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terça-feira, 20 de outubro de 2015

"PASSES E PASSISTAS" 8. Três recomendações aos passistas

"PASSES E PASSISTAS" 8. Três recomendações aos passistas

Estudo sobre o passe magnético ou a imposição das mãos segundo a Doutrina Espírita

Astolfo Olegário de Oliveira Filho

8. Três recomendações aos passistas

8.1. A primeira recomendação aos passistas é, portanto, libertar-se dos vícios arraigados, tais como o fumo, o álcool e as drogas, para não transferirem aos pacientes, junto com seus fluidos, as emanações naturais desses vícios.

8.2. A segunda é abster-se de aplicar o passe quando estiverem enfermos, fracos ou intoxicados por excessos de alimentação e medicamentos, ou quando se encontrarem perturbados espiritualmente, por encostos ou obsessões, visto que pelo passe se transmitem fluidos perniciosos decorrentes desses estados.

8.3. A terceira é procurar renovar os hábitos para que, através da mudança de pensamentos, sentimentos e atos, sua atmosfera individual seja cada vez mais elevada.

8.4. O passe requer tão-somente a imposição de mãos, sem necessidade de transe mediúnico e sem contato físico. (Veja o Apêndice, itens 2, 3, 4, 5, 6 e 7.) André Luiz explica: "Os recursos magnéticos, aplicados a reduzida distância, penetravam assim mesmo o halo vital, ou a aura dos doentes, provocando modificações subitâneas" (N.D.M., cap. 17, p. 164).

8.5. Não é que as outras formas de aplicação de passe sejam nocivas, mas sim que a movimentação de mãos e braços não se justifica, porque quem dirige a energia fluídica é o Espírito, não o passista, e porque o concurso espiritual independe do transe mediúnico (O Livro dos Médiuns, cap. XIV, item 176:2).