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segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

*educar_010f_Tema Uniões Infelizes Separações Divórcios - conclusão*

*educar_010f_Tema Uniões Infelizes Separações Divórcios - conclusão*

CVDEE - Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo


O tema essa semana foi super bom e bem conversado, né mesmo? Isso é super bom pois nos faz refletir, nos faz indagar, nos faz olhar para dentro de nós mesmos e de como estamos atuando ao redor de nós.

O tema é extenso e poderíamos ainda ficar um bom tempo conversando sobre ele e com certeza ainda ficamos com muitas dúvidas e indagações interiores, mas ainda retornaremos ao tópico para mais um pouquinho de reflexões conjuntas, ok?

Kardec, no item 696, de O Livro dos Espíritos, comenta que "O casamento é um dos primeiros atos de progresso nas sociedades humanas porque estabelece a solidariedade fraterna e se encontra entre todos os povos."

A lei dos homens, com um caráter disciplinador, por muito tempo veio fazendo acreditar na indissobilidade absoluta do casamento, visão esta, que através dos tempos, teve que ser revista, face à existência prática de cada vez mais separações e divórcios.

Os motivos de separação, conforme Jesus esclareceu aos Fariseus, e até hoje persistem, revelam-se pelo atraso moral dos homens, pela dureza existente em seus corações e pela ignorância reinante quanto à Lei Divina. Sendo o não exercício dessa lei a causa das uniões infelizes e consequentes divórcios.

Assim, necessário se faz dizer que imutável é somente o que vem de Deus e quando Jesus afirmou que "não separe, pois, o homem o que Deus juntou."(ESE, Cap. XXII), afirmava ele a união de amor, ou seja, a união divina, indissolúvel, qual seja: a união de dois seres pelos laços da Alma ou do Espírito.

Sendo, pois, unicamente imutável a união que Deus nos oferta como lei, aquela que tem sua causa no afeto entre dois seres, a união somente se tornará feliz quando, conscientes do estágio imperfeito que ainda nos encontramos, o casal for construindo dia-a-dia, passo-a-passo, enfrentando juntos os obstáculos e as dificuldades naturais do caminho e, com isto, formando o relacionamento de forma a lhe dar a durabilidade e a felicidade almejada.

No entanto, a atualidade demonstra que, ao invés da conscientização da responsabilidade e do compromisso que se assume quanto à união, banal se tornou ao invés de tolerância, compreensão, respeito e amor; verificar-se o egoísmo, o orgulho, o desrespeito, a falta de amor.

Existem, no entanto, casos, efetivamente, onde o divórcio se faz necessário, tal como, por exemplo, onde há violência, agressividade extrema, onde, ao invés de reajustes a continuidade do casamento se revelará um agravamento.

Cabe e caberá às religiões levar a conscientização moral do homem; também e inclusive ao Espiritismo. Deixando, pois, todas elas ou o preconceito ou as justificativas permissivas ou liberativas do divórcio de lado, para levarem o homem à conscientização da Lei Divina; quando. Então, estivermos todos nós devidamente conscientes e instruídos, o divórcio não será mais existente, uma vez que as uniões serão realizadas através do amor e da real afinidade entre os espíritos, cuja consequência será a de compreender que é dentro do lar e da família que se encontram as maiores e melhores oportunidades de crescimento e de evolução do Espírito.

Para encerrarmos, por ora, uma reflexão sobre um trecho de texto redigido pela Equipe do Momento Espírita:

*AMAR É UMA DECISÃO*

Um homem foi visitar um sábio conselheiro e disse-lhe que estava passando por muitas dificuldades em seu casamento. Falou-lhe que já não amava sua mulher e que pensava em separação...

O sábio escutou-o, olhou-o nos olhos e disse-lhe: ame-a!

Mas já não sinto nada por ela! Retrucou o homem.

Ame-a! Disse-lhe novamente o sábio.

Diante do desconcerto do homem, depois de um breve silêncio, o sábio lhe disse o seguinte: "amar é uma decisão; é dedicação e entrega; é ação...

Portanto, para amar é preciso apenas tomar uma decisão.

Quando você se decide a cultivar um jardim, você sabe que é necessário preparar o terreno, semear, regar, esperar a germinação e a floração.

Você sabe que haverá pragas, ervas daninhas, tempos de seca ou de excesso de chuva, mas se você está decidido a ter um belo jardim, jamais desistirá, por maiores que sejam as dificuldades.

Assim também acontece no campo do amor. É preciso dedicação, cuidado, espera.

Portanto, se quiser cultivar as flores da afeição, dedique-se. Ame seu par, aceite-o, valorize-o, respeite-o, dê afeto e ternura, admire-o e compreenda-o...

Isso é tudo...

Apenas ame!

**

O amor é lei da vida. Se não houvesse amor nada faria sentido.

Busquemos, então, meditar sobre o que temos e o que não temos, sobre quem somos e sobre quem não somos, a respeito do que fazemos e do que não fazemos, guardando a convicção de que sem a presença do amor naquilo que temos, no que fazemos e no que somos, estaremos imensamente pobres, profundamente carentes, desvitalizados.

A inteligência sem amor, nos faz perversos.

A justiça sem amor, nos faz insensíveis e vingativos.

A diplomacia sem amor, nos faz hipócritas.

O êxito sem amor, nos faz arrogantes.

A riqueza sem amor, nos faz avaros.

A pobreza sem amor, nos faz orgulhosos.

A beleza sem amor, nos faz ridículos.

A autoridade sem amor, nos faz tiranos.

O trabalho sem amor, nos faz escravos.

A simplicidade sem amor, nos deprecia.

A oração sem amor, nos faz calculistas.

A lei sem amor, nos escraviza.

A política sem amor, nos faz egoístas.

A fé sem amor nos torna fanáticos.

A cruz sem amor se converte em tortura.

A vida sem amor... Bem, sem amor a vida não tem sentido...



*Equipe Educar CVDEE*
*(Coordenadores: Lu e Ivair)*



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