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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

bons e maus fluidos

Falando aos Jovens

Luiz Sérgio


Livro: Falando aos Jovens

DEFENDENDO A MORADIA

Hoje vamos refletir sobre bons e maus fluidos, e o processo como podem atingir os encarnados.

Um dia desses fizemos uma visita com a finalidade de ajudar, numa determinada situação. Fomos incumbidos pelo irmão José, mentor amorável que recebeu o pedido de socorro. Quando chegamos ao endereço (é importante que coloquem o endereço, pois adianta a nossa parte), como é de praxe analisamos o ambiente por inteiro.

Sentimos suas vibrações, avaliamos o estado físico e espiritual da família toda; observamos também o aspecto de cuidados e higiene com a moradia, elementos que revelam o estado mental de seus moradores.

Na porta de acesso à sala de visitas, sabe o que vimos, espalhado pelo chão, inclusive nos rodapés e embaixo do tapete? - Sal grosso, desse que se utiliza para churrasco, acredito. Ali estava sendo utilizado com a finalidade de purificar o ambiente, impedindo a entrada de maus fluidos.

Nossa patota, admirada, fez o seguinte comentário: “se os fluidos são manipulados e direcionados pela força mental, será que estes moradores estão realmente protegidos? Imaginam eles que os fluidos chegarão “a pé”, tocarão a campainha e entrarão pela porta da frente?”

Foi uma excelente oportunidade para que revíssemos o que a Doutrina Espírita esclarece sobre o assunto: fluidos são energias sutis que envolvem um lar, um ambiente social ou local de trabalho, e estão de acordo com o padrão do pensamento dos seres que estão em convivência. Não precisam, necessariamente, vir de fora, de inimigos encarnados ou desencarnados. Na maioria das vezes, os humanos se vêem envolvidos por fluidos perniciosos produzidos por sua própria mente enferma, por sentimentos de desespero, pânico, ódio, mágoas e ressentimentos.

Pensamentos bons são saudáveis e higienizam o ambiente. A boa leitura, o estudo do Evangelho, o cultivo da alegria e do bom relacionamento com a família e com os vizinhos criam, ao redor do indivíduo, uma aura protetora que nenhum pensamento destrutivo pode abalar.

Meus companheiros, ainda inexperientes, não entendera, por que uma pessoa que se diz espírita e invoca a proteção dos Espíritos, ainda se utiliza de instrumentos tão precários para a proteção: o sal grosso, amuletos variados e outras coisinhas mais, que nos abstemos de declinar para não constranger os amigos.

Espíritas, cresçam, avancem nos estudos doutrinários e cultivem uma fé racional!

Ah, o socorro foi providenciado.

Paz!


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João José de Lima (Jota)
Ano XXXV, nº 418
Fevereiro de 2008