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quinta-feira, 14 de junho de 2018

PRIMEIRA PARTE FATORES DE PERTURBAÇÃO 3 A ansiedade 10

FIRST PART
DISTORTION FACTORS


3 Anxiety 10

Having as a model extravagant personalities, who dictate exotic fashions and behavior, or led by idols of violence, as of gilded cunning, the discovery of personal boundaries generates restlessness and conflicts that barely disguise the continuing human anxiety.

**INFORMAÇÃO ESPÍRITA**


VENCENDO A DOR DA MORTE
(Célia Dinis)
1. ed. Catanduva, SP: InterVidas, 2016. 429 p.

Temática: Perdas de entes queridos, dor, superação, mediunidade e espiritismo.
               
O livro, quase autobiográfico, é densamente informativo, não só pelas experiências da autora, mas também pelas perguntas que recebe ao longo de suas palestras e suas respostas, sempre fundamentadas na Doutrina Espírita.

VENCENDO A DOR DA MORTE

AVALIADO POR: Luiz Fernando Regnier Marques.

Referência do Livro

DINIS, Célia. Vencendo a Dor da Morte. 1. ed. Catanduva, SP: InterVidas, 2016. 429 p.

Assunto temático

Perdas de entes queridos, dor, superação, mediunidade e espiritismo.

Livro Indicado para

• Complementar estudo do Atendente Fraterno no tocante a perdas severas.

• Atendidos que tiveram perdas de entes queridos.

• Pessoas (espíritas ou não) que desejam saber como superar o sofrimento da perda de entes queridos.

Apreciação Geral

  Esta obra é composta de 409 páginas, divididas em 35 capítulos, escritas em linguagem simples e franca. É uma conversa entre o leitor e a autora.

  Apresenta fotos de grande parte dos personagens presentes. O final de cada capítulo é encerrado com uma citação compatível com o assunto abordado.

  A autora narra com muita clareza as dores de várias pessoas que perderam filhos, além das suas perdas em duas ocasiões: seu filho Rangel e sua filha Mariana. Enquanto discorre sobre sua dor, vai informando os princípios doutrinários de vários assuntos pertinentes ao tema central e, principalmente, impressões de Chico Xavier com quem teve um convívio mais íntimo.

  Célia Dinis foi uma das mães cuja história foi narrada no filme “AS MÃES DE CHICO XAVIER” no qual relata o episódio do recebimento da carta psicografada pelo notável médium e de autoria de seu filhinho Rangel.

Resumo do assunto do livro e da abordagem do autor

  O livro, quase autobiográfico, é densamente informativo, não só pelas experiências da autora, mas também pelas perguntas que recebe ao longo de suas palestras e suas respostas, sempre fundamentadas na Doutrina Espírita.

  Ela inicia sua obra narrando que seu filho, Rangel, se foi em1983, após uma queda de bicicleta. Tinha quase três anos de idade. É indescritível a sua dor tanto nos momentos que antecederam como nos que se sucederam ao retorno de Rangel ao mundo espiritual. O esclarecimento que obteve do Chico foi que ele cumprira o reajuste que ele mesmo havia solicitado.

  Célia morou cinco anos, a partir de dezoito dias de nascida, na Fazenda Modelo, em Pedro Leopoldo, em uma das casas cedidas a alguns funcionários. Seu Pai, Lico, trabalhava como encarregado de toda construção de alvenaria do Ministério da Agricultura e Chico Xavier trabalhava como escriturário. Suas moradias eram muito próximas. “Portanto, teve um convívio íntimo com o Médium e, como espírita de berço, a compreensão das ‘mortes’ ocorridas em sua família foi facilitada”. Muitas informações prestadas foram obtidas através dele.

  “Por que Deus fez isso comigo”? Esta pergunta, que muitas mães leigas fazem ao perder seus filhos, ela não fez, graças ao conhecimento da consoladora Doutrina Espírita. Contudo, a dor foi inevitável.

  Celia perdeu, no decorrer de sua vida, vários personagens queridos: tios, sobrinhos, o pai Lico e a mãe Lia. Mas nada se compara com a dor sentida pela perda de um filho. Aos 27 anos, desencarna Mariana, sua segunda filha, com o diagnóstico de dengue hemorrágica. Que sofrimento! Também obteve o esclarecimento da razão do desencarne da filha amada: resgate de vidas passadas. Célia faz um extenso relato de sua amorosa convivência com a filha.

  Por ocasião das filmagens das “Mães de Chico Xavier”, participou como consultora.

Citações em destaque

• “As mortes coletivas não são programadas por Deus nem por seus Mensageiros“. Pag. 365.

• “O maior consolo é saber que nossos entes queridos não se foram para sempre, mas, sim, que estão vivos”. Pg.73

• “Tenha paciência, minha filha, essa dor vai passar” (Chico Xavier). Pg.83

• “Para você a dor chegou depois do Evangelho. Você não imagina o que sofrem as mãezinhas até encontrarem o Evangelho quando a dor vem primeiro”. Pg. 123

• “Na verdade, a dor nos alcança muitas vezes quando ainda temos total desconhecimento de nós mesmos. Antes de ela acontecer, não fazemos ideia de como nos comportaremos. Ninguém se acha preparado, e de fato não estamos”... Pg. 176

• “As lágrimas, porquanto necessárias para nos aliviar, não podem nos impedir de enxergar as bênçãos nem causar imensas tristezas ao coração daqueles que amamos”. Pg.323

• “Saudade é o amor que fica”. Pg. 357

Avaliação Subjetiva:

Este livro é um manancial de informações, não só das reações ao se perder um ente querido, mas de esclarecimento de fatos à luz da Doutrina Espírita, portanto merece a nota máxima na avaliação: nota 5.

Aspectos complementares.

Em contato com outros leitores do livro, pude constatar a sua plena aceitação, corroborando, portanto, a avaliação dada.


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terça-feira, 12 de junho de 2018

O que realmente preciso para ser feliz consumo consciente - Início às 20h - SBEBM

What I really need to be happy conscious consumption - Begin at 8pm - SBEBM




Preces e Irradiações - Início às 19h30 - SBEBM

Prayers and Irradiations - Beginning at 7:30 p.m. - 09.06.2018


Amor e Paz


**INFORMAÇÃO ESPÍRITA**

Amor e Paz

Livro: Receitas de Paz
Joanna de Ângelis & Divaldo P. Franco



O desânimo é pântano venenoso onde se asfixiam as mais belas aspirações da vida.

A precipitação torna-se fogaréu a arder sem finalidade, muitas vezes prejudicando a lavoura do bem.

O receio sistemático constitui campo onde medram as plantas daninhas que destroem a sementeira da esperança.

A maledicência é geratriz de males incontáveis.

A preguiça urde a destruição do trabalho, tanto quanto a má vontade inspira a insensatez.
* * *

Comenta-se sobre a violência com exagerada cooperação dos veículos da moderna Informática, estimulando mentes enfermas e personalidades psicopatas a se entregarem à alucinação.

A terapia para a terrível epidemia que toma conta do mundo é o amor em todas as suas expressões.

Amor fraternal que sustenta a amizade e dissemina a confiança.

Amor espiritual que generaliza o interesse de todos pelo bem comum.

Amor cristão em serviço ativo, que desenvolve o trabalho e espraia a solidariedade.

O amor que compreende o erro è êmulo do amor que reeduca, da mesma forma que o amor que perdoa promove o amor que salva.

São formas de violência cruel: o torpe desânimo e a rude precipitação, o infeliz receio, a cruel maledicência e a maléfica preguiça, filhos espúrios do egoísmo que é, em si mesmo, o gerador dos males que desgovernam o mundo.

Contribui para a ordem e a paz mediante a utilização do verbo feliz, falando para ajudar - distendendo o conforto moral e as diretrizes de equilíbrio; mediante o pensamento - resguardando-te do pessimismo, irradiando ondas mentais de simpatia, orando em silêncio; através da ação produzindo no bem, mesmo que seja com a dádiva modesta de uma luz acesa na escuridão, de um vaso de água fria na ardência da sede, de uma côdea de pão distendida ao esfaimado, de um grão rico de vida na vala fértil com olhos postos no futuro...

Cada um pode oferecer a sua melhor parte, doar a mais importante quota que, em palavras simples e plenas, é o amor.

Jesus, em todas as circunstâncias, não obstante pudesse modificar as estruturas do seu tempo e solucionar os problemas daqueles que O buscavam, por amor ajudou cada criatura que a ele recorria, influenciando-a a mudar de atitude perante a vida e a crescer no bem, avançando em paz na direção de Deus, o amor Total.



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AMOR E PAIXÃO NA VISÃO ESPÍRITA -- com a médium Isabel Salomão de Campos

LOVE AND PASSION IN THE SPIRIT VISION - with the medium Isabel Salomão de Campos


segunda-feira, 11 de junho de 2018

A Lógica do Espiritismo Ante o Casamento e a Família

**INFORMAÇÃO ESPÍRITA**

A Lógica do Espiritismo Ante o Casamento e a Família

OBRAS CONSULTADAS

Kardec, Allan; O LIVRO DOS ESPÍRITOS, IDE, nas questões 1, 2, 3 e 18

XAVIER, F. C. e Vieira, Waldo; LEIS DE AMOR, FEESP, nas questões 4, 5 e 6

XAVIER, F. C.; CORAGEM, CEC, nas questões 5 e 23

XAVIER, F. C.; CAMINHOS DA VOLTA, CEC, nas questões 8 e 9


1- Qual seria, para a sociedade, o resultado do relaxamento dos laços de família?

– Um recrudescimento do egoísmo.

2- O casamento, quer dizer, a união permanente de dois seres, é contrário à lei natural?

– É um progresso na marcha da Humanidade.

3- Qual seria o efeito da abolição do casamento na sociedade humana?

– O retorno à vida animal.

4- Qual a função essencial do lar e da família?

Emmanuel No caminho familiar, purificam-se impulsos e renovam-se decisões. Nele encontramos os estímulos ao trabalho e às tentações que nos comprovam as qualidades adquiridas, as alegrias que nos alentam e as dores que nos corrigem.

5- Todo laço de parentesco possui razão de ser?

Emmanuel Ninguém possui sem razão esse ou aquele laço de parentesco, de vez que o acaso não existe nas obras da Criação.

André Luiz – Compreendamos que todas as afeições-problemas em nossa trilha de agora constituem débitos de existências passadas que nos compete ressarcir e que todas as facilidades que já nos enriquecem a estrada são instrumentos que o Senhor nos empresta, a fim de utilizarmos a vontade própria, na construção de mais ampla felicidade porvindoura e entendamos que a vida nos devolve aquilo que lhe damos.

6- Compreendendo-se que muitos casamentos resultam em uniões infelizes e, às vezes, até mesmo profundamente antipáticas, induzindo os cônjuges ao divórcio, como interpretar a fase de atração recíproca, repleta de esperança, que caracterizou o namoro e o noivado?

Emmanuel Qualquer pessoa que aspire a um título elevado passa pela fase de encantamento. Esfalfa-se o professor pela ascensão à cátedra. Conseguido o certificado de competência, é imperioso entregar-se ao estudo incessante para atender às exigências do magistério. Esforça-se o acadêmico pela conquista do diploma que lhe autorize o exercício da profissão liberal.

Laureado pela distinção, sente-se compelido a trabalho infatigável, de modo a sustentar-se na respeitabilidade em que anela viver. Assim também o matrimônio.

7- Como interpretar as contrariedades e desgostos domésticos?

Emmanuel – O homem e a mulher aguardam o casamento, embalados na melodia do sonho, entretanto, atingida a convivência no lar, surgem as obrigações, decorrentes do pretérito, através do programa de serviço traçado para cada um de nós pela reencarnação, que nos compele a retomar, na intimidade, todos os nossos erros e desacertos. Fácil, dessa forma, reconhecer que todas as dificuldades domésticas são empeços, trazidos por nós próprios, das existências passadas.

8- Como, ante as relações humanas, entender os conflitos e crises no lar?

Emmanuel Às vezes, depois dos votos de ternura e fidelidade, quando as promessas se encaminham para as realizações objetivas, os sócios de base da empresa familiar encontram obstáculos pela frente. Um deles terá adoecido e falta no outro a tolerância necessária. Surge a irritação e aparece o ressentimento. Em outras ocasiões, o trabalho se amplia em casa e um deles foge à cooperação. Surge o cansaço e aparece o desapreço. Hoje queixas. Adiante desatenções e lágrimas. Amanhã rixas. Adiante ainda amarguras e acusações recíprocas. Se um dos responsáveis não se dispõe a compreender a validade do sacrifício, aceitando-o por medida de salvação do instituto doméstico, eis a união enferma ameaçando ruptura.

9- O que pensar, nesse ponto, dos arrastamentos para outros relacionamentos?

Emmanuel Nesse passo, costumam repontar do caminho laços e afinidades de existências do pretérito convidando esse ou aquele dos parceiros para uniões diferentes. E será indispensável muita abnegação para que os chefes da comunhão familiar não venham a desfazer, de todo, a união já enferma, partindo no rumo de novos ajustes afetivos.

10- Qual a conexão entre a consangüinidade e o destino?

Emmanuel Nos elos da consangüinidade, reavemos o convívio de todos aqueles que se nos associaram ao destino, pelos vínculos do bem ou do mal, através das portas benditas da reencarnação.

11- De modo geral, quem é, nas leis do destino, o marido faltoso?

Emmanuel – Marido faltoso é aquele mesmo homem que, um dia, inclinamos à crueldade e à mentira...O marido ingrato e desleal, em muitas circunstâncias, é o mesmo esposo do pretérito, que precipitamos na deserção, com os próprios exemplos menos felizes.

12- E a esposa desequilibrada?

Emmanuel – Esposa desequilibrada é aquela mulher que, certa feita, relegamos à necessidade e a viciação... A companheira desorientada, que nos amarga o sentimento, é a mulher que menosprezamos, em outra época, obrigando-a a resvalar no poço da loucura.

13- O que foram, em vidas anteriores, os pais despóticos?

Emmanuel Quase sempre, os pais despóticos de hoje são aqueles filhos do passado, em cuja mente inoculamos o egoísmo e a intolerância.

14- E o filho rebelde?

Emmanuel O filho rebelde e vicioso é o irmão que arrojamos, um dia, à intemperança e à delinqüência. Filhos problemas são aqueles mesmos espíritos que prejudicamos, desfigurando-lhes o caráter e envenenando-lhes os sentimentos.

15- E a filha desatinada?

Emmanuel A filha detida nos desregramentos do coração é a jovem que, noutro tempo, induzimos ao desequilíbrio e à crueldade.

16- E os parentes abnegados?

Emmanuel – Os parentes abnegados, em que nos escoramos, são os amigos de outras eras, com os quais já construímos os sólidos alicerces da amizade e do entendimento, propiciando-nos o reconforto da segurança recíproca.

17- Como influi o nosso passado no clima familiar e na atividade profissional?

Emmanuel – Cada elo de simpatia ou cada sombra de desafeto, que surpreendemos na família ou na atividade profissional, são forças do passado a nos pedirem mais amplas afirmações de trabalho na vitória do bem.

18- A indissolubilidade absoluta do casamento está na lei natural ou somente na lei humana?

Emmanuel É uma lei humana muito contrária à lei natural. Mas os homens podem mudar suas leis: só as da Natureza são imutáveis.

19- Existem casos francamente insolvíveis nos casamentos desventurados; não será o divórcio o mal menor para evitar maiores males?

Emmanuel Muitos dizem que o divórcio é válvula de escape para evitar o crime e não ousamos contestar. Casos surgem nos quais ele funciona, por medida lamentável, afastando males maiores, qual amputação que evita a morte, mas será sempre quitação adiada, à maneira de reforma no débito contraído.

20- O que devemos fazer se a presença de alguém nos é penosa?

Emmanuel – Se a presença de alguém nos é penosa ou difícil ao coração, anulemos os impulsos negativos que nos surjam na alma e convertamos as nossas relações com esse alguém numa sementeira constante de paz e luz.

21- Que precisamos para vencer na luta doméstica?

Emmanuel – Devemos revestir-nos de paciência, amor, compreensão, bom ânimo e humildade, a fim de aprender e vencer, na luta doméstica. No mundo, o lar é a primeira escola da reabilitação e do reajuste.

22- Quais são as piores conseqüências das ligações carnais desditosas, além daquelas que se apresentam nos sofrimentos das frustrações ou lesões emotivas?

Emmanuel – É forçoso observar que da afeição sexual descontrolada surgem muitas calamidades para a vida do espírito, dentre as quais destacaremos, a par da fascinação ou do ódio, nos problemas da obsessão, o suicídio e o aborto, como sendo as mais lastimáveis.

23- Qual a direção pessoal que devemos adotar para vencer os dissabores do lar infeliz?

Emmanuel – Evitemos o divórcio, tanto quanto possível, e combatamos o aborto e o suicídio com todos os recursos de raciocínio e esclarecimento de que possamos dispor. O divórcio adia o resgate. O aborto complica o destino. O suicídio agrava todos os sofrimentos.

André Luiz – Valorizemos o tempo, para que o tempo nos valorize e permaneçamos em equilíbrio sem afetar aquilo que não somos, em matéria de elevação, conquanto reconhecendo a necessidade de aperfeiçoar-nos sempre. Se erramos, estejamos decididos à corrigenda, agindo com sinceridade e trabalhando fielmente para isso.

24- Por mais ríspidas se façam as lutas, no casamento, é melhor permanecer dentro delas?

Emmanuel – Pagar é libertar-se, aprender é assimilar a lição.

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A logica do Espiritismo perante as mortes coletivas


**INFORMAÇÃO ESPÍRITA**

**A logica do Espiritismo perante as mortes coletivas**

Esta série foi originalmente produzida na década de 70 e pela permanente atualidade a estamos reeditando e ampliando.

OBRAS CONSULTADAS

Questões 1 a 7 – O LIVRO DOS ESPÍRITOS, Perguntas 737, 738, 739, 740, 741, IDE
Questões 8 a 12 – O LIVRO DOS ESPÍRITOS, Perguntas 851, 853, 854, 855, IDE
Questão 13 – AÇÃO E REAÇÃO, Capítulo XVIII, André Luiz (Espírito) por Francisco Cândido Xavier, FEB
Questão 14 - CHICO XAVIER PEDE LICENÇA, Xavier, Francisco Cândido, GEEM

1- Com que objetivo Deus atinge a Humanidade por meio de flagelos destruidores?

– Para fazê-la avançar mais depressa. Não vos dissemos que a destruição é necessária para a regeneração moral dos Espíritos, que adquirem, a cada nova existência, um novo grau de perfeição? É preciso ver o fim para lhe apreciar os resultados. Não os julgais senão sob o vosso ponto de vista pessoal e os chamais de flagelos por causa do prejuízo que vos ocasionam. Mas esses transtornos são, freqüentemente, necessários para fazer alcançar, mais prontamente, uma ordem melhor de coisas, e em alguns anos, o que exigiria séculos.

2- Deus não poderia empregar, para o aprimoramento da Humanidade, outros meios senão os flagelos destruidores?

– Sim, e o emprega todos os dias, visto que deu a cada um os meios de progredir pelo conhecimento do bem e do mal. É que o homem não aproveita; é preciso contrariá-lo em seu orgulho e fazê-lo sentir sua fraqueza.

3- Mas nesses flagelos, o homem de bem sucumbe como os perversos; isso é justo?

– Durante a vida, o homem relaciona tudo com o seu corpo, mas, depois da morte, ele pensa de outra forma e, como já dissemos: a vida do corpo é pouca coisa. Um século do vosso mundo é um relâmpago na Eternidade. Portanto, os sofrimentos, do que chamais alguns meses ou alguns dias, não são nada, apenas um ensinamento para vós, e que vos servirá no futuro. Os Espíritos, eis o mundo real, preexistentes e sobreviventes a tudo, são os filhos de Deus e o objeto de toda a sua solicitude; os corpos não são senão os trajes com os quais eles aparecem no mundo. Nas grandes calamidades que dizimam os homens, é como um exército que, durante a guerra vê os seus trajes usados, rasgados ou perdidos. O general tem mais cuidado com seus soldados do que com suas vestes.

4- Mas as vítimas desses flagelos não são menos vítimas?

– Se se considerasse a vida por aquilo que ela é, e o pouco que é com relação ao Infinito, se atribuiria menos importância a isso. Essas vítimas encontrarão, em uma outra existência, uma larga compensação aos seus sofrimentos, se elas sabem suportá-los sem murmurar.

Quer chegue a morte por um flagelo ou por uma causa ordinária, não se pode escapar a ela quando soa a hora da partida:

a única diferença é que com isso, no primeiro caso, parte um maior número de uma vez. Se pudéssemos nos elevar, pelo pensamento, de maneira a dominar a Humanidade e abrangê-la inteiramente; esses flagelos tão terríveis não nos pareceriam mais que tempestades passageiras no destino do mundo.

5- Os flagelos destruidores têm uma utilidade, sob o ponto de vista físico, malgrado os males que ocasionam?

– Sim, eles mudam, algumas vezes, o estado de uma região; mas o bem que disso resulta não é, freqüentemente, percebido senão pelas gerações futuras.

6- Os flagelos não seriam igualmente para o homem provas morais que o submetem às mais duras necessidades?

– Os flagelos são provas que fornecem ao homem a ocasião de exercitar sua inteligência, de mostrar sua paciência e sua resignação à vontade de Deus, e o orientam para demonstrar seus sentimentos de abnegação, de desinteresse e de amor ao próximo, se ele não está mais dominado pelo egoísmo.

7- É dado ao homem conjurar os flagelos que o afligem?

– Sim, de uma parte, mas não como se pensa, geralmente. Muitos flagelos são o resultado de sua imprevidência; à medida que ele adquire conhecimentos e experiências, pode conjurá-los, quer dizer, prevení-los se sabe procurar-lhes as causas. Mas, entre os males que afligem a Humanidade, há os gerais que estão nos desígnios da Providência, e dos quais cada indivíduo recebe mais, ou menos, a repercussão. A estes o homem não pode opor senão a resignação à vontade de Deus e, ainda, esses males são agravados, freqüentemente, pela sua negligência.

Entre os flagelos destruidores, naturais e independentes do homem, é preciso incluir na primeira linha a peste, a fome, as inundações, as intempéries fatais à produção da terra. Mas o homem não encontrou na ciência, nos trabalhos de arte, no aperfeiçoamento da agricultura, nos afolhamentos e nas irrigações, no estudo das condições higiênicas, os meios de neutralizar, ou pelo menos de atenuar, os desastres? Certas regiões, outrora assoladas por terríveis flagelos, não estão preservadas hoje? Que não fará, portanto, o homem por seu bem-estar material quando souber aproveitar os recursos de sua inteligência e quando ao cuidado da sua conservação pessoal souber aliar o sentimento de uma verdadeira caridade para com os semelhantes?

8- Há uma fatalidade nos acontecimentos da vida, segundo o sentido ligado a essa palavra, quer dizer, todos os acontecimentos são predeterminados? Nesse caso, em que se torna o livre arbítrio?

– A fatalidade não existe senão para a escolha que fez o Espírito, em se encarnando, de suportar tal ou tal prova.

9- Certas pessoas não escapam de um perigo mortal senão para cair num outro; parece que elas não poderiam escapar à morte. Não há nisso fatalidade?

– Não há nada de fatal, no verdadeiro sentido da palavra, senão o instante da morte. Quando esse momento chega, seja por um motivo ou por outro, não podeis dele vos livrar.

10- Assim, qualquer que seja o perigo que nos ameace não morreremos se a hora não é chegada?

– Não, tu não perecerás, e disso tens milhares de exemplos. Mas, quando é chegada a tua hora de partir, nada pode subtrair-te dela.

Deus sabe, antecipadamente, de qual gênero de morte partirás daqui e, freqüentemente, teu Espírito o sabe também, porque isso lhe é revelado quando faz a escolha de tal ou tal existência.

11- Da infalibilidade da hora da morte, segue-se que as precauções que se tomam para evitá-la são inúteis?

– Não, porque as precauções que tomais vos são sugeridas para evitar a morte que vos ameaça; elas são um dos meios para que a morte não ocorra.

12- Qual o fito da Providência ao fazer-nos correr perigos que não devem ter conseqüência?

– Quando tua vida é posta em perigo, é essa uma advertência que tu mesmo desejaste a fim de te desviar do mal e te tornares melhor.

13- E os pais? Em que situação surpreenderemos os pais dos que devem ser imolados ao progresso ou à justiça, na regeneração de si mesmos? A dor deles não será devidamente considerada pelos poderes que nos controlam a vida?

André Luiz _(reproduzindo resposta do Instrutor Druso em “Ação e Reação ”)_ – Como não? As entidades que necessitam de tais lutas expiatórias são encaminhadas aos corações que se acumpliciaram com elas em delitos lamentáveis, no pretérito distante ou recente ou, ainda, aos pais que faliram junto dos filhos, em outras épocas, a fim de que aprendam na saudade cruel e na angústia inominável o respeito e o devotamento, a honorabilidade e o carinho que todos devemos na Terra ao instituto da família. A dor coletiva é o remédio que nos corrige as falhas mútuas.

14- Sendo Deus a Bondade Infinita, por que permite a morte aflitiva de tantas pessoas enclausuradas e indefesas, como nos casos dos grandes incêndios?

Emmanuel Realmente reconhecemos em Deus o Perfeito Amor aliado à Justiça Perfeita. E o Homem, filho de Deus, crescendo em amor, traz consigo a Justiça imanente, convertendo-se, em razão disso, em qualquer situação, no mais severo julgador de si próprio.

Quando retornamos da Terra para o Mundo Espiritual, conscientizados nas responsabilidades próprias, operamos o levantamento dos nossos débitos passados e rogamos os meios precisos a fim de resgatá-los devidamente. É assim que, muitas vezes, renascemos no Planeta em grupos compromissados para a redenção múltipla. Invasores ilaqueados pela própria ambição, que esmagávamos coletividades na volúpia do saque, tornamos à Terra com encargos diferentes, mas em regime de encontro marcado para a desencarnação conjunta em acidentes públicos. **Exploradores da comunidade**, quando lhe exauríamos as forças em proveito pessoal, pedimos a volta ao corpo denso para facearmos unidos o ápice de epidemias arrasadoras. Promotores de guerras manejadas para assalto e crueldade pela megalomania do ouro e do poder, em nos fortalecendo para a regeneração, pleiteamos o Plano Físico a fim de sofrermos a morte de partilha, aparentemente imerecida, em acontecimentos de sangue e lágrimas. Corsários que ateávamos fogo a embarcações e cidades na conquista de presas fáceis, em nos observando no Além com os problemas da culpa, solicitamos o retorno à Terra para a desencarnação coletiva em dolorosos incêndios, inexplicáveis sem a reencarnação. Criamos a culpa e nós mesmos engenhamos os processos destinados a extinguir-lhe as conseqüências. E a Sabedoria Divina se vale dos nossos esforços e tarefas de resgate e reajuste a fim de induzir-nos a estudos e progressos sempre mais amplos no que diga respeito à nossa própria segurança. É por este motivo que, de todas as calamidades terrestres, o Homem se retira com mais experiência e mais luz no cérebro e no coração, para defender-se e valorizar a vida. Lamentemos sem desespero, quantos se fizerem vítimas de desastres que nos confrangem a alma. A dor de todos eles é a nossa dor. Os problemas com que se defrontaram são igualmente nossos. Não nos esqueçamos, porém, de que nunca estamos sem a presença de Misericórdia Divina junto às ocorrências da Divina Justiça, que o sofrimento é invariavelmente reduzido ao mínimo para cada um de nós, que tudo se renova para o bem de todos e que Deus nos concede sempre o melhor.

NOTA COMPLEMENTAR

Imaginemos um evento qualquer da nossa dimensão, sobretudo aqueles que são um primor de organização. Para que tudo funcionasse como um relógio, foi objeto de um bem coordenado planejamento que previu data, local, infra-estrutura de recursos humanos, equipamentos, possíveis falhas, restrição a “penetras”, etc... Sob esse ponto de vista, percebe-se que somos capazes de nos superarmos em tais cometimentos.

Se observamos isso em nossas iniciativas, será o Plano Espiritual limitado em suas realizações? Se “a única fatalidade da vida é o instante da morte” (questão 853, L.E.), se saímos um dia do Plano Invisível com nossa volta pré-determinada quanto à data aproximada e a forma; se eventos do porte de uma desencarnação coletiva já estão marcados para acontecer a ponto de pessoas sonharem com antecedência o fato, por que duvidar que aconteceu sob a permissão de Deus e suas precisas e justas Leis? Chico Xavier nos deixou dois documentos psicografados de sobreviventes à grandes acidentes aéreos. Da queda do Boeing 727, em 07/06/1982 (137 mortos), no livro ANTE O FUTURO (IDEAL) e do Boeing 727 em 12/04/1980 (58 mortos), na obra E O AMOR CONTINUA (Alvorada). Neles, Rosana Maria Temporal de Lara e Jane Furtado Koerich, as autoras, coincidem em vários aspectos:

1.º) Não sentiram dores no momento do impacto e da morte;

2.º) Ouviram vozes no instante do acidente sugerindo confiança em Deus e calma, denotando a presença de equipes espirituais socorristas operando o resgate;

3.º) Apesar das imagens derradeiras dos seus corpos no Plano Material, não se viam ou se sentiam destroçadas na nova forma em que se reconheciam;

4.º) Despertaram da inconsciência em que mergulharam na transferência de Plano, em hospitais das regiões invisíveis;

5.º) Confirmaram aos familiares presentes no momento do recebimento da mensagem, por vários detalhes, serem elas mesmas


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O que realmente preciso para ser feliz consumo consciente - Início às 15h - SBEBM

What I really need to be happy conscious consumption - Start at 15h - 08.06.2018


Preces e Irradiações - Início às 14h30 - SBEBM

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sábado, 9 de junho de 2018

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Pluralidade dos Mundos Habitados


**INFORMAÇÃO ESPÍRITA**

NOÇÕES BÁSICAS DE DOUTRINA ESPÍRITA

**Pluralidade dos Mundos Habitados**

**Mundos Habitados**

São habitados todos os globos que se movem no espaço?

Sim, e o homem terreno está longe de ser, como supõe, o primeiro em inteligência, em bondade e em perfeição.

Acreditar que só os haja no planeta que habitamos fora duvidar da sabedoria de Deus.

Allan Kardec - O Livro dos Espíritos

**Mundos Inferiores**

Raças selvagens ou bárbaras.

Revestem a forma humana, mas sem nenhuma beleza.

Não há noção do justo.

Seus instintos não possuem delicadeza ou benevolência.

A força bruta é a única lei.

Passam a vida na conquista dos alimentos, não há indústria ou invenções.

Intuição da existência de um ente supremo.

São como crianças que estão a crescer.

Allan Kardec - O Evangelho Segundo o Espiritismo


**Mundos Superiores**

Forma corpórea é a humana, mas embelezada, aperfeiçoada, purificada.

Não há doenças, necessidades, deteriorações que a predominância da matéria provoca.

A leveza específica do corpo permite a movimentação rápida e fácil.

O semblante mostra a vida e a inteligência e não o abatimento provocado pelos sofrimentos e paixões.

Infância curta ou nula.

Vida mais longa.

Não há guerras, senhores nem escravos.

Allan Kardec - O Evangelho Segundo o Espiritismo

**Classificação Geral dos Mundos**

**Mundos Primitivos**

destinados às primeiras encarnações humanas, vida totalmente material.

**Mundos de Expiações e Provas**

onde o mal domina, a Terra pertence a esta categoria, serve de exílio para espíritos rebeldes à lei de deus.

**Mundos Regeneradores**

neles a alma encontra a calma e o repouso, nesses mundos ainda não existe a felicidade perfeita, mas a aurora da felicidade.

**Mundos Ditosos**

o bem sobrepuja o mal

**Mundos Celestes ou Divinos**

habitações de espíritos depurados, onde exclusivamente reina o bem.

Allan Kardec - O Evangelho Segundo o Espiritismo

**A Grande Família Universal**

Existem aglomerados galáticos conhecidos com mais de cem galáxias.

Na nossa modesta galáxia existem mais de cem bilhões de sóis.

Estes mundos são “as muitas moradas na casa do Pai”.

É neles que nascem, crescem, vivem e aperfeiçoam os Filhos do Criador, a Grande Família Universal.

São as Grandes Escolas da Alma.

As Grandes Oficinas do Espírito.

As Grandes Universidades.

Os Grandes Laboratórios do Infinito.

São os Berços da Vida.

Áureo – Universo e Vida

**Solidariedade Universal**

“Como os Grandes Espíritos são solidários entre si, também o são os mundos e as Humanidades que eles governam em nome do Criador.” Áureo – Universo e Vida

Vieram de Sírius auxiliar o Mestre Jesus no amparo aos degredados banidos para a Terra:

- Izabel e Zacarias (pais de João Batista)

- Ana e Simeão (profetas do templo)

- José e Maria (pais de Jesus)

Áureo – Universo e Vida

Vieram de Capela auxiliar o Mestre Jesus no amparo aos degredados banidos para a Terra:

- Jacó (Israel), Moisés, Elias, João Batista

- Isaac, Daniel, João Evangelista

- Abraão, Salomão, Simão Pedro

- José, Davi, Paulo de Tarso

- Heródoto

- Sócrates

- Confúcio

- Lao-Tsé

- Ésquilo

- Fo-Hi

- Buda

Áureo – Universo e Vida

**A Destinação da Terra**

“Sim, porque depois a treva surgirá uma nova aurora. Luzes consoladoras envolverão todo o orbe regenerado no batismo do sofrimento. O homem espiritual estará unido ao homem físico, para sua marcha gloriosa no Ilimitado... Emmanuel – A Caminho da Luz

“...Trabalhemos por Jesus, ainda que a nossa oficina esteja localizada no deserto das consciências. Todos somos chamados ao grande labor e o nosso mais sublime dever é responder aos apelos do Escolhido. Emmanuel – A Caminho da Luz

No Porvir

“Mesmo depois que passar a grande tempestade, o coração augusto do Cristo sangrará de dor, porque não será sem uma profunda e divina melancolia que verá partir, para rudes degredos regenerativos, os afilhados ingratos e rebeldes que não lhe quiseram aceitar a doce proteção...”

Aqui teremos uma civilização sem maldade.

Habitantes longe da angelitude, mas operosos, sinceros, fraternos e dóceis à inspiração superior.

A Ciência alcançará culminâncias jamais sonhadas.

Não haverá desespero, prostituição, vícios, mendicância, infância carente nem velhice abandonada.

Reinarão na Terra a Ordem e a Paz.

O Amor Universal será Estatuto Divino.

A Terra pertencerá aos mansos de coração...”

Áureo - Universo e Vida


EDITORA AUTA DE SOUZA


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sexta-feira, 8 de junho de 2018

PRIMEIRA PARTE FATORES DE PERTURBAÇÃO 3 A ansiedade 9

FIRST PART
DISTORTION FACTORS


3 Anxiety 9

The concern to appear triumphant, to respond in a similar way to
too, to be well received and considered is responsible for the dehumanization of the individual, which becomes a complementary element in the social grouping, without identity or individuality.

Desencarnação**


**INFORMAÇÃO ESPÍRITA**


NOÇÕES BÁSICAS DE DOUTRINA ESPÍRITA

**Desencarnação**

**Conceito**

“Desencarnar é mudar de plano, como alguém que se transferisse de uma cidade para outra, aí no mundo, sem que o fato lhe altere as enfermidades ou virtudes com a simples modificação dos aspectos exteriores.” Emmanuel – O Consolador

 “A desencarnação é o fenômeno de libertação do corpo somático por parte do Espírito, que, por sua vez, se desimanta dos condicionamentos e atavismos materiais, facultando a si mesmo liberdade de ação e de consciência.” Manoel P. de Miranda - Temas da Vida e da Morte

**Separação da Alma e do Corpo**

 Rotos os laços que a retinham, ela se desprende.

 A alma se desprende gradualmente.

 Os laços se desatam, não se quebram.

 A morte é a destruição somente do corpo.

 O desprendimento da alma do corpo pode ser rápido ou durar dias, semanas e até meses.

 Quanto mais identificado com a matéria mais penosa é a separação.

 A sensação dependerá de sua vida:

– Remorso, vergonha pelo mal praticado;

– Ou aliviado pela libertação.

Allan Kardec – O Livro dos Espíritos

**Perturbação Espiritual**

Por ocasião da morte tudo é confuso, a princípio.

 A alma precisa de um tempo para entrar no conhecimento de si mesma.

 Ela se acha como que aturdida.

A lucidez das idéias e a memória do passado lhe voltam, à medida que se apaga a influência da matéria.

O conhecimento do Espiritismo exerce grande influência na duração da perturbação, visto que o Espírito já conhece a sua situação.

 A prática do bem e a consciência pura são as que mais influência exercem.

Allan Kardec – O Livro dos Espíritos

**Tipos de Desencarnação**

Desencarne natural (velhice)

 Acidente

 Homicídio

 Doença

 Suicídio

“Com exceção do suicídio, todos os casos de desencarnação são determinados previamente pelas forças espirituais que orientam a atividade do homem sobre a Terra.”

Emmanuel – O Consolador

**Nosso Comportamento Diante da Desencarnação**

Emitir para os desencarnados pensamentos de respeito, de paz, carinho.

Calar anedotas, galhofa em torno da pessoa desencarnada.

O companheiro desencarnado necessita de prece e silêncio.

Evitar conversações ociosas, tratos comerciais, comentários impróprios.

Transformar o culto da saudade expresso em coroa de flores em donativos às instituições de caridade.

Aproveitar a oportunidade para orar, discorrer sem afetação, quando chamado a isso.

 A solenidade mortuária é ato de respeito e dignidade humana.

André Luiz - Conduta Espírita

**A Vida no Além**

Ao despertar no Plano Espiritual, o recém-chegado defrontar-se-á com as invariáveis realidades:

Visão panorâmica da última existência.

 Requisição da forma antiga.

 Encontro com Espíritos afins (elevados ou inferiores).

 Analogia do meio espiritual com a paisagem terrestre.

 Encontrar-se-á consigo mesmo.

Martins Peralva - Estudando a Mediunidade

**Por que os Espíritas não Temem a Morte?**

A vida futura deixa de ser uma hipótese para ser uma realidade.

 Ergueu-se o véu: o mundo espiritual aparece-nos na plenitude de sua realidade prática.

 Não há só esperança e sim a certeza que os conforta.

Sabem que a vida futura é continuação da vida terrena em melhores condições.

 Sem a dúvida do futuro, desaparece o temor da morte.

 Deve-se encarar a aproximação do desencarne como quem aguarda a libertação do cativeiro.

Allan Kardec – O Céu e o Inferno

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