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quarta-feira, 21 de outubro de 2015

"PASSES E PASSISTAS" 10. Sete conselhos para o serviço do passe

"PASSES E PASSISTAS" 10. Sete conselhos para o serviço do passe

Estudo sobre o passe magnético ou a imposição das mãos segundo a Doutrina Espírita

Astolfo Olegário de Oliveira Filho

10. Sete conselhos para o serviço do passe

10.1. Em sua obra intitulada "Conduta Espírita", cap. 28, André Luiz nos propõe sete conselhos, que adiante resumimos:

a) Quando da aplicação de passes, fugir à indagação sobre resultados e jamais temer a exaustão das forças magnéticas. O bem ajuda sem perguntar;

b) Lembrar que na aplicação de passes não há necessidade da gesticulação violenta, da respiração ofegante ou do bocejo costumeiro, nem do toque direto no paciente. O passe dispensa qualquer recurso espetacular;

c) Esclarecer sobre a inconveniência da petição de passes todos os dias, sem que haja necessidade real. É falta de caridade abusar da bondade alheia;

d) Proibir ruídos, o fumo, o álcool e o ajuntamento de pessoas, ou a presença de criaturas sarcásticas ou irreverentes no recinto da assistência e do tratamento espiritual. De ambiente poluído, nada de bom se pode esperar;

e) Interromper as manifestações mediúnicas no horário do passe. Disciplina é a alma da eficiência;

f) Interditar, se necessário, a presença de enfermos portadores de moléstias contagiosas nas sessões de assistência em grupo, situando-os em regime de separação para o socorro previsto. A fé não exclui a previdência;

g) Quando for oportuno, adicionar o sopro curativo aos serviços do passe magnético, bem como o uso da água fluidificada ou do atendimento a distância, através da oração. O Bem Eterno é bênção de Deus à disposição de todos.

10.2. Aos conselhos de André Luiz poderíamos aditar mais um, fundamental a um bom trabalho na atividade do passe: o passista deve preparar-se convenientemente para a tarefa, através da elevação espiritual, da prece, da meditação e do estudo contínuo, entendendo que a transmissão do passe é um ato eminentemente fraterno, pelo qual doamos o que melhor podemos ter em sentimentos e vibrações. Em depoimento acerca do tema, Divaldo P. Franco nos diz que o que vamos transmitir "é uma radiação que fomenta no paciente uma reativação dos seus fulcros energéticos para restabelecer-lhe o equilíbrio". "O passe é, antes de tudo, uma transfusão de amor."