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quarta-feira, 28 de setembro de 2016

ESTUDO 79 O LIVRO DOS MÉDIUNS - SEGUNDA PARTE DAS MANIFESTAÇÕES ESPIRITAS – CAPITULO XVI - MÉDIUNS ESPECIAIS #193. VARIEDADES DOS MÉDIUNS ESCREVENTES - Segundo as qualidades físicas do médium e as morais do médium.

O LIVRO DOS MÉDIUNS

(Guia dos Médiuns e dos Doutrinadores)
Por
ALLAN KARDEC
Contém o ensino especial dos Espíritos sobre a teoria de todos os gêneros de manifestações, os meios de comunicação com o Mundo Invisível, o desenvolvimento da mediunidade, as dificuldades e os escolhos que se podem encontrar na prática do Espiritismo.

SEGUNDA PARTE

DAS MANIFESTAÇÕES ESPIRITAS

CAPITULO XVI

MÉDIUNS ESPECIAIS

Estudo 80 - VARIEDADES DOS MÉDIUNS ESCREVENTES - Segundo as qualidades físicas do médium e as morais do médium.

Na questão 152 afirmou Allan Kardec que a ciência espírita progrediu como todas as outras e mais rapidamente do que estas. Ao observar os médiuns em ação o Codificador identificou as variedades que passamos a estudar.

VARIEDADES DOS MÉDIUNS ESCREVENTES

1º - Segundo o modo de execução

2º - Segundo o desenvolvimento da faculdade

3º - Segundo o gênero e a especialidade das comunicações

4º - Segundo as qualidades físicas do médium

5º - Segundo as qualidades morais dos médiuns

Item 4º - Segundo as qualidades físicas do médium.

Médiuns calmos: escrevem sempre com certa lentidão e sem experimentar a menor agitação.

Médiuns velozes: escrevem com uma rapidez que não poderiam desenvolver voluntariamente em seu estado normal. Os Espíritos se comunicam por meio deles com a rapidez do relâmpago. Dir-se-ia que possuem uma superabundância de fluido, que lhes permite identificarem-se instantaneamente com o Espírito. Esta qualidade apresenta, às vezes, o inconveniente de tornar, pela rapidez, a escrita quase ilegível para outras pessoas, além do médium. 

É muito cansativa, porque despende muito fluido inutilmente.

Médiuns convulsivos: ficam num estado de superexcitação quase febril. A mão e algumas vezes todo o corpo se lhes agitam num tremor que é impossível dominar. A causa primária desse fato está sem dúvida na organização, mas também depende muito da natureza dos Espíritos que por eles se comunicam. Os bons e benévolos produzem sempre uma impressão suave e agradável; os maus, ao contrário, produzem-na penosa.

Explica Allan Kardec que é preciso que esses médiuns só raramente se sirvam de sua faculdade mediúnica, cujo uso freqüente lhes poderia afetar o sistema nervoso.

Item 5º - Segundo as qualidades morais dos médiuns.

Nesse item Allan Kardec abordou levemente a questão das qualidades morais dos médiuns, pois desenvolveria estudo aprofundado nos capítulos: Da influência moral do médium, Da obsessão, Da identidade dos Espíritos e outros. Neles se verá a influência que as qualidades e os defeitos dos médiuns pode exercer na segurança das comunicações e quais os que com razão se podem considerar médiuns imperfeitos ou bons médiuns. Estes serão os temas que abordaremos em nosso próximo estudo.

Bibliografia:

KARDEC, Allan - O Livro dos Médiuns: 2. ed. São Paulo: FEESP, 1989 - Cap XVI - 2ª Parte – item 194 e 195
             
Tereza Cristina D'Alessandro
Maio / 2008

Centro Espírita Batuíra
cebatuira@cebatuira.org.br

Ribeirão Preto - SP