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quinta-feira, 15 de março de 2018

PROBLEMAS DE HOJE E DE SEMPRE... E SEUS REMÉDIOS


INFORMAÇÃO ESPÍRITA

PANORAMA


*PROBLEMAS DE HOJE E DE SEMPRE... E SEUS REMÉDIOS*

João Duarte de Castro

No âmago de todos os males que sempre afligiram a Humanidade estão  sempre presentes três agentes principais: o egoísmo, o orgulho e a ambição.

Mas se o Homem se reformasse a si mesmo, promovesse seu burilamento interior, levasse de vencida seu maior inimigo que é ele próprio, empreendesse a mais difícil das batalhas que é a luta contra seu íntimo, poderia reformar então o mundo e a Humanidade, transformar este "vale de lágrimas" e mundo de provas e expiação, em um paraíso terrestre.

Toda grande caminhada começa pelo primeiro passo, assim como toda reforma e qualquer transformação para melhor que se queira promover com relação ao mundo e ao gênero humano, deveria começar pela reforma e pela transformação do próprio homem.


Quando o Homem extirpar de seu coração o egoísmo, este monstro devorador de todas as inteligências, este filho do orgulho e fonte de todas as misérias terrenas, o supremo obstáculo de seu progresso moral estará enfim, removido. Sendo o egoísmo a negação da fraternidade é, conseqüentemente, o maior empecilho à felicidade humana. E o medicamento mais indicado para combater este terrível flagelo ainda é o supremo mandamento prescrito por Jesus: "Amai-vos uns aos outros". Ou seja, amar ao próximo como a si mesmo, ou ainda: "Faça aos outros apenas aquilo que deseja que lhe seja feito".

"Onde estiver o tesouro do homem, aí também estará seu coração”, disse o Sublime Amigo. Assim, o coração do ambicioso onde estará? Logicamente que nos bens terrenos, nos tesouros que a traça rói, a ferrugem consome e os ladrões roubam. E a cobiça é sua dileta companheira; e a inveja um espinho sempre cravado em seu coração! E somente quando o homem entender que todos os bens da Terra pertencem a Deus, não passando ele de um simples depositário, de mero usufrutuário; apenas quando se conscientizar de que não possui de seu senão aquilo que poderá levar deste mundo, estará o Homem pronto para integrar a geração do Terceiro Milênio.  E para combater grandes males, nada melhor que a aplicação de remédios poderosos: o Amor, a Fraternidade, o Desprendimento. E criaturas como Chico Xavier, Jerônimo Mendonça, Madre Tereza de Calcutá, exemplos vigorosos de humildade, simplicidade, de doação ao próximo, muito nos auxiliam no combate a estes dragões do mal de todas as épocas: o egoísmo, o orgulho e a ambição. São muitas as passagens que demonstram a humildade e o desapego às coisas materiais do médium de Uberaba.

Reside ele em uma casa humilde, não de sua propriedade, localizada num bairro da cidade, de alvenaria, sim, mas simples e despojada de qualquer conforto ou requinte.

A habitação é rodeada por muros altos para preservar um mínimo de privacidade a seu humilde morador. Ele próprio ocupa um quartinho nos fundos do quintal, onde o que mais existe são seus livros. Conta-se que em certa ocasião Chico estava necessitado de mais um terno, pois o que possuía já estava surrado e gasto. Uma manhã alguém, como que lhe adivinhando a precisão, deixou em sua casa dois lindos ternos. Chico ficou radiante com o presente mais que oportuno e foi logo, com toda a simplicidade, experimentar as roupas. Aí surge-lhe Emmanuel que lhe indaga: "Chico, quantos corpos você tem?" Ao que o médium lhe responde: "Só um corpo". Sentencia-lhe então o Mentor Espiritual: "Por que você precisaria, então, de dois ternos se só possui um corpo físico?!" Chico, entendendo a advertência de Emmanuel, pegou um dos ternos, justamente aquele de que mais gostara, e foi para a frente de sua casa. O primeiro pobre que por lá passou recebeu um belo terno como presente do medianeiro.

Numa manhã de outubro de 1971, Chico Xavier surpreende-se ao ver estacionado um enorme caminhão diante do portão de sua casa. Na carroceria, um "Fuscão" de luxo, último modelo, zero quilômetro. E mais admirado ainda ficou o médium quando, o motorista do caminhão começou a descarregar sua carga!

Terminada a operação, o homem perguntou-lhe se conhecia Francisco Cândido Xavier e se o mesmo estava em casa. Timidamente, respondeu-lhe nosso Chico: "Sou eu mesmo”.

O motorista informa-lhe a razão de sua visita:

"Um industrial de São Paulo foi quem lhe mandou este carro. Uma empresa de transportes contratou-me para trazê-lo e entregá-lo ao senhor. Aqui estão as chaves e os documentos do veículo”. E sem mais nada a dizer, o portador do presente virou as costas e partiu. O humilde medianeiro ali ficou a balançar a cabeça. Por fim, sorriu e retirou-se para seu quarto a fim de orar e meditar. O carro lá ficou na rua, abandonado. Horas depois, chega o dono do estabelecimento comercial que fornecia gêneros e verduras para a "sopa dos pobres" do Chico. O porta voz da Espiritualidade mostra-lhe o presente e pergunta-lhe o que achou do carro. O homem ficou entusiasmado com o magnífico "Fuscão". Aí, o Chico lhe diz: "Gostou? Leve-o, então. Você me paga em macarrão e outros gêneros para minha sopa e minhas sacolas". O mensageiro do Além, em sua simplicidade e pureza, acabara de realizar uma transação para ele altamente vantajosa: trocara um carro que de pouca ou nenhuma utilidade lhe seria por uma grande quantidade de mantimentos para seus pobres! Alguém presenteara o Chico com um relógio. Era um belo relógio de pulso que o médium tivera que aceitar para não ofender o ofertante, dada sua insistência. Andou vários dias com o relógio, admirando-lhe a pontualidade. Mas um dia, quando estava se dirigindo para seu serviço, lembrou-se de visitar rapidamente Dona Glória, a quem dera um passe na véspera e a quem Bezerra de Menezes receitara uns remédios homeopáticos. Chico perguntou como estava Dona Glória e se estava ela tomando os remédios pontualmente. A enferma respondeu-lhe que se sentia um pouco melhor, mas que não podia tomar os remédios com pontualidade porque, como Chico estava vendo, era pobre e não pudera ainda comprar um relógio.  Ato contínuo, o irmão dos sofredores e dos desvalidos, mansamente retira o relógio que trazia no pulso e presenteia com ele Dona Glória. A mulher fica surpresa e emocionada, mas Chico, já se despedindo, disse-lhe: "Como a senhora estava precisando de um relógio, este que estava comigo devia ser seu mesmo. Fique com Deus, Dona Glória”.

FONTE

O ESPIRITISMO E OS PROBLEMAS DA HUMANIDADE” ed. ABC DO INTERIOR



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