Pesquisar este blog

Páginas

sábado, 29 de agosto de 2015

O CÉU E O INFERNO - 1a PARTE CAPÍTULO VIII - OS ANJOS SEGUNDO A IGREJA

O CÉU E O INFERNO

- 1a PARTE CAPÍTULO VIII

OS ANJOS SEGUNDO A IGREJA


1. Qual o princípio da Doutrina dos Anjos defendida pela Igreja?

2. Quais os três planos da criação? Onde se localizam os homens encarnados nesta hierarquia?

3. Que semelhança/diferença existe entre os termos que identificam os três planos da criação com o conhecimento Espírita?

5. Qual é, para o Espiritismo, a relação entre a alma e o corpo físico?

6. Como a Igreja explica essa união entre a alma e o corpo físico?

7. Que característica possuem os anjos nesta doutrina? Você vê aí alguma semelhança com o que você já conhece da Doutrina Espírita?


Conclusão:


1. Os anjos são uma ordem distinta da criação e foi-lhes dado uma posição celestial, acima da esfera do homem. Foram criados  num determinado momento, antes da criação do mundo físico. São distintos dos seres humanos. Pertencem a uma categoria à parte, distinta do mundo material e espiritual como conhecemos; a natureza angélica subsiste por si mesma não só sem mistura como dissociada da matéria. Não são os espíritos dos mortos

2. Espiritual e corpórea, angélica e mundana - tendo sido formado depois, como elo entre as duas, a natureza humana, composta de corpo e Espírito

3. A semelhança é que a Igreja considera a existência do mundo espiritual e do material, sendo o homem dotado de corpo e alma quando na Terra.

4. O corpo físico é o instrumento da alma para vivenciar sua evolução necessária na Terra.

5. A nossa alma, igualmente espiritual, associa-se ao corpo de modo a formar com ele uma só pessoa, sendo tal e essencialmente o seu destino; "Nossa alma é de natureza simples e indivisível, porém limitada em suas faculdades. A idéia que temos da perfeição faz-nos compreender que pode haver outros seres simples quanto ela, e superiores por suas qualidades e privilégios. A alma é grande e nobre, porém, está associada à matéria, servida por órgãos frágeis e limitada no poder e na ação."


6. A descrição da Igreja para caracterizar as propriedades angélicas assemelha-se em muito com a descrição dos espíritos superiores, inclusive quanto aos atributos, com a ressalva que no Espiritismo já sabemos que estes espíritos são dos homens que já viveram entre nós e que, como nós, foram criados simples e ignorantes e não são seres privilegiados, são merecedores da condição que hoje usufruem.