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quinta-feira, 30 de abril de 2015

ANEXO 1A
6

E o juiz, com uma serenidade muito grande no olhar, disse:
- Vocês repararam que em meio à violência das ondas e à tempestade há, numa das fendas do rochedo, um passarinho com seus filhotes dormindo tranqüilamente?
E os pintores sem entender, responderam:
- Sim, mas...
Antes que eles concluíssem a frase, o juiz ponderou:
Caros amigos, a verdadeira paz é aquela que mesmo nos momentos mais difíceis nos permite repousar tranqüilos. Talvez muitas pessoas não consigam entender como pode reinar a paz em meio a tempestade, mas não é tão difícil entender. Considerando que a paz é um estado de espírito, podemos concluir que, se a consciência está tranquila, tudo a volta pode estar em revolução que conseguiremos manter nossa serenidade.
Fazendo uma comparação com o quadro vencedor, poderíamos dizer que o ninho do pássaro que repousava serenamente com seus filhotes, representa a nossa consciência.
A consciência, portanto, é um tribunal implacável, do qual não conseguiremos fugir, porque está em nós. É ela que nos dará possibilidade de permanecer em harmonia íntima, mesmo que tudo à volta ameace desmoronar, ou acuse sinais de perigo solicitando correção.
Sendo assim, concluiremos que a paz não será implantada por decretos nem por ordens exteriores, mas será conquista individual de cada criatura, portas a dentro da sua intimidade.
4- Todos se dirigirão à piscina para pegarem seus barquinhos e sonhos e se dirigirão para a sala do GFE  -
Sugestão para o estudo :
a) Pedir para compararem os barquinhos que puderam fazer e os barcos que escolheram;
b) Conhecer os obstáculos e potencialidades para conquistarmos os sonhos ou Terras :as dores, esperanças e etc..
c) Pedir para falarem das frases que estavam espetadas nos sonhos ;
d) Que gosto têm os seus sonhos ? Quem gostaria de falar os três sonhos que escolheram  e sobre as cenas que viram.
e) Perguntar :  O que estamos fazendo para atingirmos os nossos sonhos ?
Como estamos agindo para alcançarmos os nossos sonhos ?
Vamos ler  a frase/ou pensamento  que está atrás  da  frases escolhidas  no bolinho ?!
O que você achou  da História do concurso ?
Convidá-los a fazerem um diário de bordo, do que pretendiam e o que pretendem agora e porquê; (podemos dar rascunhos , mas ao final todos receberão um pergaminho ou uma folha super moderna  de um livro Diário de bordo  
ANEXO 3- A
O homem e o coração
1- Distribuir cartões cheirosos com o desenho  ao lado para cada jovem; Com uma caneta p/ anotações )
2- Fazer ao grupo as seguintes perguntas e colocações , com as pausa necessária;
a) Quais são as idéias que o desenho te passa?
b) Qual o significado deste coração?
c) Compartilhe com o seu companheiro ao lado as impressões que você registrou desse desenho.
d) Volte a sua atenção , agora, ao seu desenho. Imagine uma pessoa que voce conhece, mais presente em sua vida, que tenha coração  ou seja, uma pessoa que se esforça para ser prestimosa, dedicada, cuidadosa para com os outros, amiga, etc..
Alguém que o estimule ao bem.
e) Lembre-se de outras qualidades que essa pessoa possui;
f) Pense destas qualidades, quais delas são encontradas em você ( totalmente ou parcialmente/potencialmente )
g) Imagine quais você gostaria de alcançar;
h) Compartilhe com o seu companheiro ao lado  qualidades que você acredita possuir  como característica pessoal;
i) Prossiga compartilhando aquela que você gostaria de alcançar ou melhorar em si mesmo;
j) Ao final das reflexões e trocas de idéias o COORENADOR  convida a todos a se acomodarem o mais confortável possível e para fecharem os olhos.
- Coloca uma música suave e lê pausadamente;
Vamos fazer uma viagem para dentro de nós mesmos, uma viagem em busca de algo que existe brilhante dentro de nós e que ainda não libertamos. Vamos imaginar que estamos dentro de um corredor bastante longo. Vamos caminhando por ele, sozinhos, cheios de esperança e fé. As paredes são claras, muito alvas e lisas. Podemos toca-las, vamos, toque-as. Nelas a um calor que parece que vem de dentro e nos dá prazer. Assim continuamos a caminhar procurando este calor. Caminhamos bastante e em certo momento, avistamos uma porta. Ela é maciça e muito bem fechada, sem frestas , mas há  uma maçaneta .Parece um pouco dura . Fazemos um esforço, ela desemperra , puxamos lentamente. Parece que ficou fechada anos e anos. Aparece uma pequena fresta por onde timidamente  vemos surgir um raio de luz, brilhante e límpido. A luz parece que nos dá força. Cheios de coragem continuamos a abrir e ficamos deslumbrados com tanta luz, tanto brilho e a emoção é tão grande que podemos sentir os raios nos interpenetrando e invadindo todo o corredor. Descobrimos então que este calor e esta luz, nos causam uma grande alegria, nos enchem de força, nos fazem vislumbrar a Deus e, enfim, descobrimos que esta luz somos nós mesmos .
Retira-se a música.
- O COORDENADOR  prossegue com as seguintes colocações :
1. Agora que descobrimos um pouco mais quem somos vamos voltar lentamente para o mundo exterior, vamos abrir os olhos, ouvir o violão, ver os amigos.
2. Descobrimos que o que gostaríamos de ser já somos, basta abrir  a porta do nosso potencial de amor.
3. Agora que nós descobrimos o que temos, nós já podemos doar / plantar o bem;
4. Doe um pouco de você, da maneira que desejar a um companheiro;
5. Imagine que ele seja : uma criança que gosta de carinho, amizade, calor, sorriso, e isso você já tem para doar;
6. Que tal darmos um forte abraço ao amigo da direita;
7. Ao final todos cantam um música .... ( ver com Guadanini Sugestão  : Essencial )
ANEXO 3- B
A borboleta no casulo
"Um dia, uma pequena abertura apareceu num casulo; um homem sentou e observou a borboleta por várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.
Então pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso.
Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais. Então o homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas.
O homem continuou a observá-la,  porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar a tempo.
Nada aconteceu! Na verdade, a borboleta passou o resto de sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar.
O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo pelo qual Deus fazia com que o fluído do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de forma que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.
Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida.Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar.
Eu pedi forças... e Deus deu-me dificuldades para fazer-me forte.
Eu pedi sabedoria... e Deus deu-me problemas para resolver.
Eu pedi prosperidade... e Deus deu-me cérebro e músculos para trabalhar.
Eu pedi coragem... e Deus deu-me obstáculos  para superar.
Eu pedi amor... e Deus deu-me pessoas com problemas para ajudar.
Eu pedi favores... e Deus deu-me oportunidades.
Eu não recebi nada do que pedi... mas eu recebi tudo de que precisava."

ANEXO 3-C
O SUAVE MILAGRE
Narrador 1:
Nesse tempo Jesus ainda não se afastara da Galiléia e das doces luminosas margens do Lago Tiberíades; mas a nova dos seus milagres penetrava já até Enganim cidade rica, de muralhas fortes, entre olivais e vinhedos, no país de Isacar. Uma tarde um homem de olhos ardentes e deslumbrados passou no fresco vale, e anunciou que um novo Profeta, um Rabi formoso, percorria os campos e as aldeias da galiléia, predizendo a chegada do reino de Deus, curando todos os males humanos. E enquanto descansava, sentado à beira da fonte dos vergéis , contou ainda que esse Rabi, na estrada de Magdala, curara da lepra o servo de um decurião romano, só com o estender sobre ele a sombra de suas mãos; e que noutra manhã, atravessando numa barca para a terra dos Gerassênios, onde começava a colheita do bálsamo, ressuscitara a filha de Jairo, homem considerável douto que comentava os livros na sinagoga.