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quarta-feira, 23 de maio de 2018

PRIMEIRA PARTE FATORES DE PERTURBAÇÃO 3 A ansiedade 1

FIRST PART
DISTORTION FACTORS


3 Anxiety 1

Not allowing himself to be victimized by routine, man sometimes tends to take on an anxious behavior that wears out, giving rise to sick processes that consume him.

PRIMEIRA PARTE FATORES DE PERTURBAÇÃO 2 A rotina - final


PRIMEIRA PARTE

FATORES DE PERTURBAÇÃO

2 A rotina

A natural transformação social, decorrente dos efeitos da ciência aliada à tecnologia a partir do Século XIX, impôs que o individualismo competitivo pósrenascentista cedesse lugar ao coletivismo industrial e comunitário da atualidade.

A cisão decorrente do pensamento cartesiano, na dicotomia do corpo e da
alma, ensejou uma radical mudança nos hábitos da sociedade, dando surgimento a uma série de conflitos que irrompem na personalidade humana e conduzem a alienações perturbadoras.

Antes, os tabus e as superstições geravam comportamentos extravagantes, e a falsa moral mascarava os erros que se tornavam fatores de desagregação da personalidade, a serviço da hipocrisia refinada.

A mudança de hábitos, no entanto, se liberou o homem de algumas fobias e mecanismos de evasão perniciosos, impôs outros padrões comportamentais de massificação, nos quais surgem novos ídolos e mitos devoradores, que respondem por equivalentes fenômenos de desequilíbrio.

Houve troca de conduta, mas não de renovação saudável na forma de encarar-se a vida e de vivê-la.

De um lado, a ciência em constante progresso, não se fazendo acompanhar por um correspondente desenvolvimento éticoespiritual, candidata-se a conduzir o homem ao niilismo, ao conceito de aniquilamento.

Noutro sentido, o contubérnio subjacente, apresenta um elenco exasperador de áreas conflitantes nas guerras e ameaças de guerras que se sucedem, nas variações da economia, nos volumosos bolsões de miséria de vária ordem, empurrando o homem para a ansiedade, a insegurança, a suspeição contumaz, a violência.

A fim de fugir à luta desigual — o homem contra a máquina — os mecanismos responsáveis pela segurança emocional levam o indivíduo, que não se encoraja ao competitivismo doentio, à acomodação, igualmente enferma, como forma de sobrevivência no báratro em que se encontra, receando ser vencido, esmagado ou consumido pela massa crescente ou pelo desespero avassalador.

Estabelece algumas poucas metas, que conquista com relativa facilidade, passando a uma existência rotineira e neurotizante, que culmina por matar-lhe o entusiasmo de viver, os estímulos para enfrentar desafios novos.

Rotina é como ferrugem na engrenagem de preciosa maquinaria, que a corrói e arrebenta.

Disfarçada como segurança, emperra o carro do progresso social e automatiza a mente, que cede o campo do raciocínio ao mesmismo cansador, deprimente. O homem repete a ação de ontem com igual intensidade hoje; trabalha no mesmo labor e recompõe idênticos passos; mantém as mesmas desinteressantes conversações: retorna ao lar ou busca os repetidos espairecimentos: bar, clube, televisão, jornal, sexo, com frenético receio da solidão, até alcançar a aposentadoria..

Nesse ínterim, realiza férias programadas, visita lugares que o desagradam,
porém reúne-se a outros grupos igualmente tediosos e, quando chega ao denominado período do gozo repouso, deixa-se arrastar pela inutilidade agradável, vitimado por problemas cardíacos, que resultam das pressões largamente sustentadas ou por neuroses que a monotonia engendra.

O homem é um mamífero biossocial, construído para experiências e iniciativas constantes, renovadoras. A sua vida é resultado de bilhões de anos de transformações celulares, sob o comando do Espírito, que elaborou equipamentos orgânicos e psíquicos para as respostas evolutivas que a futura perfeição lhe exige.

O trabalho constitui-lhe estímulo aos valores que lhe dormem latentes, aguardando despertamento, ampliação, desdobramento.

Deixando que esse potencial permaneça inativo por indolência ou rotina, a frustração emocional entorpece os sentimentos do ser ou leva-o à violência, ao crime, como processo de libertação da masmorra que ele mesmo construiu, nela encarcerando-se.

Subitamente, qual correnteza contida que arrebenta a barragem, rompe os limites do habitual e dá vazão aos conflitos, aos instintos agressivos, tombando em processos alucinados de desequilíbrios e choque.

Nesse sentido, os suportes morais e espirituais contribuem para a mudança da rotina, abrindo espaços mentais e emocionais para o idealismo do amor ao próximo, da solidariedade, dos serviços de enobrecimento humano.

O homem se deve renovar incessantemente, alterando para melhor os hábitos e atividades, motivando-se para o aprimoramento íntimo, com consequente movimentação das forças que fomentam o progresso pessoal e comunitário, a benefício da sociedade em geral.

Face a esse esforço e empenho, o homem interior sobrepõe-se ao exterior, social, trabalhado pelos atavismos das repressões e castrações, propondo conceitos mais dignos de convivência humana, em consonância com as ambições espirituais que lhe passam a comandar as disposições íntimas.

O excesso de tecnologia, que aparentemente resolveria os problemas humanos, engendrou novos dramas e conflitos comportamentais, na rotina degradante, que necessitam ser reexaminados para posterior correção.

O individualismo, que deu ênfase ao enganoso conceito do homem de ferro e da mulher boneca, objeto de luxo e de inutilidade, cedeu lugar ao coletivismo consumista, sem identidade, em que os valores obedecem a novos padrões de crítica e de aceitação para os triunfos imediatos sob os altos preços da destruição do indivíduo como pessoa racional e livre.

A liberdade custa um alto preço e deve ser conquistada na grande luta que se trava no cotidiano.

Liberdade de ser e atuar, de ter respeitados os seus valores e opções de discernir e aplicar, considerando, naturalmente, os códigos éticos e sociais, sem a submissão acomodada e indiferente aos padrões de conveniência dos grupos dominantes.

A escala de interesses, apequenando o homem, brinda-o com prêmios que foram estabelecidos pelo sistema desumano, sem participação do indivíduo como célula viva e pensante do conjunto geral.

Como profilaxia e terapêutica eficaz, existem os desafios propostos por Jesus, que são de grande utilidade, induzindo a criatura a dar passos mais largos e audaciosos do que aqueles que levam na direção dos breves objetivos da existência apenas material.

A desenvoltura das propostas evangélicas facilita a ruptura da rotina, dando saudável dinâmica para uma vida integral em favor do homemespírito eterno e não apenas da máquina humana pensante a caminho do túmulo, da dissolução, do esquecimento.

O Homem Integral
DIVALDO PEREIRA FRANCO
DITADO PELO ESPÍRITO JOANNA DE ÂNGELIS

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O trabalho da SBEBM na evangelização de bebês - Início às 15h - SBEBM

The work of SBEBM in the evangelization of babies - Beginning at 3pm - SBEBM

Preces e Irradiações - Início às 14h30 - SBEBM

Prayers and Irradiations - Beginning at 2:30 pm - SBEBM

Pais que cedem muito - Início às 10h - SBEBM

Parents who give in too much - Start at 10am - SBEBM


Preces e Irradiações - início às 9h35 - SBEBM

Prayers and Irradiations - beginning at 9:35 am - SBEBM

terça-feira, 22 de maio de 2018

Influência das mídias na psicosfera do lar - Início às 20h - Palestrante Osmarino Oliveira - SBEBM

Influence of the media in the home psychosphere - Beginning at 8 pm - Speaker Osmarino Oliveira - SBEBM

Preces e Irradiações - Início às 19h30 - SBEBM

Prayers and Irradiations - Beginning at 7:30 pm - SBEBM

Eixo Temático: A Busca da Felicidade = A carne é fraca


**INFORMAÇÃO ESPÍRITA**

Eixo Temático: A Busca da Felicidade


A carne é fraca

(O Céu e O Inferno – primeira parte, cap. VII)


Há tendências viciosas que são evidentemente próprias do Espírito, porque se apegam mais ao moral do que ao físico; outras, parecem antes dependentes do organismo, e, por esse motivo, menos responsáveis são julgados os que as possuem: consideram-se como tais as disposições à cólera, à preguiça, à sensualidade, etc. Há tendências viciosas que são evidentemente próprias do Espírito, porque se apegam mais ao moral do que ao físico; outras, parecem antes dependentes do organismo, e, por esse motivo, menos responsáveis são julgados os que as possuem: consideram-se como tais as disposições à cólera, à preguiça, à sensualidade, etc.

Hoje, está plenamente reconhecido pelos filósofos espiritualistas que os órgãos cerebrais correspondentes a diversas aptidões devem o seu desenvolvimento à atividade do Espírito. Assim, esse desenvolvimento é um efeito e não uma causa. Um homem não é músico porque tenha a bossa da música, mas possui essa tendência porque o seu Espírito é musical. Se a atividade do Espírito reage sobre o cérebro, deve também reagir sobre as outras partes do organismo.

O Espírito é, deste modo, o artista do próprio corpo, por ele talhado, por assim dizer, à feição das suas necessidades e à manifestação das suas tendências.

Desta forma a perfeição corporal das raças adiantadas deixa de ser produto de criações distintas para ser o resultado do trabalho espiritual, que aperfeiçoa o invólucro material à medida que as faculdades aumentam.

Por uma consequência natural deste princípio, as disposições morais do Espírito devem modificar as qualidades do sangue, dar-lhe maior ou menor atividade, provocar uma secreção mais ou menos abundante de bílis ou de quaisquer outros fluidos. É assim, por exemplo, que ao glutão enche-se-lhe a boca de saliva diante dum prato apetitoso.

Certo é que a iguaria não pode excitar o órgão do paladar, uma vez que com ele não tem contato; é, pois, o Espírito, cuja sensibilidade é despertada, que atua sobre aquele órgão pelo pensamento, enquanto que outra pessoa permanecerá indiferente à vista do mesmo acepipe. É ainda por este motivo que a pessoa sensível facilmente verte lágrimas.

Não é, porém, a abundância destas que dá sensibilidade ao Espírito, mas precisamente a sensibilidade deste que provoca a secreção abundante das lágrimas. Sob o império da sensibilidade, o organismo condiciona-se à disposição normal do Espírito, do mesmo modo por que se condiciona à disposição do Espírito glutão.

Seguindo esta ordem de ideias, compreende-se que um Espírito irascível deve encaminhar-se para estimular um temperamento bilioso, do que resulta não ser um homem colérico por bilioso, mas bilioso por colérico. O mesmo se dá em relação a todas as outras disposições instintivas: um Espírito indolente e fraco deixará o organismo em estado de atonia relativo ao seu caráter, ao passo que, ativo e enérgico, dará ao sangue como aos nervos qualidades perfeitamente opostas. A ação do Espírito sobre o físico é tão evidente que não raro vemos graves desordens orgânicas sobrevirem a violentas comoções morais. Seguindo esta ordem de ideias, compreende-se que um Espírito irascível deve encaminhar-se para estimular um temperamento bilioso, do que resulta não ser um homem colérico por bilioso, mas bilioso por colérico. O mesmo se dá em relação a todas as outras disposições instintivas: um Espírito indolente e fraco deixará o organismo em estado de atonia relativo ao seu caráter, ao passo que, ativo e enérgico, dará ao sangue como aos nervos qualidades perfeitamente opostas. A ação do Espírito sobre o físico é tão evidente que não raro vemos graves desordens orgânicas sobrevirem a violentas comoções morais.

A expressão vulgar: — A emoção transtornou-lhe o sangue — não é tão destituída de sentido quanto se poderia supor. Ora, que poderia transtornar o sangue senão as disposições morais do Espírito?

Pode admitir-se, por conseguinte, ao menos em parte, que o temperamento é determinado pela natureza do Espírito, que é causa e não efeito.

E nós dizemos em parte, porque há casos em que o físico influi evidentemente sobre o moral, tais como quando um estado mórbido ou anormal é determinado por causa externa, acidental, independente do Espírito, como sejam a temperatura, o clima, os defeitos físicos congênitos, uma doença passageira, etc.

O moral do Espírito pode, nesses casos, ser afetado em suas manifestações pelo estado patológico, sem que a sua natureza intrínseca seja modificada. Escusar-se de seus erros por fraqueza da carne não passa de sofisma para escapar a responsabilidades.

A carne só é fraca porque o Espírito é fraco, o que inverte a questão deixando àquele a responsabilidade de todos os seus atos. A carne, destituída de pensamento e vontade, não pode prevalecer jamais sobre o Espírito, que é o ser pensante e de vontade própria.

O Espírito é quem dá à carne as qualidades correspondentes ao seu instinto, tal como o artista que imprime à obra material o cunho do seu gênio. Libertado dos instintos da bestialidade, elabora um corpo que não é mais um tirano de sua aspiração, para espiritualidade do seu ser, e é quando o homem passa a comer para viver e não mais vive para comer. A carne só é fraca porque o Espírito é fraco, o que inverte a questão deixando àquele a responsabilidade de todos os seus atos. A carne, destituída de pensamento e vontade, não pode prevalecer jamais sobre o Espírito, que é o ser pensante e de vontade própria.

A responsabilidade moral dos atos da vida fica, portanto, intacta; mas a razão nos diz que as consequências dessa responsabilidade devem ser proporcionais ao desenvolvimento intelectual do Espírito. Assim, quanto mais esclarecido for este, menos desculpável se torna, uma vez que com a inteligência e o senso moral nascem as noções do bem e do mal, do justo e do injusto.

Esta lei explica o insucesso da Medicina em certos casos. Desde que o temperamento é um efeito e não uma causa, todo o esforço para modificá-lo se nulifica ante as disposições morais do Espírito, opondo-lhe uma resistência inconsciente que neutraliza a ação terapêutica. Por conseguinte, sobre a causa primordial é que se deve atuar.

Dai, se puderdes, coragem ao poltrão, e vereis para logo cessados os efeitos fisiológicos do medo. Isto prova ainda uma vez a necessidade, para a arte de curar, de levar conta a influência espiritual sobre os organismos.




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segunda-feira, 21 de maio de 2018

A BENÇÃO DA COMPREENSÃO


**INFORMAÇÃO ESPÍRITA**


   **A BENÇÃO DA COMPREENSÃO**


           A compreensão é fruto da evolução humana.

          Compreender o próximo em seus erros e falhas morais é se autoconhecer. Porque conhecendo nossas fraquezas entendemos melhor as alheias.

          Ás vezes Deus coloca em nosso caminho criaturas de trato difícil, seja familiar, amigo ou companheiro de trabalho, para que possamos aprender a tolerar e treinar a paciência. Há sempre ocasiões em que convivemos com pessoas que são hoje o que fomos ontem.

          A dificuldade que temos de perdoar aquela criatura que nos agride, incomoda ou prejudica é fruto do orgulho ferido ou do egoísmo traduzido na disputa pela posse de algo que pensamos ser nosso.

          Quando ampliamos nossa compreensão do objetivo maior da vida, da efemeridade dos bens materiais, principalmente das dificuldades e sofrimentos que todo ser humano passa para sua evolução; passamos a conviver melhor com todos os que nos rodeiam.

          A compreensão é adquirida na meditação e amadurecimento interior. Quando meditamos passamos a sintonizar com o plano superior e neste estado de elevação, nossa mente se aclara e passamos a entender melhor o comportamento do outro.

         A compreensão é também fruto do amor, quem ama compreende e perdoa.

                                                                 Miryã/ MLucia



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Os filhos e as drogas - Início às 15h - SBEBM

Children and drugs - Start at 3pm - SBEBM


Preces e Irradiações - Início às 14h30 - SBEBM

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A Beneficência - Eixo Temático: A Busca da Felicidade


**INFORMAÇÃO ESPÍRITA**


Eixo Temático: A Busca da Felicidade


A Beneficência

(O Evangelho segundo o Espiritismo – cap XIII, item 12)


12. Sede bons e caridosos: essa a chave dos céus, chave que tendes em vossas mãos. Toda a eterna felicidade se contém neste preceito: “Amai-vos uns aos outros.” Não pode a alma elevar-se às altas regiões espirituais, senão pelo devotamento ao próximo; somente nos arroubos da caridade encontra ela ventura e consolação. Sede bons, amparai os vossos irmãos, deixai de lado a horrenda chaga do egoísmo. Cumprido esse dever, abrir-se-vos-á o caminho da felicidade eterna.

Ao demais, qual dentre vós ainda não sentiu o coração pulsar de júbilo, de íntima alegria, à narrativa de um ato de bela dedicação, de uma obra verdadeiramente caridosa? Se unicamente buscásseis a volúpia que uma ação boa proporciona, conservar-vos-íeis sempre na senda do progresso espiritual. Não vos faltam os exemplos; rara é apenas a boa vontade. Notai que a vossa história guarda piedosa lembrança de uma multidão de homens de bem.

Não vos disse Jesus tudo o que concerne às virtudes da caridade e do amor? Por que desprezar os seus ensinamentos divinos? Por que fechar o ouvido às suas divinas palavras, o coração a todos os seus bondosos preceitos? Quisera eu que dispensassem mais interesse, mais fé às leituras evangélicas. Desprezam, porém, esse livro, consideram-no repositório de palavras ocas, uma carta fechada; deixam no esquecimento esse código admirável. Vossos males provêm todos do abandono voluntário a que votais esse resumo das leis divinas. Lede-lhe as páginas cintilantes do devotamento de Jesus, e meditai-as.

Homens fortes, armai-vos; homens fracos, fazei da vossa brandura, da vossa fé, as vossas armas. Sede mais persuasivos, mais constantes na propagação da vossa nova doutrina. Apenas encorajamento é o que vos vimos dar; apenas para vos estimularmos o zelo e as virtudes é que Deus permite nos manifestemos a vós outros. Mas, se cada um o quisesse, bastaria a sua própria vontade e a ajuda de Deus; as manifestações espíritas unicamente se produzem para os de olhos fechados e corações indóceis.

A caridade é a virtude fundamental sobre que há de repousar todo o edifício das virtudes terrenas. Sem ela não existem as outras. Sem a caridade não há esperar melhor sorte, não há interesse moral que nos guie; sem a caridade não há fé, pois a fé não é mais do que pura luminosidade que torna brilhante uma alma caridosa.

A caridade é, em todos os mundos, a eterna âncora de salvação; é a mais pura emanação do próprio Criador; é a sua própria virtude, dada por ele à criatura. Como desprezar essa bondade suprema? Qual o coração, disso ciente, bastante perverso para recalcar em si e expulsar esse sentimento todo divino? Qual o filho bastante mau para se rebelar contra essa doce carícia: a caridade?

Não ouso falar do que fiz, porque também os Espíritos têm o pudor de suas obras; considero, porém, a que iniciei como uma das que mais hão de contribuir para o alívio dos vossos semelhantes.

Vejo com frequência os Espíritos a pedirem lhes seja dado, por missão, continuar a minha tarefa. Vejo-os, minhas bondosas e queridas irmãs, no piedoso e divino ministério; vejo-os praticando a virtude que vos recomendo, com todo o júbilo que deriva de uma existência de dedicação e sacrifícios. Imensa dita é a minha, por ver quanto lhes honra o caráter, quão estimada e protegida é a missão que desempenham. Homens de bem, de boa e firme vontade, uni-vos para continuar amplamente a obra de propagação da caridade; no exercício mesmo dessa virtude, encontrareis a vossa recompensa; não há alegria espiritual que ela não proporcione já na vida presente. Sede unidos, amai-vos uns aos outros, segundo os preceitos do Cristo.

Assim seja. – S. Vicente de Paulo. (Paris, 1858.)




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sexta-feira, 18 de maio de 2018

Eixo Temático: A Busca da Felicidade


**INFORMAÇÃO ESPÍRITA**

Eixo Temático: A Busca da Felicidade


Felicidade e infelicidade relativas (O Livro dos Espíritos – questões 920 e 921)

A felicidade não é deste mundo (O Evangelho Segundo O Espiritismo – cap. IV, item 20)

A Beneficência (O Evangelho segundo o Espiritismo – cap XIII, item 12)

O Céu (O céu e o inferno – 1ª parte, cap III, itens 6 e 7)

A carne é fraca (O Céu e O Inferno – primeira parte, cap. VII)

A vida futura (Obras Póstumas, primeira parte)

Resignação da adversidade (Léon Denis – livro: Depois da Morte, cap. 50)

Os problemas da existência (Léon Denis – livro: O Porquê da Vida, cap. II)

Ética da Felicidade (Vianna de Carvalho, in “Espiritismo e Vida” – Cap 29)

A Nova Sociedade do Futuro (Vianna de Carvalho, in “Espiritismo e Vida” – Cap 10)

Buscando a felicidade (Emmanuel, psicografia de Chico Xavier – livro: Inspiração)

Quando há luz (Emmanuel, psicografia de Chico Xavier – do livro: “Fonte Viva”, cap. 74)

No futuro (Emmanuel, psicografia de Chico Xavier – do livro: “Pão Nosso”, cap. 41)

O tesouro enferrujado (Emmanuel, psicografia de Chico Xavier – do livro: “Caminho, Verdade e Vida”, cap. 24)

Porta estreita (Emmanuel, psicografia de Chico Xavier – do livro: “Vinha de Luz”, cap. 20)

Reencontro (André Luiz, psicografia de Chico Xavier – do livro: “Libertação”, trecho do cap. XX)

Filhos, Muito Obrigado (Bezerra de Menezes, psicografia de Chico Xavier – do livro “Doutrina e Vida”)

Pureza em branco (Humberto de Campos, psicografia de Chico Xavier – do livro “Contos Desta e Doutra Vida”, cap. 22)

O Guia (Humberto de Campos, psicografia de Chico Xavier – do livro “Estante da Vida”, cap. 14)

Felicidade (Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Franco – do livro “Estudos Espíritas”, cap. 17)

Amor e Felicidade (Joanna de Ângelis, in “Garimpo de Amor” – Cap 29)

Impulsos e Vontade (Joanna de Angelis, in “Rumos Libertadores” – Cap. 23)

Vivência da Felicidade (Joanna de Angelis, in “Atitudes Renovadas” – Cap 19)

Viver com Simplicidade (Joanna de Angelis, in “Atitudes Renovadas” – Cap 23)

Atitudes (Victor Hugo, psicografia de Divaldo Franco – do livro “Calvário de libertação”)

Vivendo com Jesus (Amélia Rodrigues, psicografia de Divaldo Franco – do livro “Vivendo com Jesus”)

Não se deixe seduzir (Francisco de Paulo Vítor, psicografia de Raul Teixeira, na Sociedade Espírita Renovação, Curitiba/PR)

Valoriza a tua vida (José Grosso, psicografia de Raul Teixeira, na Sociedade Espírita Fraternidade, Niterói/RJ)


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