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sábado, 5 de setembro de 2015

O CEU E O INFERNO 023 - 2a PARTE CAPÍTULO II ESPÍRITOS FELIZES - SANSON



O CEU E O INFERNO 023

2ª PARTE CAPÍTULO II

ESPÍRITOS FELIZES - SANSON


1. Para alguns espíritos a morte é uma passagem muito dolorosa; outros "dormem" antes de iniciar o processo; outros, ainda, o fazem com tranqüilidade e com leve ou nenhuma perturbação. Por que ocorrem estas diferenças no momento do desencarne?

2. O materialista acredita que a morte é o fim de tudo, que nada há para esperar durante a morte. Ele desencarna com esta certeza? Explique como se dá seu desprendimento.

3. O dito popular costuma falar, e criar lendas, sobre a lucidez do espírito no momento da morte. O que, de verdade, contém esta crença?

4. Por que Sanson nos dá este conselho: Sabei que a felicidade, como vós outros a compreendeis, não passa de uma ficção. Vivei sabiamente, santamente, pela caridade e pelo amor, e tereis feito jus a impressões e delícias que o maior dos poetas não saberia descrever?


Conclusão:


1. Essas diferenças se dão pelo grau evolutivo em que a pessoa se encontra; quando mais "materializado" é o espírito, maior dificuldade ele terá para desapegar-se do corpo físico. Consequentemente, maior será sua perturbação no momento do desencarne.

2. No momento em que seu espírito começa o processo de desprender-se da carne, já ele começa a vislumbrar a verdade: tem a intuição de que existe algo mais além do corpo físico e, depois da terrível perturbação por que passa (muitos sofrem por anos se acreditando vivos, sem compreender porque todos o ignoram), vai lembrando pouco a pouco do mundo espiritual e, na maioria das vezes, sofre mais ainda por perceber que desperdiçou toda uma encarnação que, afinal, é uma oportunidade bem difícil de se conseguir, pois existem muitos espíritos "na fila" de espera.

3. Muitas vezes, no momento supremo que antecede a morte o espírito vislumbra todo o seu passado na presente encarnação como se fizesse um balanço das seus atos; isso pode deixar o espírito aliviado, sabendo que fez mais do que havia planejado ou, no mínimo, não agregou mais dívidas às existentes e, também, pode deixá-lo tristemente e tardiamente arrependido de não ter se esforçado mais.

4. A felicidade a que o espírito almeja (embora a gente não lembre) é a felicidade de ser puro, de estar com Deus e em Deus, como os espíritos já muito elevados como Jesus, por exemplo, mas muitas da vezes ainda nos enganamos, crendo que as coisas materiais (das quais somos apenas depositários temporários) ou o amor possessivo é que nos trarão a felicidade e deixamos de nos preocupar com o nosso crescimento moral e com a o próximo que, afinal, é o que realmente importa.

Na maioria das vezes, quando nos damos conta, já é tarde demais e perdemos uma oportunidade essencial de evolução que demorará para acontecer de novo.


Portanto, amigos, orar e vigiar, ficar "esperto" enfim, antes que seja tarde!