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terça-feira, 22 de setembro de 2015

Destino

Destino
 
O alongar-se da vida está na sua mão direita; na sua esquerda, riquezas e honra. Pv. 3:16.
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Até certo ponto, somos feitores do nosso próprio destino. Tudo que fizemos e estamos fazendo e o que iremos fazer, ficou, fica e ficará gravado em todos os nossos corpos. Quem lê as mãos para revelar, está nas primeiras letras da universalidade dessa ciência.
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Os traços que nos revelam se alteram com a mudança de nossa vida. Os astros e estrelas que nos influenciam deixam de fazê-lo com o autodomínio das faculdades. Jesus já dizia que, conhecendo a verdade, o Espírito se libertará e, nós afirmamos: libertará de tudo e de toda influência exterior.
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O destino é um livro da vida que nós escrevemos todos os dias. Porém nunca fazemos isso sozinhos. Compete a nós fazermos a nossa parte, certos de que Deus jamais errou no que fez.
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Muda a maneira de pensar e sentir as coisas e a vida que tudo, mas tudo ao seu redor, irá mudando como por encanto. Entretanto, não esqueças de fazer esse trabalho consultando o Cristo. Sem Jesus, é mais fácil errar o caminho.
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Para fazer um edifício, os seus construtores requerem o material, que não é feito por eles e, quando está pronto o prédio, somente eles recebem a glória. Em nossa vida ocorre o mesmo: o homem, mais evoluído, esquece-se de quem fez a maior parte, e nunca lembra da virtude, da gratidão.
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A vida longa é procurada por todos com ansiedade, no entanto, sem a vida reta, a longevidade é um peso insuportável.
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Se és jovem, começa logo o autoaprimoramento que, no amanhã, agradecerás as inspirações que te levam a esse cometimento elevado e digno. Se velho, não deixes para outra reencarnação, com desculpas de que já te encontras no fim. Todo começo é louvável aos olhos do Criador e grandioso para toda consciência em Cristo.
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Jesus, para o homem superior, é o comandante da sua própria vida depois de Deus. Pelo que já fez, sabe o que irá receber das mãos da natureza. Semeou o bem em sua vida e colherá luz depois da morte física
 
(De Gotas de Ouro, de João Nunes Maia, pelo Espírito Carlos)
(texto enviado por: "Marcio Menezes")