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quarta-feira, 3 de junho de 2015

7 = XXII  COMEERJ
Pólo IV  Cafarnaum
8º CRE  Nova Friburgo

Libertação pela Verdade

Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.
Jesus (Jo, 8:32)
Em todos os quadrantes do planeta, os povos quanto os indivíduos anseiam pela liberdade, como elemento indispensável à cidadania, como substância essencial do progresso social.
No entanto, a liberdade esperada pela massa, em geral, costuma refletir o acanhamento das percepções que seus componentes têm da própria existência.
Evocam os benefícios da liberdade, sem a correspondente madurez das responsabilidades frente aos próprios atos.
A grande maioria pretende que a liberdade seja-lhe patrocinada para que possa cercear ou perturbar a liberdade do semelhante.
Variadas almas sonham com a liberdade que lhes propicie amplos recursos de falar e de agir, sem gostar da correspondente necessidade de ouvir ou recolher os resultados da sua ação junto aos outros.
Poucos são os que se apercebem de que não há sentido em admitir-se livre alguém, fora do impositivo da responsabilidade.
Enquanto enorme contingente de criaturas alimenta os arremedos de liberdade, conduzindo o íntimo preso por cadeias de agonias, culpas e desolações, verificamos que somente pequeno número de pessoas procura o aconchego da lucidez, da maturidade, que são obtidas por meio da vinculação da alma com a verdade.
Grupos de criaturas desafiam filosofias, teologias e a própria ciência, aturdidos com as concepções possíveis de verdade. Mantêm-se indiferentes a tudo o que se relacione com ela, afirmando que cada um tem a sua própria verdade.
Embora compreendamos que cada indivíduo possa Ter a sua visão particular da verdade, a verdade real está em Deus, e vem sendo traduzida para as almas da Terra por incontáveis Mensageiros do Criador, século a século, milênio a milênio.
Missionário da lei de Deus, em todos os grupamentos humanos, vêm apresentando a verdade passível de ser captada pelos humanos. Eles vêm explicando pouco a pouco a sua conceituação com o fim de oferecer um seguro norte a cada alma.
As leis de amor, de justiça e de caridade simbolizam  o roteiro seguro para que, devidamente vivenciadas e entendidas, permitam à criatura experimentar, de fato, a anelada liberdade.
Só se concebe real liberdade se esta vem aparada pela verdade, que pulsa na vibração do amor, na firmeza da sublime justiça e na inspiração da luminosa caridade.
A referência de Jesus é de importância fundamental, quando condiciona a conquista da liberdade ao conhecimento da verdade, dessa verdade alicerçada nas leis da consciência, firmada nessas leis divina.
Compreendemos, daí, que Jesus é o grande Senhor da liberdade com verdade, porque jamais negou uma só das orientações que ofertou, mas, ao contrário, as confirmou com a vivência impoluta e feliz. Atrelou o Seu discurso a Sua vivência, em franca demonstração de uma personalidade perfeitamente livre, porque verdadeiramente responsável, porque verdadeiramente coerente.

Francisco de Paula Vítor
(Do Livro: Quem é o Cristo?
 -
Psicografado por José R. Teixeira)

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Algumas perguntas feitas a Emmanuel sobre a Educação

108  Onde a base mais elevada para os métodos de educação?

EMMANUEL - As noções religiosas, com a exemplificação dos mais altos deveres da vida, constituem a base de toda a educação, no sagrado instituto da família.

109 - O período infantil é o mais importante para a tarefa educativa?

EMMANUEL - O período infantil é o mais sério e o mais propício à assimilação dos princípios educativos. Até aos sete anos, o Espírito ainda se encontra em fase de adaptação para a nova existência que lhe compete no mundo. Nessa idade, ainda não existe uma integração perfeita entre ele e a matéria orgânica. Suas recordações do plano espiritual são, por isso, mais vivas, tornando-se mais suscetível de renovar o caráter e estabelecer novo caminho, na consolidação dos princípios de responsabilidade, se encontrar nos pais legítimos representantes do colégio familiar.
Eis por que o lar é tão importante para a edificação do homem, e por que tão profunda é a missão da mulher perante as leis divinas. Passada a época infantil, credora de toda vigilância e carinho por parte das energias paternais, os processos de educação moral, que formam o caráter, tornam-se mais difíceis com a integração do Espírito em seu mundo orgânico material, e, atingida a maioridade, se a educação não se houver feito no lar, então, só o processo violento das provas rudes, no mundo, pode renovar o pensamento e a concepção das crianças, porquanto a alma reencarnada terá retomado todo o seu patrimônio nocivo do pretérito e reincidirá nas mesmas quedas, se lhe faltou a luz interior dos sagrados princípios educativos.