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sexta-feira, 12 de junho de 2015

AS DEZ VIRGENS / O SERVO VIGILANTE

INDICE

BIBLIOGRAFIA PRINCIPAL
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
PARÁBOLA DAS DEZ VIRGENS  RODOLFO CALLIGARIS
VIGILÂNCIA
EFÉSIOS [6]
ESTEJAMOS ATENTOS
PROVÉRBIOS [1]
MARCOS [14]
A RECOMPENSA MERECIDA
MATEUS 25
A PARÁBOLA DAS DEZ VIRGENS  CLOVIS TAVARES
PARÁBOLA DAS VIRGENS LOUCAS E DAS VIRGENS PRUDENTES  ANTONIO L SAYÃO
MATEUS, 25º, 1 AO 13.
AS DEZ VIRGENS E O SERVO VIGILANTE - GUSTAVO MARCELO R. DARÉ
PLANO DE IDÉIAS Nº 01

BIBLIOGRAFIA PRINCIPAL

O Evangelho Segundo o Espiritismo(Allan Kardec) 
O Livro dos Espíritos(Allan Kardec) 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ORAÇÃO - 2296 - Orai e vigiai, para que não entreis em tentação. MAT 26:41 - MAR 13:33 e 37 e 14:38 - LUC 21:36, 22:40 e 46 - ROM 7:19 - EFE 6:18 - LEP 660 - ATA Prefácio I - BPZ 50 e 59 - CES 26 - CLB 12 - CME 36 - CNE 12 - CSL 53 e 217 - CVD 60 - EDP 24 - EFQ 32 - ELPPG 62 - EMN 11 - EMT 37 - ETR 39 - EVD 55 - FDI 33 - FVV 110 - IDL 27 - IES 76 - JVN 22 - LDA 1/12 - LMR 1 - LPE 56 - MDS 28 e 66 - MMC 11 - MMD 28 e 36 - MSG 40 - NDM 3 e 5 - NRF 25 - OFR 26 - PMG 37 - PNS 74 - POB 15 e 16 - PVE 3 - QJDPG 150 - QTE 10 - RES 61 - RLZ 68 - SLS 8 - SOL 7 e 61 - TRI 12 - VEP 14 - VGL Prefácio - VVA 17 - VZG 16, 22 e 39 - vtb 372, 1495t, 2234, 2250k, 2566, 2667m, 3040t, 3148m, 
PARÁBOLA - 2458 - Das virgens prudentes e loucas. MAT 25:1 a 13 - EVG 1/10 - LPA 14 - PJS 17 - PLE 11
PRATICAR - 2659k - Sua mão escreverá belas páginas, atendendo a inspiração superior, no entanto, se você não estampar a beleza delas em seu espírito, não passará de estafeta sem inteligência. Lerá maravilhosos livros com emoção e lágrimas; todavia, se não aplicar o que você leu, será tão-somente um péssimo registrador. Falará você na bondade a todo instante, mas, se não for bom, isso será inútil para a sua felicidade. Cultivará convicções sinceras, em matéria de fé; entretanto, se essas convicções não servirem à sua renovação para o bem, sua mente estará resumida a um cabide de máximas religiosas. Você chamará a Jesus Mestre e Senhor; se não quiser, porém, aprender a servir com Ele, suas palavras soarão sem qualquer sentido. ANDRÉ LUIZ em ACT 40 - RTR Prefácio - vtb 013, 735f, 998, 1564m, 1727m, 2342d, 2405m, 2411, 2928h, 2967m e 2983
SENHOR - 2983 - Por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que eu digo? 
LUC 6:46 e 13:25 - MAT 25:11 - ACT 40 - CRF 25 - CVV 34 e 47 - IPS 2 
VIGILÂNCIA - 3362 - Por que estais dormindo? Levantai-vos e orai, para que não entreis em tentação. LUC 22:46 - BNV 27 - CVV 87 - EPV 8 - QJDPG 150 - RSP 17 - SLS 50 - vtb2524, 2668, 3084m, 
VIGILÂNCIA - 3364 - Vigiai, porque não sabeis a que hora há de vir o vosso Senhor. MAT 24:42 e 44 e 25:13 - LUC 21:36 - EGTPG 173 a 176 - ETD 22 - OBD1P 7 - PJS 26 - PLE 11 - VLZ 132 - vtb 3339m
VISÃO - 3389 - Olhai, vigiai e orai; porque não sabeis quando chegará o tempo. MAR 13:33 - MAT 24:42 e 25:13 - LUC 12:40 - ROM 13:11 - PTS 5:6 - CLB 31 - CNE 18 - ILI 8 - JVN 79 - LEK 19 - MDS 108 - OBD1P 7 - PLE 17 - VLZ 87 - vtb 896m, 2062m,2478, 2595m 

 PARÁBOLA DAS DEZ VIRGENS  RODOLFO CALLIGARIS

O reino dos céus é comparado a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram ao encontro do noivo.
Cinco dentre elas eram néscias, e cinco, prudentes.
As néscias, tomando as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo; mas as prudentes levaram azeite em suas vasilhas, juntamente com as lâmpadas.
Tardando a chegar o noivo, toscanejaram todas e adormeceram. À meia-noite ouviu-se um grito: Eis o noivo! Saiam todas ao seu encontro.
Então elas se levantaram a fim de preparar as suas lâmpadas.
E disseram as néscias às prudentes: Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas estão-se apagando.
As prudentes, porém, responderam: Talvez não haja o bastante para nós e para vós. Ide, pois, aos que o vendem, e comprai o que haveis mister.
E enquanto elas foram comprá-lo, veio o noivo; e as que estavam apercebidas entraram com ele para as bodas, e fechou-se a porta.
Depois vieram as outras virgens e disseram: Senhor, Senhor, abre-nos a porta. Mas ele respondeu: Em verdade vos digo que não vos conheço.
Portanto, vigiai, porque não sabeis nem o dia, nem a hora. (Mat. 25:1-13)
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As dez virgens, nesta parábola, simbolizam aquelas criaturas que procuram resguardar-se das corrupções do mundo.
Mas, há virgens e virgens.
As cinco néscias representam os que se preocupam apenas em fugir ao pecado. 
Passam a vida impondo-se severa disciplina, evitando tudo aquilo que os possa macular, certos de que isto seja o bastante para assegurar-lhes um lugarzinho no reino de Deus. 
Esquecem-se, todavia, de que a pureza sem o complemento da bondade é qual uma candeia mal provida, que, no meio da noite, não dá mais luz, deixando seus portadores mergulhados na mais densa escuridão.
Já as virgens prudentes retratam os que, além dos cuidados que tomam para se manterem incorruptíveis, tratam também de prover-se do azeite, isto é, das virtudes ativas, que se manifestam em boas obras em favor do próximo. 
E, com a posse do precioso combustível (BONDADE), que se converte em luz, garantem a iluminação de seus passos no caminho que os há-de conduzir à realização espiritual, à união com o Cristo.
A chegada do noivo, como fàcilmente se deduz, é a era de paz, alegria e felicidade que a Terra desfrutará num futuro próximo, quando, após sofrer grandes transformações, será devidamente expurgada para tornar-se a morada de espíritos de boa vontade, que aqui implantarão uma nova civilização, verdadeiramente cristã, baseada no Amor e na Fraternidade Universal.
A recusa das virgens prudentes em darem do seu azeite às virgens néscias, significa claramente que as virtudes são intransferíveis, devendo cada qual cultivá-las com seus recursos pessoais.
É preciso, portanto, vigiar, ou seja, trabalhar com afinco e sem esmorecimento pelo próprio aperfeiçoamento, para que mereçamos participar dessa nova fase evolutiva do orbe terráqueo.
Se descurarmos desse dever, deixando para a última hora as diligências desta ordem, ou imaginando, idiotamente, que outrem, os profissionais da religião, possam suprir nossas deficiências espirituais, sem qualquer esforço de nossa parte, sucederá que, no momento critico, ver-nos-emos desprovidos do azeite de que fala a parábola, e, enquantoformos procurar com os mercadores, o ciclo se fechará, surpreendendo-nos de fora, o que equivale a dizer, relegados a planos inferiores, onde haverá choro e ranger de dentes.
Então, será inútil clamar: Senhor, Senhor, abre-nos a porta, porque o Cristo nos responderá: Não vos conheço.
Nem poderia ser de outra forma, porquanto data de dois mil anos esta advertência evangélica: 
Nem todos os que dizem: Senhor! Senhor! entrarão no reino dos céus; apenas entrará aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.
Livro Parábolas Evangélicas