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quinta-feira, 22 de março de 2018

5. Houve ou não o progresso da humanidade?


**INFORMAÇÃO ESPÍRITA**


 A fé sem obras está morta


*5. Houve ou não o progresso da humanidade?*

Entendemos que o fim dos tempos elucidado pela Doutrina Espírita diz que é o fim do mundo velho e o nascer de um mundo novo e grandes transições são turbulentas, pois há um choque de ideias que venham a causar a grande tribulação profetizada por Jesus, nos dias de hoje, bem como desastres naturais para resgate de faltas coletivas e aceleramento do progresso da humanidade através da fraternidade.

Acreditava-se que devido a grandes perseguições e guerras ocorridas por volta dos anos 60dC e 70dC, marcando a queda de Jerusalém, vemos que os Cristãos primitivos criam no retorno de Jesus, porém, ao analisar os fatos históricos e escatológicos, identificamos que não houve tal regresso, mas verificamos a destruição do Templo de Salomão e eventos tais que são comuns a um período de transição, mesmo que tempestuosa, mas salutar. O que vemos nos dias de hoje já não é diferente.

Ao apresentar a evolução dos direitos humanos nas nações de hoje que proíbem veementemente as perseguições religiosas e ideológicas, diferentes de outrora, dos tempos do Império Romano que a mando dos Césares, mandavam cristãos para os espetáculos de horror no Coliseum em Roma. Contudo, os que aceitam a graça pela fé apenas dizem que “existe a perseguição dos mulçumanos aos cristãos no Oriente Médio, ou Palestina, sendo um fato similar ao que o império romano na primeira era cristã”.

Os que aceitam a graça pela fé apenas ainda nos questionam: “sabiam que ainda hoje em muitos países mulçumanos, por exemplo, paga-se com a vida o simples fato da menção do nome de Jesus Cristo? Você sabe quantos missionários existem nestes e em outros países que correm risco de morte?” Chegando a meditar nesta exemplificação que muitos que aceitam a graça pela fé apenas apresentam, reflitamos os dois lados da moeda. Por um lado, os muçulmanos que têm uma fé baseada no Alcorão, têm a sua vertente radical que não é tolerada pelos verdadeiros mulçumanos que procuram seguir a sua fé e respeitam a do seu semelhante. Por outro lado, vemos os Cristãos ocidentais, que representados pelos EUA, sendo de protestantes a maioria do credo dos Norte-Americanos, representados pelo governo de Bush que desde seu pai busca meios de invadir os países árabes, a fim de promoverem uma guerra inócua e sem motivo, única e exclusivamente para angariar mais petróleo de suas multinacionais e movimentar o mercado de armamento bélico da superpotência americana.

Com o pequeno esboço apresentado, é claro que vemos missionários que são sérios e buscam, não somente, exercer no Oriente Médio o apoio e a ajuda solidária aos povos mais necessitados, mas também os vemos em outras nações, tais como a África que têm um quadro de exploração e miséria deploráveis. Tendo isto em mente e sem generalizarmos, vemos que, infelizmente os bons pagam pelos maus exemplos da representação governamental deste credo. Assim sendo, como são completamente reprimidos os mulçumanos, certamente veremos movimentos radicais e estes espalham o terrorismo a inocentes, acreditando que estão justamente fazendo o certo através da retaliação, ou até mesmo da lei de talião.

Fazendo jus aos fatos, vemos o estado de Israel numa batalha sangrenta contra os muçulmanos pela Terra Prometida. Por uma causa muito maior, existe uma mesquita sobre a ruína do Templo de Salomão, onde até uns acreditam que se esta mesquita for retirada deste lugar, a 3ª guerra mundial terá o seu início. Acredito que esta mesquita é para realmente mostrar que Deus é um só e que Seus princípios são universais, independentemente da crença.

Diante desses fatos, ainda nos dizem os que aceitam a graça pela fé apenas: “sabe quais são as mesmas características desta perseguição aos cristãos hoje em dia com as atrocidades no Coliseu? É que tanto em um lugar como em outro, não é fácil ser cristão, só se identificarão como cristãos aqueles que realmente forem”. Como os direitos humanos de todas as nações proíbem a perseguição de um credo, ou de uma crença, vemos que tais atrocidades do Império Romano diferem, e muito, de um movimento radical que é o oposto da essência dos povos árabes, sendo estes em sua maioria praticantes do islamismo. Haja vista o fato que apresentamos dos péssimos exemplos cristãos, não devemos generalizar, pois existem os bons e sempre será pelos frutos (obras) que conheceremos a árvore. Uma boa árvore não dá maus frutos e uma árvore má não dá bons frutos. Se, serão pelas obras que iremos identificar os verdadeiros cristãos, e não apenas através do credo, é preciso ser nas atitudes e não nas palavras.

Se a legislação atual proíbe tais eventos atrozes que ocorriam com naturalidade na era dos cristãos primitivos, somos impelidos a crer que a humanidade progrediu não somente neste aspecto, mas em muitos outros. Em desfecho ao que apresentamos, concluem os que aceitam a graça pela fé apenas que “no Brasil e em outros lugares do mundo onde há liberdade religiosa é tão fácil ser cristão, quaisquer pessoas e religiões que peguem, mesmo que 1% da doutrina de Cristo, já se arvoram em serem chamados de cristãos. Nestes lugares onde não há perseguição direta contra os cristãos, acredita-se que isto seria uma ‘evolução’ ou apenas uma maneira de, como diz um velho adágio ‘não consegue destruir seus inimigos, ‘junte-se’ a eles’?” O verdadeiro cristão será reconhecido pelos seus atos, ou seja, pelas suas obras que serão medidos e vistos e não pela fé que professa, ou a religião que segue, mas pelas suas obras, tanto que quem tiver fé e não tiver obras, a sua fé é morta. O adágio apresentado de que: “não consegue destruir seus inimigos, ‘junte-se’ a eles” procederia se os árabes se juntassem aos perseguidos. Todavia, nos aponta o Evangelho em perdoar os inimigos, amar aqueles que nos odeiam e orar por aqueles que nos perseguem. Certamente, se praticarmos estes ensinamentos, verão que somos verdadeiros cristãos, sem precisar nos juntar a eles, mas respeitá-los, procurando cessar a violência com a prática do amor e do perdão.


Thiago Toscano Ferrari


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