will learn from life and will understand, later, what they did.
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CAPÍTULO 19 = JESUS E INGRATIDÃO 24
CHAPTER 19 = JESUS AND INGRATITUDE 24
Go on, offering light, without worrying about the stubbornness of darkness.
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10. A parábola das Ovelhas e Cabritos. O que decide a salvação?
**INFORMAÇÃO ESPÍRITA**
A
fé sem obras está morta
**10.
A parábola das Ovelhas e Cabritos. O que decide a salvação?**
Nesta parábola há um grande dilema
para os que aceitam a graça pela fé apenas, tendo em vista que o caráter de
recompensa é através das obras, pois ‘a cada um segundo as suas obras’. Ao
invés disso, muitos que aceitam a graça pela fé apenas tangenciam para o dogma
das penas eternas, uma saída pela porta dos fundos para que ninguém o pudesse
ver. Mas isto não ilude leitores mais atentos. Assim, dizem os que aceitam a
graça pela fé apenas que “devemos encarar as boas obras como mandamentos, pois
assim o mesmo Jesus afirmou, e quem O ama cumpriria tais mandamentos (Jo
14:15)”. Se as boas obras referem-se como mandamentos e após o esclarecimento
desta visão, dentro do segundo capítulo da Epístola de Tiago, temos que
concordar que tanto Jesus, quanto Tiago enfatiza o "amor a Deus sobre todas as coisas"
e o "amar ao próximo como a si
mesmo", estes dois grandes mandamentos só poderão se cumprir
através das boas obras.
Iremos, agora, analisar o texto em
questão e verificar qual é o caráter de recompensa que nós estamos sujeitos:
”Quando, pois vier o Filho do
homem na sua glória, e todos os anjos com ele, então se assentará no trono da
sua glória; e diante dele serão reunidas todas as nações; e ele separará uns
dos outros, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos; e porá as ovelhas à
sua direita, mas os cabritos à esquerda. Então dirá o Rei aos que estiverem à
sua direita: Vinde, benditos de meu Pai. Possuí por herança o reino que vos
está preparado desde a fundação do mundo; porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber;
era forasteiro, e me acolhestes; estava nu, e me vestistes; adoeci, e me
visitastes; estava na prisão e fostes ver-me. Então os justos lhe
perguntarão: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com
sede, e te demos de beber? Quando te vimos forasteiro, e te acolhemos? ou nu, e
te vestimos? Quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos visitar-te? E
responder-lhes-á o Rei: Em verdade vos
digo que, sempre que o fizestes a um destes meus irmãos, mesmo dos mais
pequeninos, a mim o fizestes. Então dirá também aos que estiverem à sua
esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o
Diabo e seus anjos; porque tive fome, e
não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; era forasteiro, e
não me acolhestes; estava nu, e não me vestistes; enfermo, e na prisão, e não
me visitastes. E eles lhe perguntarão: Senhor, quando foi que te vimos
com fome, com sede, forasteiro, nu, enfermo ou preso e não te assistimos?
Então, lhes responderá: Em verdade vos digo que, sempre que o deixastes de
fazer a um destes mais pequeninos, a mim o deixastes de fazer. E irão estes
para o castigo eterno, porém os justos, para a vida eterna”. (Mt 25:31-46).
Após esta passagem em que Jesus
nos esclarece, os que aceitam a graça pela fé apenas comentam que “quem não
cumprir, diferentemente do que prega o espiritismo, não terão ‘outras
encarnações’, antes, porém, será dito a estes: Então dirá também aos que estiverem
à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o Diabo e seus anjos”. Como se
não bastasse à recusa em nos demonstrar o caráter de retribuição nesta parábola
dos bodes e das ovelhas, que será retribuído a cada um segundo ‘as suas obras’,
desviam muitos que aceitam a graça pela fé apenas no mérito de combater a
reencarnação através das penas eternas, sendo que não é o foco deste tema,
vindo a sair pela tangente novamente, mas sabemos que:
O Senhor é misericordioso e compassivo;
longânimo e assaz benigno. Não
repreende perpetuamente, nem conserva para sempre a sua ira. Não nos
trata segundo os nossos pecados, nem nos retribui consoante as nossas
iniquidades (Sl 103:8-10).
Antes, porém, estaremos
desenvolvendo tal tema no tópico apropriado sobre “Reencarnação ou Penas Eternas?”. Entretanto, sabemos que a pena do
culpado tem a durabilidade da quitação de seu débito e estando quite esta
dívida, este pode vir a retomar o seu caminho, onde entendemos que Deus perdoa
o culpado, mas não o inocenta, enquanto que as penas eternas colocam Deus com a
incapacidade de perdoar o infrator arrependido e dar-lhe a quitação com o seu
débito, colocando em cheque a exortação de Jesus de que devemos perdoar 70x7,
ou seja, infinitamente. É um desrespeito flagrante em colocar Deus abaixo do homem.
Diante do esboço traçado, os que
aceitam a graça pela fé apenas nos fazem o pertinente questionamento, trazendo
a sua posterior e própria resposta: “Se quiserem pregar salvação pelas obras,
como seria a condenação? Para sermos coerentes, devemos responder que seriam
pelas obras também”. Depende da abordagem, pois a salvação é pelas obras de
amor ao próximo e a condenação é por não praticar tais obras de caridade,
conforme exorta o Mestre: “Em verdade vos digo que, sempre que o deixastes de fazer a um destes mais pequeninos, a mim o
deixastes de fazer.” Ou seja, estando à salvação ligada às boas
obras, a condenação está ligada à ausência delas.
Podemos ver o caráter de
julgamento de tal parábola estar de acordo com “a cada um segundo as suas obras” e vemos ainda as obras
evidenciadas: porque tive fome, e me
destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me
acolhestes; estava nu, e me vestistes; adoeci, e me visitastes; estava na prisão
e fostes ver-me. Essa passagem simboliza o dia do juízo, dia que devemos
prestar contas a Deus de tudo o que fizemos. Quem foi para a direita de Deus
(bom lugar) foram os de fé ou os que fizeram obras? As obras exemplificadas
são: dar de comer aos famintos, vestir os nus, dar água a quem tem sede,
hospedar os viajantes, visitar os doentes e os prisioneiros, tudo isso são atos
de amor ao próximo.
No simbolismo, a separação dos
bons dos maus é pela fé de cada um? Pela religião? Ou pelas obras praticadas em
favor ao próximo? Repetimos: “FORA
DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO” e o caráter de julgamento continua
sendo o mesmo: “a cada um segundo as
suas obras”. Não é raro, mas nenhum comentário se vê da parte dos que
aceitam a graça pela fé apenas sobre o caráter de julgamento nesta parábola ser
invariavelmente através das
obras.
Conforme o questionamento: Como
acabar com 30.000.000 de pessoas que vivem abaixo dos índices de miséria em
nosso País? Através da fé ou das obras? Responde alguns que aceitam a graça
pela fé apenas: que “com certeza
através das obras, principalmente as que forem movidas pela fé, pois perante Deus é a que importará para a
Salvação, pois apenas a obra de caridade, sem o agape, o amor de Deus, para
nada se aproveita ‘ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos
pobres’ e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria”. Sabemos que é o amor
de Deus que deve nos mover a isso. Como já foi esclarecido anteriormente, o que
é inoperante não pode vir a operar nada, não tem vida, já que a fé sem obras é inoperante, e, por
conseguinte morta! O que importará para a salvação é que está explícito nesta
parábola: “porque tive fome, e me
destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me
acolhestes; estava nu, e me vestistes; adoeci, e me visitastes; estava na
prisão e fostes ver-me. Então os justos lhe perguntarão: Senhor, quando
te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber?
Quando te vimos forasteiro, e te acolhemos? ou nu, e te vestimos? Quando te
vimos enfermo, ou na prisão, e fomos visitar-te? E responder-lhes-á o Rei: Em verdade vos digo que, sempre que o
fizestes a um destes meus irmãos, mesmo dos mais pequeninos, a mim o fizestes”.
Amor é caridade e caridade é amor. Sem amor não há caridade e sem caridade não
há amor.
Vale ainda ressaltar que os justos
não sabiam que faziam o bem e esta máxima é:
(...) Quando, pois, deres
esmola, não faças tocar trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas
sinagogas e nas ruas, para serem glorificados pelos homens. Em verdade vos digo
que já receberam a sua recompensa. Mas, quando tu deres esmola, não saiba a tua mão esquerda o que faz a
direita; (Mt 6:2-3)
Outra coisa não é o que o
Espiritismo diz e recomenda exaustivamente, fazer as obras sem esperar retorno,
fazê-las por amor somente, o que é justamente o que Paulo enfatiza (I Co 13).
Thiago Toscano Ferrari
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CAPÍTULO 19 = JESUS E INGRATIDÃO 22
CHAPTER 19 = JESUS AND INGRATITUDE 22
Suspicious, they become neurotic; arbitrary, are deported; proud, pass ignored.
Suspicious, they become neurotic; arbitrary, are deported; proud, pass ignored.
9. O segundo capítulo da epístola de Tiago e a exortação das boas obras
*INFORMAÇÃO ESPÍRITA*
A
fé sem obras está morta
**9.
O segundo capítulo da epístola de Tiago e a exortação das boas obras**
Sobre esta passagem, os que
aceitam a graça pela fé apenas questionam: “se ele (Abraão) entregasse o filho
por entregar, sem ter tido a fé, como muitos fazem hoje, tentam ser bons apenas
para se mostrarem, sem ter fé em Deus?”, Prosseguem os que aceitam a graça pela
fé apenas no seguinte questionamento: “assim como muitos oferecem ‘oferendas’ a
deus sem ter fé no verdadeiro Deus?” Esta segunda pergunta é tão sem nexo
quanto à primeira. Voltando à primeira pergunta e procurando aprofundar,
respondemos novamente: Em Primeiro lugar, o apóstolo Tiago evidencia uma
analogia a Abraão, realizando sacrifício de seu próprio filho Isaque, no altar
a Deus, este acontecimento está em consonância com a passagem do amparo ao
próximo, através das boas obras (Tg 2:14-26). Tiago vem a estabelecer dois
princípios que tratam de "amor a
Deus sobre todas as coisas", e a prova disso foi à oferta do
próprio filho da parte de Abraão a Deus sobre o altar de sacrifícios, sendo o
outro princípio o do "amar ao
próximo como a si mesmo" abordado do verso 14 a 17, tendo em vista
que o primeiro e maior mandamento deve vir primeiro, o que não discordamos.
Todos estes dois princípios se baseiam no ensino do Mestre Jesus e que iremos
demonstrar mais adiante.
Entendemos que se "toda a lei
e os profetas dependem destes dois mandamentos", podemos dizer que as
"boas obras" envolvem o dever do homem primeiro para com Deus e
segundo para com o próximo. Vejamos a passagem abaixo para corroborar o que
temos afirmado.
"Se alguém diz: Eu amo a
Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, não pode amar a Deus, a quem não
viu. E dele temos este mandamento, que quem ama a Deus ame também a seu irmão." (I Jo 4:20,21).
Caridade é amor e o amor é
caridade. A verdadeira caridade ou verdadeiro amor se manifesta em boas obras, nas três direções: Deus, nós mesmos e o próximo. Para
amarmos ao próximo como a si mesmo, devemos nos amar primeiro. Quem ama a Deus
deve se amar e amar ao próximo. Não existe caridade sem estes requisitos acima.
A questão esclarecida acima e em
conformidade com o que o apóstolo Tiago nos elucida no segundo capítulo de sua
epístola, são dois princípios de "amor
a Deus sobre todas as coisas" e "amar ao próximo como a si mesmo", sendo estes dois pilares toda
a essência da Torah e dos ensinamentos de Jesus. É isto que está claramente na
Bíblia e na passagem em análise, onde não procuramos inverter tal ordem, antes
ao contrário aproximamos essa ideia ainda mais ao âmago da questão.
Ainda em análise, segundo os que
aceitam a graça pela fé apenas: “foi à fé que moveu a obra, e não o contrário. A obra aperfeiçoou a fé (Tg 2:22), ou
seja, já havia a fé em Deus, se não houvesse fé a obra iria aperfeiçoar o que?”
Se acreditarmos que a fé por si só move as boas obras, como poderia algo que é
inoperante, operar algo (Tg 2:20)? O que fica claro no texto é que a obra quem
moveu e aperfeiçoou a fé, e não o inverso (Tg 2:22). Havia a fé em Deus, assim
como até os “demônios” também acreditam, todavia, não havia o "amor a Deus sobre todas as coisas"
e este se consumou através da obra de Abraão em oferecer o seu único filho (Tg 2:21).
Com efeito, elaboramos um terceiro
questionamento: Diante do exposto, concordam
que segundo Tiago a fé de Abraão, até aquele momento, era morta? Caros
leitores, segundo alguns que aceitam a graça pela fé apenas: “o contexto que
entram as exortações de Tiago para se identificar alguém que tem fé ou não, afinal, crer em Deus até os demônios crêem (Tg
2:19)”. Nesta passagem de Tiago, fica claro que se a fé sem obras realmente nos
garantissem a salvação, até os demônios se salvariam, pois eles também
acreditam em Deus. Contudo, concluem os que aceitam a graça pela fé apenas
dizendo que “serão as nossas obras perante Deus, como afirmam que não são
apenas as obras com intuito de ajuda ao próximo, a exemplo o caso de Abraão”.
Como foi dito anteriormente, Tiago vem a estabelecer dois princípios que tratam
de "amor a Deus sobre todas as
coisas", e a prova disso foi à oferta do próprio filho da parte de
Abraão, sendo o outro princípio o do "amar ao próximo como a si mesmo" abordado do verso 14 a 17,
tendo em vista do que temos que realizar uns para com os outros. Todos estes
dois princípios se baseiam no ensino do Mestre Jesus e neste contexto elucidado
de Tiago.
Thiago Toscano Ferrari
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CAPÍTULO 19 = JESUS E INGRATIDÃO 21
CHAPTER 19 = JESUS AND INGRATITUDE 21
They dampen the water of the fountain which gave them water; they burn the wheat field that gave them bread; they cut down the fruitful plant that fed them; they turn away the generous friend who helped them.
On the other hand, they live alone, amassed, in themselves because they know the intimate.
They dampen the water of the fountain which gave them water; they burn the wheat field that gave them bread; they cut down the fruitful plant that fed them; they turn away the generous friend who helped them.
On the other hand, they live alone, amassed, in themselves because they know the intimate.
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